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sábado, 5 de novembro de 2011

As maiores marcas nacionais no Facebook

Monitoramento da Dito Internet mensurou as dez marcas nacionais com mais fãs na rede social

Dito Internet, por meio do Graph Monitor, realizou um monitoramento o Facebook para mensurar as dez marcas com mais fãs no Facebook Brasil em outubro. Confira abaixo o infográfico completo.


sábado, 6 de novembro de 2010

Marcas usam resgate de mineiros para se promover

Por 69 dias, 33 trabalhadores ficaram presos dentro de uma mina no Chile. A história foi amplamente divulgada e gerou furor nos veículos de comunicação do mundo todo, que vieram à América Latina para cobrir o caso. Esse cenário de filme dramático abriu brecha para marcas aproveitarem a oportunidade para se divulgar. E foi exatamente isso que elas fizeram.
NASA, Apple e Oakley se envolveram fortemente com o resgate, sendo que a última chegou a divulgar um release (texto institucional) sobre o produto disponibilizado para ajudar no "acontecimento". A marca concedeu óculos do modelo Radar a cada um dos mineiros para que eles não tivessem problemas de sensibilidade ao chegar à superfície. "A Oakley está honrada em ter dado assistência às autoridades chilenas na operação de resgate", afirma Carlos Reyes, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da empresa.

Já a NASA forneceu um alimento com alto teor calórico líquido para evitar que os mineiros tivessem problemas por todo o tempo que passaram presos. A Apple, por sua vez, doou iPods para entretê-los depois que saíssem do buraco.

Mais uma série de outros produtos será doada às famílias dos trabalhadores, como peças de vestuário, lingeries sensuais, vinho, brinquedos e até mesmo roupas infantis de Halloween.

As informações são da Associated Press

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Fiat e Usiminas entre as marcas de maior prestígio em Minas Gerais


O Estado de Minas publicou ontem um caderno especial que traz uma pesquisa inédita com um resultado que, digamos, não nos surpreendeu. Foi executada pelo Grupo Troiano de Branding e Ideia Comunicação Empresarial com mais de 3,3 mil entrevistados e funcionou assim: 45 marcas de empresas do estado foram apresentadas e avaliadas de acordo com os seis atributos abaixo.
1. Qualidade dos produtos e serviços;
2. Responsabilidade social e ambiental;
3. Admiração e confiança;
4. Capacidade inovadora;
5. Ambiente de trabalho;
6. História e evolução.
Ficamos orgulhosos de ver que dois dos clientes da Tom figuram, respectivamente, em primeiro e terceiro lugares: Fiat e Usiminas. Parabéns a todos!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Marcas são esculturas de significado

Profissionais de marketing são gerentes de significado, trabalhando com esculturas de significado que naturalmente os consumidores estão aptos a produzir
Em que consiste, na sua essência, a função do profissional de marketing? Se você repetir essa pergunta - como eu já fiz - para diversos executivos que atuam na área, provavelmente vai encontrar respostas bastante divergentes. Na literatura acadêmica as respostas também são múltiplas e, não raramente, geram mais confusão do que explicam. Mas uma pergunta desta importância não pode ficar sem uma resposta clara. Para encurtar a história, decidi investigar essa questão.
A proposta mais interessante que encontrei foi, para minha surpresa, a de um antropólogo, o americano Grant McCracken. Ele sugere – absolutamente não de forma inédita, mas de modo bastante assertivo – que profissionais de marketing são, em essência, “gerentes de significado”. Crescimento de market share, resultados financeiros positivos... o sucesso deste executivo é sempre diretamente ligado à eficácia com que ele constrói significado para marcas.
E então McCracken acrescenta que significados não são criados do nada, eles têm sua origem na cultura: o conjunto de crenças, valores, comportamentos e instituições que organizam a vida em sociedade. É nesta preciosa fonte que bebem os profissionais de marketing, buscando significados que são então gerenciados para agregar valor a um determinado produto ou serviço, construir marcas e retornar posteriormente para a vida do consumidor.
Faz sentido para você? Para mim fez. Tanto que continuei navegando nos mares da antropologia e constatei que diversos autores escreveram sobre as operações mentais que pessoas, vivendo em sociedade, naturalmente fazem para atribuir significados, e portanto valor, a coisas ou objetos (ou, se você preferir, produtos). Sempre comparando os resultados desta investigação com o que efetivamente acontece no universo das marcas, comecei a catalogar essas diferentes, e “ancestrais”, operações mentais e finalmente as organizei em 12 tipos.
Claro, não pretendo que esta lista seja exaustiva e definitiva. Espero sim que ela seja fonte de inspiração. Pois acredito que é da profunda compreensão das motivações envolvidas nestas “naturais esculturas de significado humanas” que nasce o talentoso profissional de marketing. Note bem que em cada uma destas “esculturas” o tangível não muda, ou pelo menos, não necessariamente. O que é esculpido e modelado são os significados atribuídos à coisa material:
1. De “coisa” para... “Amuleto”
Operação mental em que é atribuído um “poder mágico” a determinado objeto. Exemplo ouvido recentemente de um jovem: “nossa, com este tênis parece que sou capaz até de voar...”
2. De “coisa” para... “Ingresso”
Objeto cuja posse culturalmente passa a implicar, ou ao menos facilitar, a aceitação em um desejado grupo social, mesmo que não formalmente constituído. Exemplo: ser assinante de determinada revista contribui para que o consumidor seja percebido como um “intelectual”.
3. De “coisa” para...“Personagem”
Operação mental em que o objeto ganha significado e valor ao passar a fazer parte do enredo da vida da pessoa, como um personagem. Exemplo: o cartão de crédito que esteve comigo em todas as fases da minha vida.
4. De “coisa” para...“Caça”
Operação em que significado e valor são atribuídos ao objeto em razão de características do próprio processo de busca e aquisição. Exemplo atual: “itens de coleção, quando até uma simples figurinha ganha um valor inestimável”.
5. De “coisa” para...“Ponte”
O objeto ganha significado quando culturalmente se torna uma ponte para aproximar pessoas e facilitar a interação social. Esta ponte pode ser “física”, quando, por exemplo, a coisa se torna um presente, ou “emocional”, quando a ponte surge de um tema de interesse comum que o objeto desperta. Exemplo: uma camiseta com ilustrações inspiradas em um filme ou programa de TV.
6. De “coisa” para...“Autêntico”
Normalmente, operação mental que acontece no vetor temporal: objeto ganha significado ao se tornar um representante fiel de iniciativa ou momento valorizado do passado. Exemplo pessoal: o “baleiro” que orgulhosamente exibo na minha sala.
7. De “coisa” para...“Exótico”
Operação mental que navega no vetor espacial: objeto ganha valor quando passa a representar outras culturas ou pontos de vista. Exemplo: um vaso com motivos africanos.
8. De “coisa” para... “Troféu”
O que se torna escasso ou limitado, inclusive por meio do preço, ganha significado ao delimitar territórios sociais. Exemplos proliferam no mercado de luxo.
9. De “coisa” para...“Saber”
Objeto que também passa a delimitar territórios sociais, só que principalmente em função do conhecimento demandado para sua utilização e fruição. Exemplo obrigatório: uma garrafa de vinho.
10. De “coisa” para...“Bandeira”
Objeto que se torna símbolo de um desejo humano maior, como liberdade, amor, mudança ou a pátria. Exemplo antológico: uma motocicleta Harley-Davidson.
11. De “coisa” para...“Arte”
Objeto que passa a ser descrito como exemplo da inventividade humana e da nossa capacidade de transcender o meramente biológico. Exemplos abundam na gastronomia: “isto não é comida apenas, são pepitas de chocolate trufado”.
12. De “coisa” para...“Sagrado”
Objeto cujo significado mais evidente é transferido de outra pessoa, não raramente uma celebridade, que detinha a posse anterior da coisa ou que se envolveu na sua produção e consumo. Exemplo: o “perfume de Antonio Banderas”.
Em resumo: profissionais de marketing são gerentes de significado, trabalhando com esculturas de significado que naturalmente os consumidores estão aptos a produzir. Em certo sentido, nós não inventamos nada. Construímos significado quando gerenciamos eficazmente – estimulando e compartilhando com consumidores - um processo que é fundamentalmente humano.
Fernando Jucá (Diretor Associado do Grupo Troiano de Branding)
Fonte: Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

As marcas mais valiosas do mundo


A Millward Brown Optimor divulgou sua pesquisa anual de marcas, revelando o ranking das 100 mais valiosas marcas do mundo, com seus valores em dólares. Novamente, o ranking é liderado pela Google, cuja marca foi avaliada em $ 100 bilhões de dólares, valor 16% maior que os $ 86 bilhões do ano passado. Em seguida, a rival Microsoft, que teve sua marca avaliada em $ 76,2 bilhões, crescendo 8% em relação ao ranking divulgado em 2008.
Apenas para reforçar e deixar claro, esses valores são referentes à marca e não ao valor total da empresa. Em número absolutos, a Microsoft ainda é uma empresa maior que a Google. É também preciso frisar que praticamente todos os produtos da empresa de Mountain View levando “Google” no nome, reforçando assim o poder da marca. Enquanto isso, a Microsoft se divide em outras marcas como “Bing”, “Windows”, etc.
Voltando ao ranking, em 3º temos a Coca-Cola, que há poucos anos liderava esse mesmo ranking absoluta. Em seguida temos a IBM, com valor de $ 66,2 bilhões e um crescimento de 20% em relação a 2008. Ou seja, das quatro marcas mais valiosas do mundo, três estão no ramo de tecnologia. Oito das 10 maiores são norte-americanas.
Se divirmos o ranking por categorias, teremos:
Games Consoles:
Nintendo DS
Nintedo Wii
Microsoft Xbox 360
Sony Plastion 3
Microsoft Xbox
Operadoras:
China Mobile
Vodafone
AT&T
Verizon Wireless
NTT DoCoMo
Fabricantes de celular:
Neste ranking, Apple, HP e Samsung não são fabricantes exclusivamente de celulares. Tenho certeza que a HP não estaria aqui se fosse o caso.
Apple
Nokia
BlackBerry (crescimento de 100% em relação a 2008)
HP
Samsung
Para ver o estudo completo, clique aqui.
Fonte: http://www.meiobit.com/