quinta-feira, 29 de abril de 2010

Vagas para sobreviver ao fim do mundo custam US$ 50 mil

Empresa americana vai construir 20 abrigos subterrâneos, cada um com capacidade para até 200 pessoas em uma área de 1.800 m2. Os locais devem estar prontos antes 21 de dezembro de 2012.

O abrigo será construído em um espaço de 1.800 metros quadrados.
“O planeta passará por uma catástrofe devastadora. Desastres são inevitáveis. É hora de se preparar”. Os dizeres poderiam estar escritos nos livros de Nostradamus ou em algum documento sobre as teorias do fim do mundo ligadas ao término do Calendário Maia (em 2012). Mas, ao contrário de tudo isso, essas palavras estão no site da Vivos Group, empresa que oferece a apenas quatro mil pessoas a chance de sobreviver ao fim do mundo.
Com sede na Califórnia, a companhia vai construir 20 abrigos subterrâneos próximos às principais cidades dos Estados Unidos, cada um com capacidade para até 200 pessoas em uma área de 1.800 m2. Cada vaga custa US$ 50 mil, o equivalente a R$ 88 mil. Mas, segundo a empresa, não basta pagar o montante para ocupar os locais. É preciso passar por um processo seletivo, que a empresa mantém sob sigilo. Até agora, cerca de mil pessoas se tornaram compradores desses abrigos.

As instalações contam com TV e máquina de lavar louças
Os abrigos projetados pela Vivos são vendidos como locais resistentes a ataques nucleares, bioterrorismo, guerras químicas, vulcões, asteróides, terremotos, mudanças climáticas e outros fatores.
Além de oferecer segurança, a empresa será responsável por fornecer assistência médica, odontológica, alimentação pelo período de um ano após o fechamento das unidades. A dieta contará com 2.500 calorias diárias e deve incluir básicos (grãos, vegetais, carnes).
Mas, a empresa informa que nem tudo será “apocalíptico”. Nos abrigos da Vivos haverá também uma parte de entretenimento, regado a vinhos.
Segundo a Vivos, os abrigos também serão depósitos de DNA. Para isso, a empresa solicitou à universidades que enviassem amostras de todos os seres vivos da Terra, junto com sementes, que serão guardadas em cofres refrigerados.
Assim que o número de aprovados chegue aos quatro mil usuários, a empresa deve começar a construção dos abrigos. Os locais devem estar prontos antes de 21 de dezembro de 2012
Confira a galeria de fotos do abrigo
Fonte: Época NEGÓCIOS Online

2 comentários:

Ézyo Lamarca disse...

Eles vão assistir TV depois do "fim do mundo"?

Sarah Sader disse...

E ainda terá internet também.
Se hoje sem estarmos vivendo o fim do fim do mundo a internet anda mal imagina no fim mesmo??