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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Barbie como você nunca viu

Ao contrário da maioria das meninas da minha geração, a Barbie nunca foi uma grande paixão na minha vida. Na real, gostava mesmo era dos acessórios tipo carro, casa, banheira e claro, das roupinhas de Barbie que eu tinha várias delas. Acho que durante minha vida inteira tive duas ou três Barbies (inclusive a que falava e foi meu trauma de infância porque minha vó mandou pra doação sem querer) e um Ken. Sempre preferi ganhar pelúcias e roupas a bonecas.
Já a fotógrafa Mariel Clayton sempre teve um ódio mortal pela boneca, e expressa seu desprezo em um projeto inspirado num conceito “serial killer”, definido por ela como “o sorriso vazio pintado de batom e os olhos sem alma escondem o coração negro de uma verdadeira sociopata, assim como na vida real.”
Mariel também criou uma série de fotos batizada como “Rooms”, que coloca a boneca e seus amigos em cenas cotidianas, dessas que podem estar acontecendo em um apartamento ao lado do seu. Uma visão mais real e próxima da nossa realidade do que a Barbie tradicional e sua versão “serial killer” produzida por Mariel.
Segundo a própria Mariel, a idéia não é transmitir nenhuma mensagem a partir dessas fotografias, mas apenas se divertir e compartilhar isso com outras pessoas.
Transmitindo alguma mensagem mesmo que subliminar ou não, não dá para negar que as fotos são no divertidas e mostram uma Barbie muito diferente do que estamos acostumados a ver -e bem longe do que nossa imaginação sempre permitiu que nós imaginássemos. Por outro lado, a cena empresta emoção, expressão e uma certa personalidade a boneca loira, ainda que seja um sorriso sarcástico. Tanto é que as fotos são um sucesso em sites como o Tumblr, usadas muitas vezes para ilustrar aquele momento TPM que todas nós temos.



Para conhecer o trabalho da Mariel e conferir todas as fotografias, acesse o Flickr da fotógrafa.

domingo, 27 de março de 2011

Você sabia que...

1 - Durante a Guerra de Secessão, quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem nenhuma baixa, escreviam numa placa imensa: " O Killed " ( zero mortos ).. Daí surgiu a expressão " O.K. ". Para indicar que tudo está bem.

2 - Nos conventos, durante a leitura das Escrituras Sagradas, ao se referir a São José, diziam sempre " Pater Putativus ", ( ou seja: "Pai Suposto" ) abreviando em P.P .". Assim surgiu o hábito, nos países de colonização espanhola, de chamar os "José" de "Pepe".

3 - Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história:
. Espadas: Rei David ( Israel )
. Paus: Alexandre Magno ( Grécia/Macedônia )
. Copas: Carlos Magno ( França )
. Ouros: Júlio César ( Roma )

4 - No Novo Testamento, no livro de São Mateus, está escrito " é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no Reino dos Céus "... O problema é que São Jerônimo, o tradutor do texto, interpretou a palavra grega "kamelós " como camelo, quando na verdade, em grego, "kamelós" são as cordas grossas com que se amarram os barcos. A idéia da frase permanece a mesma, mas qual parece mais coerente?

5 - Quando os conquistadores ingleses chegaram a Austrália, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo ( os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos ) e perguntaram qual o nome do bicho. O índio sempre repetia " Kan Ghu Ru ", e portanto o adaptaram ao inglês, " kangaroo" ( canguru ).
Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "Não te entendo ".

6 - A parte do México conhecida como Yucatán vem da época da conquista, quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse lugar, e o índio respondeu " Yucatán ". Mas o espanhol não sabia que ele estava informando " Não sou daqui ".

7 - Existe uma rua no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, chamada "PEDRO IVO". Quando um grupo de estudantes foi tentar descobrir quem foi esse tal de Pedro Ivo, descobriram que na verdade a rua homenageava D.Pedro I, que após a abdicação no Brasil foi rei de Portugal, sendo aclamado como "Pedro IV" (quarto).
Pois bem, algum dos funcionários da Prefeitura, ao pensar que o nome da rua fora grafado errado, colocou um " O " no final do nome.
O erro permanece até hoje.