O mais difícil é ajudar em silêncio, amar sem crítica, dar sem pedir, entender sem reclamar...
A aquisição mais difícil para nós todos chama-se paciência.
Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma 'lady' solta palavrões e berros que lembram as antigas 'trabalhadoras do cais'...
E o bem comportado executivo? O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma 'mala sem alça'.
Aquela velha amiga uma 'alça sem mala', o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado...
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é 'ansioso demais' onde ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Onde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem?
Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...
Arnaldo Jabor
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
terça-feira, 24 de junho de 2008
Paciência
Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados... Muita
gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em
dia.
Por muito pouco a madame que parece uma 'lady' solta palavrões e
berros que lembram as antigas 'trabalhadoras do cais'... E o bem comportado
executivo?
O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito que
ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um
tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma
chata, o marido uma 'mala sem alça'. Aquela velha amiga uma 'alça sem mala',
o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou
novela. Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet
estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei
a cabeça, inconformado...
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela
deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a
vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência
sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é 'ansioso demais' onde
ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê?
Por quem?
Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai
parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final
do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua
paciência...
Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual.
Somos seres espirituais passando por uma experiência humana.
Arnaldo Jabor
gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em
dia.
Por muito pouco a madame que parece uma 'lady' solta palavrões e
berros que lembram as antigas 'trabalhadoras do cais'... E o bem comportado
executivo?
O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito que
ele mesmo ajuda a tumultuar...
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um
tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma
chata, o marido uma 'mala sem alça'. Aquela velha amiga uma 'alça sem mala',
o emprego uma tortura, a escola uma chatice.
O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou
novela. Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet
estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei
a cabeça, inconformado...
Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela
deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a
vida, sem tempo para Deus.
A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência
sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.
Pergunte para alguém, que você saiba que é 'ansioso demais' onde
ele quer chegar?
Qual é a finalidade de sua vida?
Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para quê?
Por quem?
Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai
parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...
O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final
do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua
paciência...
Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual.
Somos seres espirituais passando por uma experiência humana.
Arnaldo Jabor
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