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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Meu projeto verão já começou!

Acabei de ganhar uma esteira e mal posso esperar para começar a correr e sentir minhas pernas doendo e respondendo aos meus esforços.

De uns tempos pra cá já não estou tão satisfeita com meu corpo, nem é por causa da tão temida balança, mas sim pela flacidez e sedentarismo que ele está.

No entanto acredito que só a esteira não irá resolver meu problema. Preciso de exercícios mais localizados para trabalhar outros músculos. Por isso andei pesquisando e achei uma matéria muito interessante indicando três tipos de abdominais super fáceis e que dá para fazer em casa. Vejam só:

Treino para eliminar a barriguinha


Aprenda três exercícios simples e fique com a barriga sarada para o verão

Toda mulher tem gordurinhas que não consegue eliminar. Podem não ser muitas, mas elas atrapalham, principalmente na região abdominal. Saiba que cirurgias plásticas não são as únicas alternativas, pelo contrário, devem ser as últimas! Isso porque exercícios físicos podem secar a barriga e trazer resultados excelentes.

Cláudia Nely é profissional de Educação Física da Curves Brasil, academia para mulheres. De acordo a profissional, exercícios aeróbicos são excelentes para ajudar na queima de gorduras em geral. "São aquelas atividades que utilizam o oxigênio no processo de geração de energia. Os mais praticados são caminhadas, corridas, natações, ciclismos e danças", detalha Cláudia.

Exercícios aeróbicos também usam glicogênio, um polissacárido armazenado no músculo e no fígado, como primeira fonte de energia. A segunda fonte são as gorduras estocadas, ou seja, as "gordurinhas localizadas". "Além de realizar esses exercícios, que irão aumentar o consumo de energia corporal, devemos também diminuir a ingestão de calorias para se obter resultados mais eficientes", diz a profissional.

Cláudia Nely destaca alguns exercícios que podem ser feitos em casa:

Abra espaço na sala e deixe a preguiça de lado. A professora lembra que além de atividades aeróbicas, podemos realizar exercícios de fortalecimento muscular, pois o músculo é o tecido responsável pelo movimento do corpo e é um dos que mais consome energia, mesmo em repouso.
"Então quando aumentamos a massa muscular, também ativamos mais o nosso metabolismo (conjunto de reações químicas que ocorrem em nosso corpo para mantê-lo vivo) e, consequentemente, consumimos mais energia estocada", explica.

Veja três exercícios para a região abdominal. Lembre-se: para conseguir os efeitos desejados é preciso praticar ao menos três vezes por semana.

1º - Deitada de costas, com a coluna totalmente apoiada sobre o solo, o abdominal superior pode ser feito com as mãos apoiadas atrás das orelhas. Eleve o tronco e retorne a posição inicial, devagar. Não desloque os braços e não movimente as pernas, nem o tronco. "O esforço deve ser realizado apenas pelo abdômen. Para começar, inicie com duas séries de 20 repetições", diz a profissional.

2º - Para o exercício ficar um pouco mais complexo, podemos realizá-lo com as pernas elevadas, esticadas para cima. Use um objeto para servir de apoio, pode ser uma cadeira. Deite com as costas no chão e mãos apoiadas atrás das orelhas. Expirando, eleve o tronco para cima, retirando-o do solo. Retorne à posição inicial. Pra começar, inicie com duas séries de 15 repetições.


3º - Para trabalhar os oblíquos (músculo lateral da região abdominal), deite-se com as costas apoiadas no solo e mantenha uma perna flexionada com o pé no chão. A outra perna, também flexionada, com o pé apoiado sobre o joelho. Eleve o tronco para cima e para o lado como se fosse tocar o cotovelo no joelho da perna que está em cima. Repita o movimento com a outra perna. Para começar, inicie com duas séries de 15 repetições para cada lado.

"O resultado depende de cada pessoa, uma vez que os indivíduos têm metabolismos diferentes. Varia também da sua dedicação, do seu comprometimento", alerta Cláudia.

O mais importante para quem quer reduzir a gordura corporal é adquirir hábitos de vida saudáveis, tendo uma boa alimentação, praticando alguma atividade física, ingerindo muito líquido e reduzindo o stress diário. Os exercícios físicos não possuem contraindicação.

Por Bianca de Souza (MBPress)

E aí gente, gostaram das dicas?? 

Quem já começou o projeto verão??

Bjim
:-)

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Como elaborar um projeto

Dicas e orientações para transformar boas idéias em boas práticas. E um roteiro detalhado, em oito passos, para seu projeto
1 Por que elaborar projetos?
O termo projeto carrega o sentido de organizar idéias, pesquisar, analisar a realidade e desenhar uma proposta articulada com intencionalidade.
Os projetos sociais seguem essa lógica. São construções feitas por um grupo de pessoas que deseja transformar boas idéias em boas práticas. Tais projetos podem se transformar em ações exemplares que modificarão a realidade local.
Se, além de se constituírem em ações exemplares, os projetos se integrarem a ações de governo, municipais, estaduais ou da instância federal, poderão se replicar em escala maior, gerando, assim, políticas públicas cujos impactos para a coletividade serão maiores do que os projetos apenas locais.
Nos programas de governo, muitas vezes expostos em períodos de eleição, ouvimos candidatos e governantes dizerem que têm projetos para solucionar o problema do desemprego, da saúde, da educação etc. Em parte, isso é possível. Havendo um bom projeto, com recursos suficientes, bem monitorado e avaliado, vai se chegar aos objetivos preestabelecidos. Mas é preciso que o projeto seja bem elaborado, desde seus passos iniciais.
Nessas situações em que desejamos transformar insatisfação em solução, idéias em ações, boas intenções em propostas efetivas, sem desperdício de tempo e recursos, faz-se necessário elaborar um projeto que descreva o caminho a seguir. Caminho esse que deve ser trilhadocom lógica e paixão.
2 Cuidados e recomendações
Durante o processo de elaboração de projetos, correm-se dois grandes riscos: o da onipotência e o da impotência.
Um grupo pode sentir-se onipotente quando se considera com possibilidade de transformar, sozinho, os problemas sociais existentes em um bairro ou cidade. É o perigo do voluntarismo.
Seu oposto é a impotência. Sabendo ser difícil ou mesmo impossível resolver, isoladamente, os problemas encontrados, o grupo julga não poder fazer nada e desiste de buscar soluções criativas.
Esses dois grandes riscos freqüentemente têm como raiz pelo menos três fatores. O primeiro deles é o diagnóstico superficial sobre o espaço e o contexto nos quais o grupo atua. O segundo reside na análise inconsistente da viabilidade social, política, técnica, financeira, ambiental ou cultural do projeto. O último, a má distribuição de papéis e responsabilidades, de modo a centralizar o poder em uma única pessoa ou a diluí-lo, dificultando a constituição de líderes.
Na prática, existem alguns problemas a ser superados quando se quer estabelecer resultados concretos e custos efetivos em projetos sociais que lidam com processos de melhoria das condições de vida e com a promoção dos direitos humanos. Para superá-los é necessário construir um caminho baseado em resultados ou metas, organizado no tempo planejado, executado e monitorado. Sobretudo, não se deve parar nas boas intenções, mas transformá-las em obras.
3 Sugestões para elaboração de projetos
Criar um projeto supõe dois importantes momentos:
1º Elaboração: O grupo deve realizar um bom diagnóstico sobre o contexto e a situação problemática que pretende enfrentar e analisar o seu potencial para, em seguida, construir o seu caminho. É preciso que todas as pessoas envolvidas participem diretamente na fase de elaboração, buscando criar uma visão ampla do problema a ser enfrentado e soluções criativas para a sua viabilidade.
2º Redação: Este é um momento de exercício de síntese do processo anterior. Nele, é melhor contar com poucas pessoas do grupo. Tudo o que foi produzido anteriormente será agrupado em um roteiro que demonstre, de modo objetivo, o que será realizado.
Oito passos para elaborar um projeto
1º passo: Definir qual grupo elabora o projeto. Determinado o grupo, se verificará com quantas pessoas será possível contar efetivamente para realizá-lo, ou seja, qual o poder real ou o “tamanho das pernas que o grupo tem”.
2º passo: Montar duas listas paralelas. Uma deve listar os problemas que o grupo pretende superar e outra apontar soluções. É imprescindível que os problemas sejam concretos e observáveis. Eles devem ser formulados com clareza. Por exemplo, na lista dos problemas deve constar: “Poucas alternativas de cultura e lazer para jovens da Vila Nova Cachoeirinha”. Na lista das soluções: “Alternativas de cultura e lazer acessíveis para jovens da Vila Nova Cachoeirinha”.
3º passo: Escolher o problema principal. Dentre todos os listados, o grupo deve saber por onde começar, escolhendo o problema principal a partir de vários critérios. Um deles é o impacto negativo que o problema causa para a comunidade ou escola. Outro critério é a capacidade do grupo para resolver o problema. Neste caso, pode ser que o grupo resolva iniciar o projeto justamente por aquele cuja solução seja mais fácil e rápida.
4º passo: Montar uma árvore com o problema escolhido, suas causas e conseqüências. As causas do problema estão no que o origina e o mantém, ou seja, estão em sua raiz. As conseqüências são os danos provocados. Perceber a diferença entre causas e efeitos ajuda o grupo a não gastar recursos financeiros e a não desperdiçar tempo apenas com as conseqüências.
5º passo: Definir objetivos gerais e específicos. Os resultados previstos devem conter indicadores, fatores de risco e um plano de ação,como mostram as descrições seguir:
1. Os objetivos específicos
São eles que representam a finalidade do projeto em questão. São degraus para chegar ao topo da escada, ao objetivo geral. Eles indicam o caminho a ser percorrido.
2. Resultados ou metas
São tangíveis e correspondem aos produtos finais de um conjunto de atividades em um certo período. Quantificam as atividades que serão desenvolvidas, bem como sua intensidade. Qualificam o jeito que pelo qual o projeto será realizado, os valores que o grupo quer imprimir. Exemplo: dez atividades (quantificar as atividades) de manejo sustentável (qualificar o tipo de manejo).
3. Indicadores para o monitoramento dos resultados
São os sinais de que o grupo está perseguindo os resultados a que se propôs.
4. Fatores de risco
São obstáculos com os quais o grupo deverá conviver, sejam eles políticos (um grupo poderoso pode estar contra o projeto), culturais (mentalidade de desperdício de recursos, preconceitos etc.) que fogem ao controle do grupo, mas podem dificultar a realização do projeto. Desenhar ações para minimizar esses fatores de risco.
5. Plano de ação
Descreve o que precisa ser feito para se chegar aos resultados pretendidos. Envolve o conjunto de ações, com os respectivos prazos, as pessoas responsáveis e os recursos necessários.
6º passo: Análise de viabilidade do projeto. Antes de colocar um projeto em prática, é preciso verificar se o grupo pode fazer o que propõe. Para isso é importante levar em consideração seis aspectos: a viabilidade econômica, social, política, técnica, ambiental, de gênero e étnico-cultural.
Viabilidade econômica
Considere o custo total do projeto. Verifique se a soma dos recursos de que dispõe mais o que poderá captar cobre os custos do projeto.
Viabilidade social
Analise os atores sociais envolvidos, indivíduos ou organizações que terão seus interesses afetados positiva ou negativamente pelo projeto.
Viabilidade política
Certifique-se de quais são as pessoas, os grupos e as instituições que apóiam o projeto. Se houver obstáculos políticos ou legais, preveja ações para superá-los.
Viabilidade técnica
Explicite as técnicas que serão utilizadas e considere se o grupo dispõe dessas tecnologias.
Viabilidade ambiental
Analise se o projeto agride o meio ambiente.
Viabilidade de gênero, étnica e cultural
Analise se há algum padrão cultural que pode dificultar a realização do projeto, seja ele na relação homem com mulher, relações étnico-raciais ou culturais.
7º passo: Cronograma de trabalho. Planeje uma data de início e término do projeto. Defina os meses em que acontecerão as atividades preparatórias, de execução, atividades de monitoramento e de avaliação.
8º passo: Orçamento detalhado das despesas. Calcule o custo da equipe de trabalho, a infra-estrutura e o material necessário. É sempre bom reservar recursos para gastos com despesas imprevistas.

Como fazer a redação do projeto
O projeto poderá ser sintetizado em cinco grandes itens:
1) Abertura
Nesta página devem constar o título do projeto (que expressa sua idéia central), o nome e a sigla da instituição proponente, a data e o endereço. E um resumo sobre: objetivo geral, objetivos específicos, resultados previstos, atividades, indicadores, beneficiários e custos.
2) Justificativa
Ressaltará a importância do projeto. Informará os problemas que o projeto resolverá no contexto em que está situado. Relacionará o problema aos âmbitos nacional, estadual e local. Demonstrará como as políticas públicas tratam esse problema. Caracterizará os beneficiários diretos e indiretos e grupos que têm interesses em relação ao projeto.
3) Metodologia e lógica da intervenção
Detalhará o objetivo geral, objetivo específico, resultados esperado, indicadores e o plano de ação. Também inclui a descrição das iniciativas que serão tomadas para monitorar e minimizar os fatores que podem pôr o projeto em risco.
4) Orçamento
5) Anexos
Podem ser considerados textos anexos o diagnóstico, as informações relevantes sobre o contexto em que se realizará o projeto e as informações adicionais sobre os proponentes do projeto.

Extraído do livro ARMANI, Domingos. Como Elaborar Projetos? Guia para Elaboração e Gestão de Projetos Sociais. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2001 (Coleção Amencar)
Internet
“Elaboração participativa de projetos: um guia para jovens”
www.acaoeducativa.org.br
“Onze passos do planejamento estratégico participativo”
www.cdhep.org.br

terça-feira, 13 de abril de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Projeto de lei brasileiro propõe redução de uso de Photoshop na mídia

Lei prevê multa de R$ 50 mil para quem retocar mulheres e não informar isso

Autor do projeto é deputado paraense que sobe de cuecas em trio eléterico
Uma notícia para deixar de cabelos em pé atrizes como Fernanda Young ou "modelos-e-atrizes" do BBB: está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei que obriga imagens tratadas com Photoshop a virem com a advertência "Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada".
O projeto será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Projeto de Lei 6853/10, do deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), dirige-se inicialmente apenas a imagens publicitárias, o que eliminaria, por exemplo, os "banhos de Photoshop" que revistas masculinas promovem nas fotos de suas modelos nuas.
O projeto prevê multa de R$ 50 mil para quem desobedecer a lei. Wladimir Costa, autor do projeto, é um cantor de música brega e radialista sensacionalista paraense que, durante a campanha eleitoral, subia só de cuecas em trios elétricos para chamar a atenção para sua candidatura.
Segundo ele, o objetivo da proposta é acabar com a "idealização" do corpo humano. Projetos semelhantes também já estão em discussão na França e na Inglaterra. Ambos propõem que os anúncios sejam mais realistas e as imagens sofram menos intervenções do Photoshop.
Fonte: http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=23725938com