Tudo bem. Somos da Comunicação, sempre tem aquela desculpa “não gostamos de números”, mas vamos pensar um pouco em matemática. O Orkut nasceu em 2004. Foi liberado para acesso sem convite a partir de 2006, mesmo ano da criação do Twitter. De lá, se vão (apenas) pouco mais de quatro anos. Ok. Em uma avaliação informal, podemos dizer que há um ano e meio, dois, o microblogging sequer era conhecido por grande parte da população brasileira e, idem, pelas empresas tupiniquins.
Esse meu pequeno exercício se dá pela proliferação, nos últimos tempos, de um profissional muito interessante: o analista de redes sociais. O que eu entendo por analista, conceito que o Aurélio conjuga comigo, é aquele sujeito especialista, que tem propriedade, vivência teórica e prática, que pode dar respostas e indicar caminhos sobre determinado assunto. Assim acontece nas áreas de sistemas, recursos humanos, marketing etc. O que me faz voltar aos números e pensar como é possível existir analistas em uma “disciplina” tão recente.
Não estou julgando a qualidade deste ou daquele profissional. Se você é um analista de redes sociais, perdão, sei que tem muita gente que trabalha/pensa em internet desde os tempos em que eu queria ser jogador de futebol. Mas é preciso cuidado. A velocidade com que as coisas andam retoma a um velho papo: muita informação e pouca formação. Você absorve muito, mas, apesar de passar essa impressão, não quer dizer que você se torne um especialista.
Olhe para a sua time-line do Twitter. Quantas promoções você vê por dia? RT aquilo e ganhe aquilo outro. E é aí que mora o perigo. Commodities. Mais do mesmo. Muito “analista” pensando no que alguns de vanguarda já haviam pensado lá atrás. Chegando no que a velha (?) e boa propaganda discute há anos, o diferencial. Enquanto as redes sociais engatinham – e, sim, pode ter certeza que elas estão apenas engatinhando – um RT no Twitter e um bate papo em comunidades no Orkut podem ser a sua solução. Mas o divisor de águas será aquela que, sem o devido oportunismo, olha para a ferramenta e pensa “fora da caixa”: a criatividade.
Por @jonesmeira, redator web da Solution.
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Conheça o perfil do profissional que o mercado de mídias sociais está buscando
O mercado de mídias sociais está em consolidação, mas já traça o tipo de profissional que precisa para manter seu ritmo de crescimento. O dinamismo de redes sociais como Twitter, Facebook, Flickr e Orkut - adotadas, cada vez mais, por empresas interessadas em estreitar o relacionamento com sua clientela - exige um perfil que seja capaz de adequar estratégias de marketing tradicionais às ferramentas on-line. O que significa, dizem especialistas, não só gostar de internet, mas também ter capacidade de planejamento e de gerenciamento de crises. A formação? Principalmente, em carreiras da área de humanas, como comunicação social, administração e marketing, além de antropologia e ciências sociais.
Ser jovem não chega a ser uma exigência, mas sim um reflexo do desenvolvimento recente desse mercado: a faixa etária de 25 a 35 anos é predominante entre especialistas da área, seja por terem crescido em contato com o computador ou sentido necessidade de acompanhar a tendência.
- Há uma geração que encara a internet de forma natural e outra que se adaptou a ela - diz Jacqueline Resch, sócia da Resch Recursos Humanos, de recrutamento e seleção de executivos. - Independentemente disso, as empresas têm demandado que seus funcionários, principalmente da área de marketing, busquem conhecimento no assunto.
Por abastecer as redes com conteúdo sobre as empresas e, ao mesmo tempo, monitorar o que é dito sobre elas na web, esse novo profissional precisa conhecer a fundo a organização em que trabalha, além do perfil dos usuários que navegam na internet.
- A formação acadêmica não é determinante, mas quem é de marketing, por exemplo, entende mais rapidamente a importância da imagem da marca e como pensar de forma integrada a estratégia do cliente. Já quem cursou antropologia, ciências sociais e história consegue traçar, mais facilmente, o perfil do usuário - explica o administrador Hugo Godinho, de 28 anos, diretor do Núcleo de Comunicação Integrada e Novas Mídias da agência In Press Porter Novelli.
Estar sempre conectado e ser curioso para garimpar novidades também são características essenciais, pelo menos para a publicitária Cristiana Rodrigues, de 33 anos, gerente de Web da TIM Brasil. Entre as funções que exerce estão administrar o posicionamento da multinacional no Twitter - que conta com mais de 17.266 seguidores - e intermediar sua relação com agências externas que desenvolvem projetos on-line sob encomenda.
- Além de dominar o inglês e ferramentas de publicação na rede, o profissional deve ser antenado e aberto a mudanças. É desejável, ainda, que tenha experiência prévia em comunicação, com atendimento ou marketing - diz Cristiana, ressaltando que ser organizado também é pré-requisito. - A gestão operacional das redes demanda planejamento e controle. É importante, ainda, ter tranquilidade para lidar com crises, já que o ambiente virtual é democrático e algumas pessoas podem se manifestar de forma ofensiva.
Nessas horas, ter em mente o posicionamento da marca na rede ajuda, diz a publicitária Andrea Dietrich, de 28 anos, gerente digital do grupo Pão de Açúcar. E muito:
- Se os profissionais conhecem a fundo os objetivos da marca, eles conseguem avaliar melhor o que responder e de que forma.
Ser jovem não chega a ser uma exigência, mas sim um reflexo do desenvolvimento recente desse mercado: a faixa etária de 25 a 35 anos é predominante entre especialistas da área, seja por terem crescido em contato com o computador ou sentido necessidade de acompanhar a tendência.
- Há uma geração que encara a internet de forma natural e outra que se adaptou a ela - diz Jacqueline Resch, sócia da Resch Recursos Humanos, de recrutamento e seleção de executivos. - Independentemente disso, as empresas têm demandado que seus funcionários, principalmente da área de marketing, busquem conhecimento no assunto.
Por abastecer as redes com conteúdo sobre as empresas e, ao mesmo tempo, monitorar o que é dito sobre elas na web, esse novo profissional precisa conhecer a fundo a organização em que trabalha, além do perfil dos usuários que navegam na internet.
- A formação acadêmica não é determinante, mas quem é de marketing, por exemplo, entende mais rapidamente a importância da imagem da marca e como pensar de forma integrada a estratégia do cliente. Já quem cursou antropologia, ciências sociais e história consegue traçar, mais facilmente, o perfil do usuário - explica o administrador Hugo Godinho, de 28 anos, diretor do Núcleo de Comunicação Integrada e Novas Mídias da agência In Press Porter Novelli.
Estar sempre conectado e ser curioso para garimpar novidades também são características essenciais, pelo menos para a publicitária Cristiana Rodrigues, de 33 anos, gerente de Web da TIM Brasil. Entre as funções que exerce estão administrar o posicionamento da multinacional no Twitter - que conta com mais de 17.266 seguidores - e intermediar sua relação com agências externas que desenvolvem projetos on-line sob encomenda.
- Além de dominar o inglês e ferramentas de publicação na rede, o profissional deve ser antenado e aberto a mudanças. É desejável, ainda, que tenha experiência prévia em comunicação, com atendimento ou marketing - diz Cristiana, ressaltando que ser organizado também é pré-requisito. - A gestão operacional das redes demanda planejamento e controle. É importante, ainda, ter tranquilidade para lidar com crises, já que o ambiente virtual é democrático e algumas pessoas podem se manifestar de forma ofensiva.
Nessas horas, ter em mente o posicionamento da marca na rede ajuda, diz a publicitária Andrea Dietrich, de 28 anos, gerente digital do grupo Pão de Açúcar. E muito:
- Se os profissionais conhecem a fundo os objetivos da marca, eles conseguem avaliar melhor o que responder e de que forma.
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Mercado debate Fronteiras da Mídia
Práticas de planejamento, gestão de verbas, negociações e novos conceitos estão na pauta de discussão.
Com o objetivo de analisar a questão da mídia a partir da perspectiva dos anunciantes e agências a ABA (Associação Brasileira dos Anunciantes) promoveu na última semana o Fórum Internacional “Mídia, a Nova Fronteira Criativa”. O evento contou com a presença de renomados profissionais do mercado que debateram os mais recentes conceitos e práticas de planejamento, gestão de verbas e negociações, além de apresentarem cases considerados por eles como inovadores.
Para falar sobre como os veículos tradicionais estão se expandindo para as novas mídias, o evento contou com as participações de Armando Ruivo, diretor de marketing publicitário do Grupo Estado, e Claudio Santos, diretor geral de Mercado Nacional do Grupo RBS. Segundo Ruivo, diante da queda de assinaturas e dos novos e mais rápidos meios de informação, os jornais tiveram que buscar outros caminhos para reinventar a sua realidade. “De um modo geral, ao falar do Grupo Estado, as pessoas lembram apenas de três marcas: O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde e rádio Eldorado. No entanto, se abordarmos a gestão de marcas que realizamos, esse panorama muda de figura”, destaca Ruivo. De acordo com o executivo, como estratégia para sobreviver aos novos tempos, o Grupo realizou pesquisas no início de 2009 e verificou a oportunidade de trabalhar pontualmente quatro marcas do jornal: Paladar, Guia, Classificados e Link. “Isso nos proporciona uma pluralidade de audiências e é o exemplo de comunicação que perseguimos”, enfatizou.
Já Claudio Santos disse que o Grupo RBS procura não rotular as mídias como novas ou analógicas. “Na realidade, o que importa no mercado de consumo é a relevância. E é exatamente isso que procuramos fazer na RBS, criando plataformas de mídia amplamente diferenciadas e únicas”, afirma Santos. Segundo o diretor geral de Mercado Nacional do Grupo RBS, nos últimos dois anos o jornal Lance – especializado em esportes – é uma das publicações de maior tiragem. “Isso porque o seu conteúdo reage de acordo com o perfil do leitor. Desta forma, é o consumidor que dita determinado comportamento e não a tecnologia”, comentou Santos, que diz não acreditar no fim do ambiente analógico. “Essa mídia deve, porém, estar interligada a um conteúdo interativo e que tenha, acima de tudo, relevância para as pessoas”, enfatizou.
Santos acrescentou, ainda, que os veículos perdem cada vez mais o controle da exclusividade do conteúdo. Nesse sentido, ele destaca o conteúdo criado pelas empresas e marcas como a próxima onda a ser explorada no mercado.
Novos formatos
No painel que debateu as formas de comunicação das marcas com os consumidores, Igor Puga, sócio e diretor executivo da IDTBWA, apresentou o case desenvolvido para a Pedigree, marca de rações da Mars.
Segundo Puga, o objetivo da empresa era se destacar no mercado da categoria que, usualmente, explora somente os benefícios do alimento. “Sendo assim, a grande sacada foi abdicar da mídia de massa e fazer uma comunicação focada apenas na internet’, contou Puga. Conforme o executivo, há cerca de quatro anos, diante da perda de share nos Estados Unidos e Europa, a companhia criou a ação “Prova de Amor”, que estimulava a adoção de cães. Segundo ele, com o sucesso da iniciativa nos EUA, a Pedigree decidiu, então, replicar em 2007 o case no Brasil. “Fizemos parcerias com o Yahoo!, Google e MSN, e utilizamos de sua competitividade para estimular a adoção dos animais. Cada portal lutava pelo destaque de seu cão”, disse Puga.
Segundo ele, a ação gerou o impacto de mais de 16 milhões de internautas. E somente após o sucesso na internet é que a Pedigree decidiu partir para uma campanha de massa. Segundo ele, a empresa lançará em breve uma ação que trará como garoto-propaganda o cão mais votado pelo público, o do Yahoo!. “Obtivemos destaque editorial e o Google nos ofereceu mais palavras-chave além das já compradas. Este é um exemplo de formato que extrapola os formatos comerciais padrão”, enfatizou Puga. Já para Ricardo Monteiro, gerente de Mídia da Reckitt & Benckiser, quanto mais as marcas tentarem embutir o maior número de informações em uma comunicação, pior será o entendimento da mensagem pelo consumidor. “Por isso, é fundamental prezar pelo envolvimento. Sendo assim, é necessário que o seu conteúdo alie criatividade e uma boa composição das melhores formas de falar com o público”, disse Monteiro.
Inovação e boas histórias
Durante o painel que discutiu as formas como as marcas estão se comunicando com as pessoas, a gerente sênior de comunicação de marca da Avon para a América Latina, Cíntia dos Santos, enfatizou o posicionamento da empresa em apresentar uma comunicação relevante para os consumidores. “A Avon está presente em 15 países, mas toda a estratégia de mídia é desenvolvida regionalmente no Brasil”, disse.
A respeito de como as agências estão aproximando mídia, criação e planejamento e o impacto dessa evolução para o anunciante, Marlene Bregman, vp de negócios corporativos da Leo Burnett, enfatizou o valor do tempo para o aprendizado e quebra de paradigmas. “Em certas agências, essas paredes ainda não foram derrubadas. Inclusive, acredito que o conceito de integração já esteja superado. Hoje não temos mais que integrar, mas sim convergir”, afirma Marlene.
Já Luis Flávio Padilha, vp de mídia da Euro Brasil RSCG, apresentou cases para ilustrar os trabalhos que a agência vem desenvolvendo para os seus clientes. Um deles foi o lançamento, em 2007, do modelo C4 Pallas, da Citroën, que contou com merchandising na novela “Paraíso Tropical”, da Rede Globo. “Planejamento, mídia e criação desenvolveram juntos a iniciativa. Tivemos que apresentar o carro sem ele mesmo estar disponível na concessionária”, disse Padilha.
O painel contou, ainda, com a participação de Átila Francucci, que apresentou parte de palestra de Chuck Porter, sócio e chairman da Crispin Porter + Bogusky – realizada há cerca de dois meses no Clube de Criação, em São Paulo. “Porter diz que a mídia pode mudar, mas o poder da história não. Compartilho da mesma opinião. Não há moral sem história. E se ela for chata, não conseguirá atender ninguém”, complementou Francucci.
Por Juliana Welling
Fonte: www.propmark.com.br
Com o objetivo de analisar a questão da mídia a partir da perspectiva dos anunciantes e agências a ABA (Associação Brasileira dos Anunciantes) promoveu na última semana o Fórum Internacional “Mídia, a Nova Fronteira Criativa”. O evento contou com a presença de renomados profissionais do mercado que debateram os mais recentes conceitos e práticas de planejamento, gestão de verbas e negociações, além de apresentarem cases considerados por eles como inovadores.
Para falar sobre como os veículos tradicionais estão se expandindo para as novas mídias, o evento contou com as participações de Armando Ruivo, diretor de marketing publicitário do Grupo Estado, e Claudio Santos, diretor geral de Mercado Nacional do Grupo RBS. Segundo Ruivo, diante da queda de assinaturas e dos novos e mais rápidos meios de informação, os jornais tiveram que buscar outros caminhos para reinventar a sua realidade. “De um modo geral, ao falar do Grupo Estado, as pessoas lembram apenas de três marcas: O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde e rádio Eldorado. No entanto, se abordarmos a gestão de marcas que realizamos, esse panorama muda de figura”, destaca Ruivo. De acordo com o executivo, como estratégia para sobreviver aos novos tempos, o Grupo realizou pesquisas no início de 2009 e verificou a oportunidade de trabalhar pontualmente quatro marcas do jornal: Paladar, Guia, Classificados e Link. “Isso nos proporciona uma pluralidade de audiências e é o exemplo de comunicação que perseguimos”, enfatizou.
Já Claudio Santos disse que o Grupo RBS procura não rotular as mídias como novas ou analógicas. “Na realidade, o que importa no mercado de consumo é a relevância. E é exatamente isso que procuramos fazer na RBS, criando plataformas de mídia amplamente diferenciadas e únicas”, afirma Santos. Segundo o diretor geral de Mercado Nacional do Grupo RBS, nos últimos dois anos o jornal Lance – especializado em esportes – é uma das publicações de maior tiragem. “Isso porque o seu conteúdo reage de acordo com o perfil do leitor. Desta forma, é o consumidor que dita determinado comportamento e não a tecnologia”, comentou Santos, que diz não acreditar no fim do ambiente analógico. “Essa mídia deve, porém, estar interligada a um conteúdo interativo e que tenha, acima de tudo, relevância para as pessoas”, enfatizou.
Santos acrescentou, ainda, que os veículos perdem cada vez mais o controle da exclusividade do conteúdo. Nesse sentido, ele destaca o conteúdo criado pelas empresas e marcas como a próxima onda a ser explorada no mercado.
Novos formatos
No painel que debateu as formas de comunicação das marcas com os consumidores, Igor Puga, sócio e diretor executivo da IDTBWA, apresentou o case desenvolvido para a Pedigree, marca de rações da Mars.
Segundo Puga, o objetivo da empresa era se destacar no mercado da categoria que, usualmente, explora somente os benefícios do alimento. “Sendo assim, a grande sacada foi abdicar da mídia de massa e fazer uma comunicação focada apenas na internet’, contou Puga. Conforme o executivo, há cerca de quatro anos, diante da perda de share nos Estados Unidos e Europa, a companhia criou a ação “Prova de Amor”, que estimulava a adoção de cães. Segundo ele, com o sucesso da iniciativa nos EUA, a Pedigree decidiu, então, replicar em 2007 o case no Brasil. “Fizemos parcerias com o Yahoo!, Google e MSN, e utilizamos de sua competitividade para estimular a adoção dos animais. Cada portal lutava pelo destaque de seu cão”, disse Puga.
Segundo ele, a ação gerou o impacto de mais de 16 milhões de internautas. E somente após o sucesso na internet é que a Pedigree decidiu partir para uma campanha de massa. Segundo ele, a empresa lançará em breve uma ação que trará como garoto-propaganda o cão mais votado pelo público, o do Yahoo!. “Obtivemos destaque editorial e o Google nos ofereceu mais palavras-chave além das já compradas. Este é um exemplo de formato que extrapola os formatos comerciais padrão”, enfatizou Puga. Já para Ricardo Monteiro, gerente de Mídia da Reckitt & Benckiser, quanto mais as marcas tentarem embutir o maior número de informações em uma comunicação, pior será o entendimento da mensagem pelo consumidor. “Por isso, é fundamental prezar pelo envolvimento. Sendo assim, é necessário que o seu conteúdo alie criatividade e uma boa composição das melhores formas de falar com o público”, disse Monteiro.
Inovação e boas histórias
Durante o painel que discutiu as formas como as marcas estão se comunicando com as pessoas, a gerente sênior de comunicação de marca da Avon para a América Latina, Cíntia dos Santos, enfatizou o posicionamento da empresa em apresentar uma comunicação relevante para os consumidores. “A Avon está presente em 15 países, mas toda a estratégia de mídia é desenvolvida regionalmente no Brasil”, disse.
A respeito de como as agências estão aproximando mídia, criação e planejamento e o impacto dessa evolução para o anunciante, Marlene Bregman, vp de negócios corporativos da Leo Burnett, enfatizou o valor do tempo para o aprendizado e quebra de paradigmas. “Em certas agências, essas paredes ainda não foram derrubadas. Inclusive, acredito que o conceito de integração já esteja superado. Hoje não temos mais que integrar, mas sim convergir”, afirma Marlene.
Já Luis Flávio Padilha, vp de mídia da Euro Brasil RSCG, apresentou cases para ilustrar os trabalhos que a agência vem desenvolvendo para os seus clientes. Um deles foi o lançamento, em 2007, do modelo C4 Pallas, da Citroën, que contou com merchandising na novela “Paraíso Tropical”, da Rede Globo. “Planejamento, mídia e criação desenvolveram juntos a iniciativa. Tivemos que apresentar o carro sem ele mesmo estar disponível na concessionária”, disse Padilha.
O painel contou, ainda, com a participação de Átila Francucci, que apresentou parte de palestra de Chuck Porter, sócio e chairman da Crispin Porter + Bogusky – realizada há cerca de dois meses no Clube de Criação, em São Paulo. “Porter diz que a mídia pode mudar, mas o poder da história não. Compartilho da mesma opinião. Não há moral sem história. E se ela for chata, não conseguirá atender ninguém”, complementou Francucci.
Por Juliana Welling
Fonte: www.propmark.com.br
segunda-feira, 14 de abril de 2008
A Galinha
Achei bem interessante essa fábula, fala muito do que temos encontrado no mercado de trabalho hoje em dia, e ajuda a acordamos para o futuro!
Vamos ampliar nossos horizontes!
A Galinha
Numa granja, uma galinha se destacava entre todas as outras por seu espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria.
O dono, porém, estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que já a estavam copiando.
Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, e amarrou a galinha a ele, com um barbante de dois metros. O mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o fio lhe permitia chegar.
Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. De tanto andar nesse círculo, a grama dali foi desaparecendo. Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela. Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro, só terra.
Depois de um tempo, o dono se compadeceu da ave, pois ela, tão inquieta e audaciosa, era agora uma apática figura. Então a soltou.
Agora estava livre! Mas, estranhamente, a galinha não ultrapassava o círculo que ela própria havia feito. Só ciscava dentro do seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora, mas não tinha coragem suficiente para se aventurar a ir até lá. E assim foi até o seu fim.
MORAL DA HISTÓRIA -Nascemos tendo nossos horizontes como limites, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos nossos pés fiquem presos a um chão chamado rotina. Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação. Admiram os que têm a ousadia de recomeçar, porém, elas próprias buscam algum culpado e vão ficando dentro do seu "círculo".
O RECADO - O mercado sempre coroa com reconhecimento àqueles que inovam, criam, chamam a atenção.
O segredo do sucesso está na criatividade. Criar é pôr em prática algo que não existe. É correr o risco. Isto é fato, mas como se poderá saber o final da história se não se caminha até o fim?
Vamos ampliar nossos horizontes!
A Galinha
Numa granja, uma galinha se destacava entre todas as outras por seu espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria.
O dono, porém, estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que já a estavam copiando.
Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, e amarrou a galinha a ele, com um barbante de dois metros. O mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o fio lhe permitia chegar.
Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. De tanto andar nesse círculo, a grama dali foi desaparecendo. Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela. Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro, só terra.
Depois de um tempo, o dono se compadeceu da ave, pois ela, tão inquieta e audaciosa, era agora uma apática figura. Então a soltou.
Agora estava livre! Mas, estranhamente, a galinha não ultrapassava o círculo que ela própria havia feito. Só ciscava dentro do seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora, mas não tinha coragem suficiente para se aventurar a ir até lá. E assim foi até o seu fim.
MORAL DA HISTÓRIA -Nascemos tendo nossos horizontes como limites, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos nossos pés fiquem presos a um chão chamado rotina. Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação. Admiram os que têm a ousadia de recomeçar, porém, elas próprias buscam algum culpado e vão ficando dentro do seu "círculo".
O RECADO - O mercado sempre coroa com reconhecimento àqueles que inovam, criam, chamam a atenção.
O segredo do sucesso está na criatividade. Criar é pôr em prática algo que não existe. É correr o risco. Isto é fato, mas como se poderá saber o final da história se não se caminha até o fim?
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