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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Site que ajuda organizar referências de acordo com a ABNT, muito prático!

Agora o tempo ficou escasso mesmo! Além do curso de inglês, do trabalho que faço com prazer, comecei a fazer uma Pós-graduação em Gestão de Marketing na IEC PUC Minas de Sete Lagoas. Além de toda essa rotina ainda me desdobro para organizar o casório.

Uma das minhas principais preocupações com a Pós-graduação, são os temidos trabalhos, que exigem além de muita pesquisa e estudo a estrutura do trabalho todo de acordo com as normas da ABNT.


Para me auxíliar nessa tarefa dífícil encontrei um site que me ajuda a organizar as complexas referências, vejam só que prático: http://facilis.uesb.br/

Gostaram da dica?!

terça-feira, 29 de março de 2011

Presídio x Trabalho

PRESÍDIO
Você passa a maior parte do tempo numa cela 5x6m.

TRABALHO
Você passa a maior parte do tempo numa sala 3x4m.


PRESÍDIO
Você recebe três refeições por dia de graça.

TRABALHO
Você só tem uma, no horário de almoço, e tem que pagar por ela.


PRESÍDIO
Você é liberado por bom comportamento.

TRABALHO
Você ganha mais trabalho com bom comportamento.


PRESÍDIO
Um guarda abre e fecha todas as portas para você.

TRABALHO
Você mesmo deve abrir as portas, se não for barrado pela segurança por
ter esquecido o crachá.


PRESÍDIO
Você assiste TV e joga baralho, bola, dama...

TRABALHO
Você é demitido se assistir TV e jogar qualquer coisa.


PRESÍDIO
Você pode receber a visita de amigos e parentes.

TRABALHO
Você não tem nem tempo de lembrar deles.


PRESÍDIO
Todas as despesas são pagas pelos contribuintes, sem seu esforço.

TRABALHO
Você tem que pagar todas as suas despesas e ainda paga impostos e taxas
deduzidas de seu salário, que servem para cobrir despesas dos presos..


PRESÍDIO
Algumas vezes aparecem carcereiros sádicos...

TRABALHO
Aqui no trabalho, carcereiros usam nomes específicos: Gerente,
Diretor, Chefe...


PRESÍDIO
Você tem todo o tempo para ler piadinhas.

TRABALHO
Ah, se te pegarem...


TEMPO DE PENA
No presídio, eles saem em, no máximo, 15 anos.

No trabalho você tem que cumprir 35 anos, e não adianta ter bom comportamento.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Veja 5 dicas para usar o Twitter no trabalho

Entediado com a tarefa banal que recebeu do seu chefe, o estagiário resolve twittar. “O tempo não passa... Não agüento mais enrolar... Que horas é mesmo o almoço?”. Ele só se esqueceu de um detalhe: todos os colegas do trabalho – incluindo o superior – são usuários do serviço.
Siga o Vooz no Twitter
O caso acima pode parecer caricatural, mas é absolutamente verídico – o nome do estagiário foi omitido, por razões obvias. Com a popularização do Twitter, os limites entre o público e o privado na internet mais uma vez são desafiados e dezenas de casos como este se repetem todos os dias.
Como toda ferramenta tecnológica, o Twitter é só um recurso que pode ser usado a gosto do freguês. Pode ser um canal para fazer relacionamento, mostrar que você tem conteúdo, divulgar seu trabalho e até encontrar novas oportunidades. Mas também pode ser uma porta aberta para queimar seu filme de maneira irremediável.
“Você pode usar como quiser, mas é bom ter controle sobre o que fala”, recomenda o publicitário Carlos Merigo (@cmerigo), autor do blog Brainstorm 9. Com quase 14 mil seguidores, ele já deixou alguns hábitos dos primórdios do Twitter para trás, como informar sua localização. “Antes era comum você dizer que estava indo para tal restaurante, caso seus amigos quisessem te encontrar. Hoje já não dá para fazer isso. Você não sabe quem está lendo, não sabe quem pode aparecer por lá”, explica o publicitário.
Mesclar opiniões e dicas pessoais com o uso profissional da ferramenta não é necessariamente negativo, desde que isso seja feito com ponderação. “Saber quais são os hobbies de um colega, por exemplo, pode ser uma maneira de enxergá-lo de outra forma e até se relacionar melhor”, opina o guru dos blogueiros Edney Souza, o Interney (@interney), que tem mais de 32 mil seguidores.
A regra principal é sempre apelar para o bom senso, mas, na dúvida, confira a seguir algumas dicas para não dar mancada no Twitter:
Não fale no Twitter o que você não falaria pessoalmente
A regra é clara. Se você acha que pegaria mal falar algo em alto e bom som para todos os seus colegas ouvirem, não fale no Twitter. A menos que você tenha restringido seus updates apenas para contatos aprovados, seu chefe pode fazer uma busca rápida e encontrar aquela twittada de desabafo falando sobre a ressaca da segunda-feira ou sobre a preguiça da sexta. Sem falar que fica tudo lá registrado para a posteridade – e futuros empregadores. Vai pegar mal.
Não banque a metralhadora de posts
Se você está participando de uma palestra interessante ou assistindo algum evento digno de menção na TV e acha que seus seguidores vão se interessar em acompanhar o conteúdo em tempo real, mande bala. Do contrário, evite bancar a metralhadora de tweets. Depois de ver a sua foto repetida na lista de feeds pela vigésima oitava vez, pode ser que seus seguidores parem de prestar atenção ao que você está dizendo. Além disso, pode dar a impressão de que você tem tempo demais e trabalho de menos. Não seja prolixo, afinal, a idéia é passar o recado em 140 caracteres, certo?
Não lave roupa suja em público
Essa é quase uma extensão da primeira regra, mas tem suas exceções. No Twitter, quando você responde uma mensagem sem apelar ao modo “direct”, todos os seus seguidores – e não só o autor do post original – saberão o que você tem a dizer. “Estamos tão acostumados a conversar o tempo todo nos mensageiros instantâneos e deixar recados nas redes sociais de maneira privada, que é fácil esquecer que com o Twitter é diferente”, lembra Souza. Aquilo que você diz para alguém, bate imediatamente na tela de todos os seus seguidores. Portanto, evite bate-bocas, ofensas, grosserias e até galanteios que possam ser mal-interpretados. É claro que a troca saudável de ideias, links e referências faz parte do jogo e é sempre bem-vinda.
Faça relacionamento, mas com moderação
É comum entre os usuários do Twitter apelar para a sua rede de contatos para pedir dicas e recomendações – seja de restaurantes, prestadores de serviços ou mesmo de candidatos a vagas em aberto. Para Souza, quem se destaca na rede publicando links interessantes e fazendo comentários pertinentes, tem mais chance de ser lembrado na hora de um trabalho freelancer ou oportunidade de emprego. “É uma maneira de ser notado”, destaca ele. Mas todo cuidado é pouco: o tiro pode sair pela culatra. Se você abusar da boa vontade alheia e se tornar um pentelho, poderá ser bloqueado, sem choro nem vela.
Em boca fechada não entra mosquito
A tentação de dar uma palhinha sobre uma coisa muito bacana que está prestes a rolar na sua vida profissional – seja um novo emprego, um cliente prestes a conquistado ou uma ideia incrível que você acaba de ter – pode terminar mal. Nos Estados Unidos, um candidato perdeu o emprego por se gabar antes da hora da suposta contratação. Um comentário “inocente” feito na ansiedade pode acabar colocando areia em todo um projeto ou dar bandeira sobre planos estratégicos para a sua empresa. Lembre-se: qualquer um pode ler o que você está escrevendo, até mesmo seus concorrentes.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Balada e trabalho: como conciliar?

Muitos jovens buscam oportunidades de iniciar a carreira já nos primeiros anos de faculdade, através de estágios remunerados. Outros trabalham na área de vendas e prestação de serviços, sem aparentemente muita relação com o Curso escolhido. Esta remuneração garante-lhes o pagamento da faculdade, conforme muitos deles me relatam. Penso que a grande riqueza de quem estuda e trabalha é ter uma oportunidade de conhecer e vivenciar o mundo corporativo.
Nem sempre no início da carreira profissional, começamos pelo trabalho dos nossos sonhos, mas a experiência poderá proporcionar aprendizado de postura e abrir caminhos para o desenvolvimento de relações humanas. São sementes plantadas no terreno da trajetória profissional e pessoal.
A preparação para uma carreira bem sucedida começa dentro do lar, pelo exemplo que os pais dão aos filhos através da forma como eles administram suas responsabilidades em relação ao trabalho, deveres, obrigações, prazer, lazer. Paralelamente, a escola tem a sua participação, na medida em que os educadores transformam o tempo de aula em algo produtivo para a vida, agradável para o ser humano, útil para a sociedade. Os valores ensinados pelos pais são reforçados ou se não foram ensinados no lar, é mais uma chance para introjetar conceitos valiosos. Assim se constroem pessoas vencedoras, quase vencedoras ou perdedoras.
Percebo que os jovens ficam num impasse quando querem aproveitar os lazeres pertinentes à sua etapa de desenvolvimento ao mesmo tempo em que necessitam investir na carreira profissional. As baladas nem sempre são conciliáveis com as responsabilidades do cotidiano nas empresas. Até mesmo o jogo de futebol no meio da semana, seguido de churrasco, precisa ter limite para não comprometer o desempenho no dia seguinte. Porém, não se trata de uma escolha: isto ou aquilo, divertir ou trabalhar, preto ou branco, certo ou errado. O caminho da moderação pode ser atingido, pois assim ocorre com os demais profissionais mais amadurecidos. Um médico cirurgião certa vez me disse que não participa de festas durante a semana porque opera todas as manhãs. Um vendedor relatou-me que, antes de dormir, confere se o uniforme está lavado e passado. Um operador de máquina faz questão de acordar mais cedo para preparar um café reforçado, pois observou que não consegue se concentrar no serviço quando está com fome. Assim ocorre com as pessoas que têm um objetivo: elas se disciplinam, abrem mão de algumas coisas interessantes porque estão de olho em outras mais interessantes ainda.
As baladas saudáveis são aquelas que enriquecem a trajetória dos jovens, sem que eles se esqueçam que a vida continua no dia seguinte.
Kátia Ricardi de Abreu
Psicóloga Clínica e organizacional

segunda-feira, 14 de abril de 2008

A Galinha

Achei bem interessante essa fábula, fala muito do que temos encontrado no mercado de trabalho hoje em dia, e ajuda a acordamos para o futuro!
Vamos ampliar nossos horizontes!

A Galinha

Numa granja, uma galinha se destacava entre todas as outras por seu espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria.
O dono, porém, estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que já a estavam copiando.
Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, e amarrou a galinha a ele, com um barbante de dois metros. O mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o fio lhe permitia chegar.
Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. De tanto andar nesse círculo, a grama dali foi desaparecendo. Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela. Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro, só terra.
Depois de um tempo, o dono se compadeceu da ave, pois ela, tão inquieta e audaciosa, era agora uma apática figura. Então a soltou.
Agora estava livre! Mas, estranhamente, a galinha não ultrapassava o círculo que ela própria havia feito. Só ciscava dentro do seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora, mas não tinha coragem suficiente para se aventurar a ir até lá. E assim foi até o seu fim.

MORAL DA HISTÓRIA -Nascemos tendo nossos horizontes como limites, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos nossos pés fiquem presos a um chão chamado rotina. Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação. Admiram os que têm a ousadia de recomeçar, porém, elas próprias buscam algum culpado e vão ficando dentro do seu "círculo".

O RECADO - O mercado sempre coroa com reconhecimento àqueles que inovam, criam, chamam a atenção.
O segredo do sucesso está na criatividade. Criar é pôr em prática algo que não existe. É correr o risco. Isto é fato, mas como se poderá saber o final da história se não se caminha até o fim?