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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

E começa a indecisão, onde será o dia inesquecível?!

São muitas as indecisões para o casamento, mas uma que andou me tirando o sono e que eu acreditava ter resolvido foi o local para o grande dia. 

Sempre sonhei em me casar em um sítio, cerimônia e a festa no mesmo local, já havia até escolhido o sítio dos meus tios,o Sítio L'Abri, porém por questões familiares preferimos escolher um novo local tão especial quanto e mais próximo de Sete Lagoas. 

Pesquisando os locais de festas de Sete Lagoas, encontrei quatro opções que nos agradou e que tem haver com o nosso perfil. Porém todos os locais que encontramos e até conhecemos, não tivemos a sensação de ser tão especial quanto o local que escolhemos. Nossa assessora Ana Carolina Cardoso nos apresentou a um paraíso dentro de Sete Lagoas e nunca aberto para festas. 

O lugar é um paraíso aconchegante e super charmoso. A fazenda é marcada por detalhes impressionantes, curtam as fotos e prestem atenção nos detalhes.


Os postes de luz de toda a fazenda são iguais aos clássicos e charmosos postes de praça. 


A beira da piscina um espaço para um bom churrasco.


Vejam só que maravilhosa essa trepadeira. Coisa mais linda, apaixonei!

As cores da fazenda, azul e branco fazem um contraste lindo no meio de tanto verde.

A piscina e o lago são bem próximos, deixam o ambiente bonito, mais gostoso e fresco.

Essa grade em frente a casa realmente me comprou, me apaixonei na primeira vez que vi na fotos. Fico me imaginando descendo nela rumo ao altar.

Em frente a casa será feita a festa, iremos colocar uma estrutura especial e linda no local. Surpresa!

Aqui será construído o gazebo da cerimônia.

A entrada da fazenda é imponente e combina bastante com o restante dela.

A Fazenda das Melancias passará por algumas melhorias e será um novo local de festas em Sete Lagoas, que estará aberto para eventos a partir do ano que vem. 

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Onde ficou a sustentabilidade do SWU?

Bandas épicas e mais de 50 mil pessoas por dia no interior de São Paulo. É possível dizer que o SWU, o festival com cara de Woodstock que invadiu Itu, foi um sucesso. Tudo isso se não fosse o fato de a organização ter batido na tecla mais moderna dos nossos tempos: a sustentabilidade. E, se o som foi bom, as questões de sustentabilidade ficaram escondidas atrás das garrafinhas de plástico.

Desde que o nome do festival foi divulgado, o esforço era afirmar que não se tratava de um simples evento de música, mas sim de um gigantesco “movimento de conscientização em prol da sustentabilidade”. E ele ainda seria o pioneiro no Brasil, com possibilidades de se tornar um marco verde no país. Mas o que pudemos extrair e ver do festival é bem claro: o Brasil adicionou em seu dicionário o termo greenwashing, a tática publicitária para deixar as empresas mais verdes e boazinhas para nós. Só.

O pessoal da Revista Sustentabilidade levantou alguns pontos que mostram a contradição que um megaevento entupido de dinheiro e negócios tem com uma proposta sustentável real: o estacionamento custava 100 reais, com o argumento de que o ideal era deixar o carro em casa e ir de ônibus. Ao mesmo tempo, não havia estacionamento de bicicleta para quem morava na região, e a frota de ônibus foi muito aquém do necessário – no primeiro dia, pessoas enfrentaram mais de 4 horas de fila para voltarem a São Paulo. Nenhum tipo de transporte fazendo o trajeto entre a rodoviária de Itu e o evento estava disponível também.

Se um dos lemas do SWU era “a primeira coisa que você pode fazer para salvar o planeta é fazer alguma coisa”, dando a entender que pequenos gestos jáfazem a diferença, é contraditório constatar que latas de cerveja eram vendidas por 7 reais acompanhadas de um copo de plástico, ou que garrafas de plástico de água eram vendidas, sem nenhum tipo de distribuição gratuita. Todo o lixo do evento foi reciclado e quase 1 milhão de latinhas foram recolhidas, mas isso já é comum em trocentos festivais e eventos de todo porte. No fim das contas, as tais ações verdes seguiram o mesmo padrão dos últimos anos: muita publicidade para deixar empresas com cara de cool e bondosas ao mesmo tempo, mas poucas mudanças realmente efetivas no processo real, que é o que interessa. “Foi um Woodstock sem causa”, disse o jornal Gazeta do Povo.

Musicalmente falando, o SWU foi um evento sensacional. Festivais de grande porte como o Coachella, na Califórnia ou o Roskilde, na Dinamarca, sempre foram o sonho dos brasileiros que gostam de música de forma quase doentia. É ótimo imaginar que bandas como Pixies, Queens of the Stone Age e Rage Against the Machine puderam se encontrar num evento com várias outras bandas, para vários públicos diferentes, em terra brasileira. Temos mais é que comemorar o alto público presente – as chances de mais eventos desse porte aparecerem por aqui nos próximos anos é alta. Mas, por favor: da próxima vez, ou falem apenas de música, ou falem de sustentabilidade de forma séria. [Revista Sustentabilidade e Gazeta do Povo]