Mostrando postagens com marcador câncer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador câncer. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Nova pesquisa mostra correlação entre casos de morte por câncer e localização das antenas de telefonia celular

Tese de doutorado da engenheira Adilza Condessa Dode defendida na UFMG, no final de março, revela que há fortes evidências entre mortes por câncer e localização de antenas de celulares em Belo Horizonte. A pesquisa confirma resultados de estudos realizados na Alemanha e em Israel.
Com base no geoprocessamento da cidade, a pesquisa constatou que mais de 80% das pessoas que morreram de cânceres relacionados à radiação eletromagnética – emitida pelos celulares – moravam a cerca de 500 metros de distância de alguma antena.
A tese é tema da edição do Boletim UFMG que circula na segunda-feira, 12 de abril.
Níveis seguros?
Há níveis seguros de radiação para a saúde humana? “Esse é exatamente o problema: até agora, ninguém sabe quais os limites de uso inócuos à saúde”, explica Adilza Dode, ao destacar que os padrões permitidos no Brasil são os mesmos adotados pela Comissão Internacional de Proteção Contra Radiações Não-Ionizantes (Icnirp), normatizados em legislação federal de maio de 2009. Para a pesquisadora, esses padrões são inadequados. “Eles foram redigidos com o olhar da tecnologia, da eficiência e da redução de custos, e não com base em estudos epidemiológicos”, assegura.
Entre os 22.543 casos de morte por câncer ocorridos em Belo Horizonte de 1996 a 2006, Adilza Dode selecionou 4.924, cujos tipos – próstata, mama, pulmão, rins, fígado, por exemplo – são reconhecidos na literatura científica como relacionados à radiação eletromagnética.
Na fase seguinte do estudo, elaborou metodologia inédita, utilizando o geoprocessamento da cidade, para descobrir a que distância das antenas moravam as 4.924 pessoas que morreram no período. “A até 500 metros de distância das antenas, encontrei 81,37% dos casos de óbitos por neoplasias”, conta a pesquisadora, professora do Centro Universitário Izabela Hendrix e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.
“Não somos contra a telefonia celular, mas queremos que o Brasil adote o princípio da precaução, até que novas descobertas científicas sejam reconhecidas como critério para estabelecer ou modificar padrões de exposição humana à radiação não ionizante”, diz a pesquisadora.
Recomendações
Em um capítulo de sua tese, ela lista uma série de recomendações. Entre elas, a de que o Brasil adote os limites já seguidos por países como a Suíça. Sugere, ainda, que o governo não permita transmissão de sinal de tecnologias sem fio para creches, escolas, casas de repouso, residências e hospitais; crie infraestrutura para medir e monitorar os campos eletromagnéticos provenientes das estações de telecomunicação e desestimule ou proíba o uso de celulares por crianças e pré-adolescentes.
Componente da banca que avaliou a tese de Adilza Dode, o professor Francisco de Assis Ferreira Tejo, do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Campina Grande, afirma que a tese desenvolvida por Adilza Dode "deve ser um marco para que a sociedade brasileira e o Ministério Público comecem a se debruçar sobre a questão dos efeitos biológicos dos campos eletromagnéticos".
A tese Mortalidade por neoplasias e telefonia celular em Belo Horizonte, Minas Gerais foi defendida em 26 de março de 2010, junto ao Programa de Doutorado em Saneamento, Meio Ambiente, e Recursos Hídricos (Desa) da Escola e Engenharia da UFMG, e teve como orientadora a professora Mônica Maria Diniz Leão, do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, da Escola de Engenharia e co-orientadora a professora Waleska Teixeira Caiaffa, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina.
Leia matéria do Boletim na íntegra: http://www.ufmg.br/online/arquivos/015092.shtml

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Feirinha leva informação para combater o câncer de mama


Em comemoração ao mês mundial de conscientização sobre o câncer de mama, a Feira de Arte e Artesanato de Sete Lagoas promove o movimento “Um beijo pela vida contra o câncer de mama e violência doméstica”. Na próxima sexta-feira (23) e sábado (24), a partir de 20h, os visitantes da feirinha poderão se informar sobre o câncer de mama, com orientações médicas e cartilhas, além de aprenderem mais sobre o auto-exame. A ação promove ainda um acompanhamento da saúde em geral, com medição da pressão arterial, índice de massa corporal e glicose.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), os sintomas mais comuns de câncer de mama são nódulos ou tumores no seio, acompanhados ou não de dor no local. A estimativa, em 2008, é de que quase 50 mil mulheres tiveram novos casos de câncer de mama no país. O Instituto avalia que 51 em 100 mil casos podem apresentar riscos e o auto-exame é um dos primeiros passos para identificar o câncer. Exames complementares, como a mamografia, são recomendados pelo INCA para as mulheres.
O movimento “Um beijo pela vida” é uma promoção da diretoria da Feira de Arte e Artesanato, Secretaria de Cultura e Comunicação e AVON regional. A feirinha está localizada na praça à beira da Lagoa Paulino

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Campanha para prevenção do câncer de mama


A New Zealand Breast Cancer Foundation está com uma campanha desenvolvida pela Colenso BBDO com o objetivo de para encorajar as mulheres com mais de 40 anos a fazerem a mamografia, pois a detecção precoce do câncer de mama dá uma chance muito maior de sobrevivência.

Usando o slogan: ” Quanto mais tempo você esperar, maior será o problema.” foi desenvolvida uma ação de ambiente onde um enorme tumor empatava a passagem dos pedestres nas ruas da cidade de Auckland comunicando e sensibilizando sobre o problema.

Um comercial de tv tambémm foi criando, onde se faz uma analogia de como um câncer de mama, se não tratado a tempo, pode se tornar um “enorme” problema para a vida de uma família.
Um excelente alerta para as mulheres fazerem o auto exame e prevenirem essa terrível doença.