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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

18 serviços para aproveitar ao máximo a web e as redes sociais

Ferramentas que ajudam a compartilhar e organizar informações, ganhar produtividade e usar melhor a rede sem perder o bom humor. Selecionamos oito downloads/serviços que irão agilizar o uso dessas redes sociais, como compartilhar fotos com facilidade e obter outras melhorias.
::Brizzly: Cansado da interface desordenada do Facebook e a monótona do Twitter? O serviço Brizzly faz uma “reforma” no layout, simplificando o acesso. É possível escrever posts para o microblog, bem como reenviá-los, deixar recados para seus contatos e fazer outras coisas essenciais do Facebook e Twitter em um lugar só.
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:: FacePAD: Compartilhar fotos no facebook é algo divertido, mas é uma tarefa trabalhosa. O Facebook Photo Dowloader, também conhecido como FacePAD, é um add-on para o Firefox que permite baixar o álbum inteiro de uma só vez, incluindo grupos de álbuns.
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FacePAD facilita o download de fotos do Facebook
:: FriendShopper: Que tal uma rede social de compras online? O objetivo do FriendShopper é a troca de informações sobre produtos online. Todos os seus interesses em produtos são compartilhados, assim como o de seus contatos e os produtos podem ser encontrados mais facilmente com a colaboração de todos. Basta instalar o add-on na barra de seu navegador (Firefox, Internet Explorer, Chrome ou Opera). Ao acessar um site de compras online qualquer e encontrar o produto de interesse, o usuário clica no botão Add to FriendShopper e decide se quer salvar a página, compartilhar com os amigos e assim trocar informações sobre o produto.
:: Microsoft Silverlight 4 beta Client for Facebook: este serviço oferece não apenas os elementos habituais do Facebook, mas também um visual animado, mais atraente e uma ferramenta melhorada para upload de fotos.
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Silverlight customizado para Facebook
:: OutSync: O Outlook permite vincular foto aos contatos. E a maioria dos usuários do Facebook tem fotos associadas a seus perfis. Então porque não se aproveitar disso? Com a ajuda do OutSync, é possível fazer com rapidez e eficiência a sincronização das fotos dos contatos entre o Outlook e facebook.
:: PhotoGrabber: Este utilitário faz o download com rapidez e eficiência das fotos de álbuns de seus contatos do Facebook. Não é preciso se preocupar com o navegador utilizado, pois é um arquivo executável quem faz a interface com o Facebook, seja qual for o navegador.
:: Splitweet: Habilmente desenvolvido para usuários que possuem várias contas no Twitter, o agregador (versão beta) Splitweet pemite postar mensagens em duas ou mais contas simultaneamente, ler e responder a todos os usuários seguidos e seguidores e também fazer busca por qualquer assunto ou Trending Topics do Twitter.
:: Twinbox: Talvez alguns usuários não queiram instalar em seus PCs um cliente de Twitter (como o TweetDeck) apenas para gerenciar uma única conta de Twitter. Então o add-on para o Outlook, chamado de Twinbox, pode ser a solução adequada. Ele adiciona uma pasta na caixa de entrada do Outlook, onde é possível enviar mensagens, responder, repassar as postagens de quem o usuário segue e todas as tarefas do Twitter. E atualiza as mensagens recém chegadas.
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Twinbox: O Twitter dentro do Outlook
Reformule sua vida com o poder da Internet
Para aqueles momentos em que você precisa de ajuda para atingir metas e objetivos pessoais, selecionamos seis serviços online para manter a direção e não sair do rumo.
:: BudgetSketch: Uma planilha de gastos, investimentos e metas que é salva na internet e fica disponível sempre que precisar. Apesar de estar em inglês, não é nada complexa e ajuda a manter as contas sob controle. O formato de moeda, assim como a exibição podem ser custommizados.
:: DailyBurn: Um serviço para ajudar que deseja perder aquele peso extra. Basta se cadastrar, preencher dados como altura, peso e que objetivo quer alcançar: perder peso, ganhar massa muscular ou manter a forma com um programa de treinamento físico. Depois é preciso responder se já faz exercícios físicos e qual a frequência que são praticados.
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DailyBurn: ajuda extra para manter a forma física
Com as respostas, é montado um plano de exercícios físicos adequado. Ao clicar em cada plano, são exibidos o tipo de exercício e como deve ser feita a série, inclusive com vídeos ilustrativos. O usuário também recebe e-mails para lembrar da dieta e dos exercícios e também incluem dicas de alimentação e motivação para manter a forma.
:: Habitforge: fornece três semanas de lembretes diários e progresso de monitoramento para ajudar a manter seus hábitos para alcançar seus objetivos, seja eles qual forem.
:: Learn10: apresenta dez novas palavras por dia em línguas estrangeiras. Atualmente abrange cerca de 20 idiomas.
:: RunKeeper Free: utiliza o recurso de GPS do iPhone para acompanhar sua corrida no mapa. Em seguida envia e armazena os resultados no site do aplicativo, que ficam disponíveis para o usuário verificar seu desempenho durante o período de treinamento.
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RunKeeper: aplicativo grátis para iPhone
ajuda nas estatísticas do exercício de jogging
:: YouTube EDU: vídeos de palestras a gosto do usuário, de universidades como MIT, Stanford e Yale.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Avaliação dos perfis de Serra e Dilma

Avaliando as redes sociais dos candidatos a presidência mais a fundo, podemos destacar quatro pontos primordiais para que eles façam uma boa campanha:
-Presença
-Utilização de ferramentas
-Frequência de utilização
-Grau de influência

De acordo com esses pontos fiz uma avaliação de cada um dos candidatos.

Gostaria de deixar bem claro, que independente do meu voto, fiz essa postagem analisando de maneira profissional, sem olhar campanha ou para o candidato da minha escolha.

José Serra
O candidato está no Twitter, Facebook, Orkut, Youtube, Vimeo, Flick.
No Twitter o perfil do candidato é atualizado constantemente, com tweets falando sobre a campanha sem agredir a oposição, com uma linguagem mais formal, e possui 531,904 seguidores. No orkut ele já está com um perfil lotado e com o segundo já com 806 seguidores, o perfil dele tem fotos e a agenda de compromissos dele. O Facebook tem 31.459 curtindo o perfil do candidato, que tem fotos, agenda de eventos e notas com as últimas atualizações da campanha. O Flickr tem álbuns de suas visitas aos estados brasileiros, deixando algumas fotos disponíveis para as pessoas baixarem para colocar em suas redes sociais e em seus desktops. Assim como o Vimeo o perfil do Youtube de Serra, tem vídeos da campanha, propagandas e mensagens de políticos que apoiam o candidato.
O site dele é bacana, tem um layout bonito, utilizando as cores do Brasil: azul, amarelo e verde e tem um ar leve , descontraído, com uma disposição diferente. No site tem fotos, vídeos, atualizações de twitter, aúdio, link dos perfis das redes sociais, além da proposta do candidato com uma fácil visibilidade. O que mais me chamou atenção foi a caricatura do Serra no final do site.

Dilma Roussef
O twitter de Dilma tem 276,235 seguidores, e também é atualizado com frequência, apesar de ser bem menos atualizado do que o do concorrente, além de ter linguagem mais informal. Dentro do orkut a candidata não tem um perfil, apenas uma comunidade com 24.757 membros. No Facebook ela tem 17.349 pessoas que curtiram o perfil dela, onde eles encontram fotos, agenda de eventos e mensagens, que aparentemente são mais agressivas ao candidato da oposição. O Flickr Dilma também colocou albúns de fotos de suas viagens separadas por estados.
Analisando o site, que utiliza o vermelho como cor principal, não encontrei sintonia no layout do site, pois é utilizado além do vermelho, que a cor do PT, as cores do Brasil, formando uma combinação de gosto duvidoso. Além disso o site parece mais um site de notícias, muita informação e poucas fotos ou artes. O site ficou pesado e muito sem graça, tema penas fotos, vídeos, aúdio e uma pequena janela dos tweets da candidata.

Fato é que não só eu, como vários publicitários notam a presença e a influência enorme do candidato Serra nas mídias sociais. Os layouts de suas redes sociais e de seu site, é muito mais intuitivo e mais divertido, assim como os textos que são postados lá.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Presidenciáveis x Redes Socias

Depois da fantástica campanha do então presidente americano Barack Obama, acreditava-se que as redes sociais iriam revolucionar as eleições que viriam. Realmente os números comprovam que no Brasil, o uso da web nessa eleição de 2010 cresceu, mas não houve nada que fosse semelhante a campanha de Obama.

Pesquisando sobre o assunto na internet, encontrei uma reportagem bacana que mostra a opnião de grandes especialistas no assunto, que analisam os problemas e as falhas nos planos de
marketing:

Na ânsia de estar na internet, e por conta disso parecerem inovadoras, as campanhas eleitorais acabaram esquecendo de questões fundamentais: qual o papel da web, o que informar e como ajudar o eleitor a se decidir? Esses são os princípios defendidos por Crawford Kilian, em seu livro “Writing for the Web”.

Kilian foi o primeiro a analisar a importância do conteúdo na web. Para ele, erra quem s
e preocupa mais com o visual do que com o conteúdo, pois é o conteúdo que está por trás de tudo e o que as pessoas buscam na internet.

Sob esse ponto de vista, as campanhas majoritárias foram as que mais pecaram. De uma maneira geral, elas se preocuparam com o colorido do visual e recursos de multimídia utilizados para defender-se ou apontar o dedo na ferida do adversário. O eleitor que foi buscar informação para decidir sobre o seu voto, na melhor das hipóteses conseguiu ver um vídeo engraçado, ou um joguinho para se distrair.


“A internet [nas eleições no Brasil] foi usada muito mais como ferramenta de panfletagem de baixo custo e sem critério e para arrecadar dinheiro facilmente”, aponta o especialista em mídias digitais André de Abreu. Esses objetivos, segundo ele, trazem resultados frágeis e de curta duração. “Não se entendeu o fator ‘relacionamento’ desta mídia”, frisa Abreu.

Mas como já era de se esperar, os responsáveis pelas campanhas na web garantem absoluto sucesso. A campanha de José Serra (PSDB) chegou a contratar o americano de ascendência indiana Ravi Singh, da empresa ElectionMall, para turbinar a ação online. Mas o ‘guru’ gorou. Foi dispensado sem ter contrato renovado, após ser criticado por tucanos, especialistas da internet e de marketing.

A campanha tucana na rede emprega uma plataforma de compartilhamento, integrando site e redes sociais, com o objetivo de unir eleitores e o candidato. Entretanto, quem não tem muita habilidade com a internet fica confuso, sem saber para onde ir. As opções não são claras.


Soninha Francine, responsável pela campanha de Serra na web, frisa que muitas pessoas “torceram o nariz”, por exemplo, para os formulários de cadastro do site. “Diziam que ‘internauta detesta essas coisas’’, contou. “Mas um site de campanha é diferente, com um público muito especial.”


Já o site de Dilma Rousseff (PT), assim como o de Serra, possui página com vídeo, que abre antes de todos os outros conteúdos do site. Com alguma dificuldade, o eleitor encontra ali um pequeno botão de entrada para o restante do conteúdo. Mas logo de início se depara com um pedido para se cadastrar e receber notícias da candidata, sem que lhe seja apresentado exatamente que tipo de conteúdo ele terá.

Essas características dos sites dos principais candidatos a presidente da República fogem às regras de usabilidade, ou seja, experiência do usuário com a internet, de acordo com especialistas no assunto.

Segundo Jacob Nielsen, considerado o “papa da usabilidade” e autor dos dez mandamentos sobre o tema, que é referência para profissionais de internet, “o sistema deve mostrar os elementos de diálogo e permitir que o usuário faça suas escolhas com facilidade, sem ter de lembrar um comando específico”. Em outras palavras, o internauta deve ter à sua disposição todo o ferramental necessário para escolher o que melhor lhe seja conveniente e não ter de ficar procurando.


Diferentemente de Serra e Dilma, a candidata do PV, Marina Silva, soube aproveitar com mais eficiência os recursos da internet. As redes sociais tiveram um papel muito importante para o seu marketing. Isso se comprova na recente pesquisa de monitoramento de marcas feita pelo M&M Online, que a apontou como a candidata melhor avaliada entre os usuários das redes sociais, como Orkut, Facebook, Twitter, na blogosfera e nos sites de notícias. Marina ficou com 84,03%; Serra com 58,94%; e Dilma com 45,12%. No entanto, embora haja conteúdo que poderia ser esclarecedor ao eleitor, ao acessar sua página, a primeira informação vista por ele é um pedido de doação.

Entre erros e acertos, os presidenciáveis também investem no Twitter. A verde Marina Silva tem recorrido com frequência a ‘twitaços’, ato de campanha para incluí-la entre os assuntos mais comentados da rede de microblog. Na manhã de segunda-feira (27), Marina ultrapassou Dilma Rousseff em número de seguidores no Twitter.


A vantagem foi anunciada pela equipe de campanha do PV, em evento realizado na região central de Guarulhos, na Grande São Paulo. No início da noite, Marina reunia 238.151 seguidores, enquanto 234.107 acompanhavam a petista. O tucano José Serra, adepto do Twitter há mais tempo, está na dianteira dos presidenciáveis em número total de seguidores: 451.454.


Mas não há dúvida de que um dos eficientes no uso da ferramenta é Plínio de Arruda Sampaio, candidato a presidente pelo PSOL, que virou febre no Twitter e acumulou várias referências nos trending topics da rede.


Além de promover rodadas de bate-papo com internautas pelo Twitter, ele chegou a fazer um debate ‘paralelo’ após ter ficado de fora do evento promovido pelo jornal Folha de S.Paulo e pelo portal UOL. Acompanhando o debate em tempo real, Plínio disparou contra todos e cumpriu a promessa de “furar o muro do silêncio”.

O case de Barack Obama foi conhecido e estudado mundialmente. As faculdades utilizam como exemplo de case bem sucedido na web. Espero que os marketeiros políticos também use-o como exemplo, pois de forma limpa, sem denegrir a imagem do concorrente, Barack Obama conseguiu fazer uma bela campanha dentro e fora da web. Além é claro da grande conquista de ser eleito!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Porra, S.A.

Não há lugar mais fácil para um desabafo que a internet; marcas precisam descobrir quando e como interferir
Desculpe-me pelo palavrão. Sem querer ofender, preciso chamar a atenção para a forma tantas vezes intempestiva com que o público se refere às pessoas, empresas e marcas na internet. Hoje não há lugar mais fácil, propício e conveniente para um bom desabafo do que o teclado do computador. Disponível 24 horas por dia, inclusive nos fins de semana e feriados.
É claro que sempre há um estopim para a explosão de um consumidor. Quando alguém reclama de um produto, o problema pode estar na concepção, na fabricação, na propaganda, na embalagem, no manual, na loja, no meio de cobrança, no sistema de distribuição, no atendimento pós-venda, na assistência técnica ou em outra etapa que permeie o relacionamento do cliente com a marca, incluindo o enorme desejo que o consumidor tenha pelo produto.
O desabafo é o primeiro minuto de um jogo de comunicação. Mas o tom rude e precipitado de uma reclamação pode ganhar vida eterna, se publicado num site duradouro e num sistema bem indexado pelos sites de busca do tipo Google ou Bing.
E pode ser lido, amplificado e redistribuído por um número imprevisível de pessoas ao longo do tempo, independentemente de o problema original ter sido esclarecido e resolvido a contento.
São quase 70 milhões de brasileiros com acesso à internet, dos quais 90% usam redes sociais. Surgem a cada dia na internet páginas de amor ou de ódio a pessoas, a produtos e a marcas. O McDonald's, por exemplo, tem mais de mil páginas no Orkut. Uma delas, Eu Odeio Muito Tudo Isso, existe desde 2004 e tem 34 mil participantes, além de milhares de tópicos de discussão.
Uma página que parece oficial, Amo Muito Tudo Isso, está na casa dos 31 mil participantes no momento em que escrevo este texto.
Esses números não importam muito, já que nosso assunto não é o McDonald's. E, como dizia Nelson Rodrigues, toda unanimidade é burra. O fato é que não há como impedir esse tipo de movimento. As marcas devem descobrir quando, onde e como interferir. Não é trivial.
A cada dia surgem também páginas com espírito mais brincalhão. São as do tipo Porra, Qualquer Coisa (desculpe de novo). Exemplos?
Porra, Nintendo e Porra, Arquiteto (essa é uma das mais engraçadas:porrarquiteto.tumblr.com).
A expressão, que para os mais velhos pode soar inaceitável, está se popularizando entre jovens e crianças e provavelmente deixará de ser tida como palavrão. Chega a ser empregada em tom amistoso. É um vocativo, um chamamento, um desejo de diálogo.
Penso que, em muitas dessas páginas, embora com mensagens às vezes agressivas, também transparece um sentimento positivo do público com relação ao objeto da crítica. Em outras palavras, se não se importassem, não escreveriam.
Mas, se dizem "porra", desejam um diálogo, querem fazer graça, mas querem que algo melhore.
É preciso reagir sem rancor. O balcão de reclamações está em toda parte. Por isso começa a se disseminar a prática de monitoração de menção a marcas nas redes sociais e na internet em geral. O primeiro passo é se informar. O segundo é decidir o que fazer, se fazer e como fazer. Em geral, opinião merece simplesmente respeito. Dúvida merece esclarecimento. Gozação merece risada. E problema merece solução.
Se quem reclama tem um problema objetivo a ser solucionado, quanto mais rápido se der a solução, menor será o dano à marca.
Se a reclamação é pública, a marca pode se mostrar solícita também publicamente, conduzindo a sequência da comunicação de forma privada. É um bom exemplo de como transformar um limão numa limonada. O marketing negativo pode se tornar imediatamente positivo. A marca atacada poderá ser admirada pela agilidade e presteza.
Tenho visto muitos profissionais entrarem em redes sociais, como o Twitter, e permanecerem surdos-mudos para reclamações e abordagens do público. Por que entraram? Voyeurismo? E para que serve não entrar em redes sociais? Manter-se na ignorância?
Márion Strecker
49 anos, jornalista, é diretora de conteúdo do UOL.

marion@uol.com.br
@marionstrecker

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Redes sociais no tempo de seus avós

Com certeza seus avós (e quem sabe pais) se interessariam mais no Twitter, YouTube, Facebook e Skype se vissem estas propagandas ao estilo da década de 60, mostrando as vantagens de compartilhar photographias, acompanhar seus contactos virtuais e assistir a vídeos na Internêt com acento. Porque melhores eram os tempos d'antanho!
Estas peças publicitárias foram criadas pela Moma Propaganda para o evento MaxiMídia do jornal Meio e Mensagem que vai acontecer em outubro, e ficaram tão animais que vêm circulando em sites estrangeiros também.
Clique para ampliar.




Vi aqui

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Pesquisa: 10% de usuários olham redes sociais durante sexo

Um em cada dez usuários do Twitter, Facebook e outras redes sociais nos Estados Unidos confere mensagens até mesmo durante o sexo, segundo pesquisa do site de resenhas e preços de produtos eletrônicos Retrevo.
De acordo com a pesquisa, que examinou respostas de cerca de mil pessoas sobre "quando, onde e quanto tempo os passam em redes sociais", o número se refere a usuários com menos de 25 anos. Acima da idade, são 6% os internautas que dizem não abandonar as redes sociais até mesmo durante o sexo.
No estudo, quase metade também respondeu que costuma interromper as refeições para acompanhar atualizações das redes sociais . Vinte e quatro por cento dos entrevistados com mais de 25 anos e 12% daqueles com menos de 25 anos também disseram que costumam ler mensagens eletrônicas mesmo se estão no banheiro.
"Com todo mundo enviando mensagens em seus telefones nestes dias, nós não estamos surpresos de ver que 40% das pessoas que responderam (à pesquisa) disseram que não se importam de ser interrompidas por uma mensagem", comentou o Retrevo.
O site The Huffington Post lembrou que outra pesquisa recente apontou que 15% dos americanos já interromperam o sexo para atender o telefone celular.
Fonte: Redação Terra

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Quase 90% dos internautas brasileiros acessam redes sociais

De acordo com pesquisa do Ibope Inteligência, 83% dos acessos a serviços como Facebook e Twitter são por razões pessoais.
Quase nove em cada dez internautas brasileiros (87%) acessam redes sociais, e esse número pode crescer ainda mais – 20% da população online pretende entrar em alguma dessas comunidades num futuro próximo.
O resultado coloca o Brasil em décimo lugar entre os usuários de sites como Orkut, You Tube, MSN, Twitter, Facebook e Linked In. A Índia lidera, seguida por Sérvia, Coréia do Sul, Rússia, Espanha, China, Turquia, Romênia e Itália.
O que mais as pessoas gostam de fazer nas redes sociais é ver mensagens/navegar (98%), conversar (76%) e atualizar o próprio perfil (76%). A grande maioria dos acessos (83%) é por razões pessoais – esse número chega a 90% no Nordeste.
A pesquisa ouviu 28 944 pessoas em 27 países para identificar as diferenças na forma como cada nação interage com mídias como Twitter, Facebook, Orkut, entre outras.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/23/quase-90-dos-internautas-brasileiros-acessam-redes-sociais/

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

11 redes sociais para quem procura emprego

A oportunidade pode estar a um clique. Conheça algumas redes sociais ideais para encontrar emprego
O ano virou e nada de emprego à vista? Seu próximo trabalho pode estar em uma rede social. Então não se culpe quando a maior parte do tempo que você deveria passar enviando currículos é gasta em sites cujo principal objetivo é estabelecer contatos. É provavelmente a maneira mais eficiente de encontrar o que você procura. Em todos os aspectos.
Saiba quais são as ideais para encontrar a próxima oportunidade de emprego:
APInfo – No site apinfo.com, que afirma não ser ligado a qualquer organização, é possível encontrar vagas em TI e cadastrar currículos para busca por eventuais empregadores.
BinarioBr – Grupo de discussão com foco na divulgação de vagas em TI. Atualmente com mais de 4.300 membros, é hospedado no Yahoo Grupos. As vagas também são divulgadas pelo Twitter (twitter.com/binariobr).
EmpregoBrasil – Perfil no Twitter (twitter.com/empregobrasil) que tem 6.400 seguidores. Suas ofertas incluem empregos, trabalhos, concursos e estágios em todo o Brasil.
EmpregosVagas – Perfil no Twitter (twitter.com/empregosvagas) com 4.200 seguidores. Também inclui vagas de todas as áreas, incluindo TI.
InfoJobs – Site para divulgação de vagas e cadastro de currículos, atualmente com 325 mil vagas em todas as áreas; dessas, 12 mil são de TI.
LinkedIn – Além de servir como ferramenta de networking, a rede social permite cadastrar e buscar vagas, que podem ser pesquisadas por país e palavra-chave.
Link Zero – Perfil no Twitter (twitter.com/link_zero) com mais de 6 mil seguidores. Divulga vagas na área de Comunicação, o que no caso inclui as diversas profissões ligadas à web.
NetCarreiras - Site que tem o apoio de grandes empresas de serviços em TI. Atualmente tem mais de 1.700 vagas disponíveis. A página inicial traz um ranking dos cargos mais disputados.
SouJava (Sociedade de Usuários Java) – Sua página traz uma seção que dá acesso às ofertas de emprego divulgadas pelo site.
TrabalhandoBr – Perfil no Twitter (twitter.com/trabalhandobr) com 3.400 seguidores. Embora divulgue vagas em qualquer área, as oportunidades em TI são constantes.
Vagas.com.br – Seu perfil no Twitter (twitter.com/vagas) tem mais de 23 mil seguidores. Além de vagas, divulga artigos e dicas, além de oportunidades de concurso.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Mapa das Redes Sociais

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Cuidado com o especialista em redes sociais


A história já provou: a novidade atrai os novos profetas. Não que mídias sociais sejam novidade, afinal, aquelas que reúnem jogadores de videogame já existem e já são exploradas comercialmente há quase uma década. Mesmo assim, não podemos negar o zunzunzum atual em torno delas.
Na esteira desse movimento, surgiram nos últimos meses dezenas de empresas e consultores “especialistas” em redes sociais. Entretanto, o que se tem visto até o momento são ações e conselhos baseados no achismo ou no “feeling”.
Se olharmos para trás, iremos encontrar algumas saídas que nos tirarão deste empirismo. Na sociologia, o campo que dá conta deste assunto é o da Análise de Redes Sociais (SNA, em inglês). Ele se dedica a propor métodos para a mensuração das relações de poder e influência, identificar pontos de concentração das informações, enfim, trata-se de uma área multidisciplinar – e, por isso, fascinante – que envolve, além da própria sociologia, estatística, matemática, comunicação e tecnologia.
Conhecer um pouco mais sobre SNA nos leva a questionar certas ações propostas por esses profissionais que, no fundo, não oferecem embasamento ou indicadores claros que permitam mensurar a real eficácia de uma ação de comunicação realizada neste tipo de ambiente.
Por exemplo, um dos melhores perfis para realizar ações no Twitter seria o de Marcelo Tas. Afinal, ele é dono de uma rede com mais de 280 mil seguidores. Logo, qualquer mensagem chegará a praticamente todos os rincões da “twittersfera”. Entrentanto, aplicando a metodologia de mensuração da SNA, veremos que isso não é verdade. Como a maioria dos seguidores de Tas são atraídos pela sua popularidade na TV ou por matérias na imprensa sobre o Twitter, essas pessoas não têm muitos seguidores de segundo nível. Basta conferir a lista de followers do jornalista para verificar o quão difícil é encontrar um perfil que tenha mais de 50 seguidores. Resumindo, uma mensagem difundida por ele perde força já na primeira camada da rede. Por outro lado, perfis com menos seguidores de primeiro nível, mas com uma rede de segundo nível mais concentrada, têm potencial e eficácia de comunicação muito maiores.
No exemplo hipotético a seguir, podemos observar isso. Suponhamos que Tas possui 6 seguidores e cada um deles é seguido por outras 2 pessoas. Se toda a rede de primeiro nível retuitar o jornalista, a mensagem original chegará a 12 usuários. O segundo usuário tem menos seguidores de primeiro nível (3), porém eles possuem uma rede de segundo nível muito mais forte, com 8 seguidores cada. Logo, se uma mensagem for retransmitida por toda a rede, ela chegará a 24 pessoas, ou seja, o dobro em relação à Tas.

A partir desta observação, quem você sugeriria para uma ação em redes sociais? Por esse motivo, na próxima vez que for contratar um consultor ou uma empresa “especializada” em redes sociais, pergunte como andam os conhecimentos em SNA.
Para quem quer se aprofundar em comunicação na redes sociais sugiro conhecer inicialmente o trabalho da Orgnet e comparar com aquilo que é oferecido no Brasil pelas ditas agências 2.0. Em seguida, vale uma parada no site da International Network for Social Network Analysis. Por fim, indico a leitura do e-book Introduction to Social Network Methods, que oferece uma bela visão sobre o tema. Com isso, você estará bem munido para encarar de forma crítica os argumentos e as proposta superficiais desses novos profetas da web 2.0.
(Andre de Abreu)
Fonte: http://imezzo.wordpress.com/2009/08/25/cuidado-com-o-especialista-em-redes-sociais/