terça-feira, 15 de junho de 2010

A minha mãe me ensinou!

Minha mãe ensinou a...

VALORIZAR O SORRISO...
"ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!"

Minha mãe me ensinou a RETIDÃO...
"EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!"

Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS...
"SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. ACABEI DE LIMPAR A CASA!"

Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA...
"PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?"

Minha mãe me ensinou o que éMOTIVAÇÃO...
"CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VC CHORAR!"

Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO...
" FECHA A BOCA E COME!"

Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO...
"ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!"

Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA...
"CALMA!... QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ..."

Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS...
"OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!"

Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO...
"SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E EU VOU TE DAR UMA SURRA!"

Minha Mãe me ensinou MEDICINA...
"PÁRA DE FICAR VESGO MENINO! PODE BATER UM VENTO E VOCÊ VAI FICAR ASSIM PARA SEMPRE."

Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL...
"SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!"

Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA...
"VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!"

Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES...
"TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?"

Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE...
"QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER."

Minha Mãe me ensinou sobreJUSTIÇA...
"UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO ELES FAÇAM PRÁ VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!"

Minha mãe me ensinouRELIGIÃO...
"MELHOR REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!"

Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ...
"SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!"

Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO...
"OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!"

Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO...
"VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!"

Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOQUO...
"NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE É QUE VOCÊ FEZ ISSO?"

Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO...
"EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!"

Minha mãe me ensinou a ESCUTAR ...
"SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!"

Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS...
"SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!..."

Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA...
"AJUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!"

Minha mãe me ensinou os NÚMEROS...
"VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!"

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Era digital novos ditos populares

Como estamos na ' Era Digital ', foi necessário rever os velhos ditados
existentes e adaptá-los à nova realidade. Veja abaixo....
1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. A arquivo dado não se olha o formato.
4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.
5. Para bom provedor uma senha basta.
6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
8. Hacker que ladra, não morde.
9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
10. Mouse sujo se limpa em casa.
11. Melhor prevenir do que formatar.
12. Quando um não quer, dois não teclam.
13. Quem clica seus males multiplica.
14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer...
16. Quem não tem banda larga, caça com discada.
17.. Quem semeia e-mails, colhe spams.
18. Quem tem dedo vai a Roma.com
19. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
20. Uma impressora disse para outra: - Essa folha é sua ou é impressão
minha.
21. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia... E depois
se cola.

Emissão da carteira única começa em outubro


A partir de outubro alguns estados começarão a emitir o novo modelo brasileiro da carteira única de identidade.
Chamado de Registro de Identidade Civil (RIC), o projeto vem sendo idealizado desde janeiro de 2009 e tem como proposta reunir números de RG, CPF, Carteira de Habilitação, Título de Eleitor e Carteira de Trabalho em um único documento.
O documento unifica a numeração e emissão da carteira de identidade, que agora também terá um chip com informações sobre data de nascimento, cor da pele e altura.
O documento traz também imagem de segurança visível por refração da luz, código de leitura óptica, borda da fotografia gravada a laser e integrada ao fundo do documento.
Inicialmente, o projeto chegará somente a um estado de cada região brasileira, que ainda estão sendo definidos.
Há previsão de que 150 milhões de brasileiros terão o documento em dez anos. Até lá, o RG continua valendo.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A copa do nosso mundo


Mais do que um texto bacana, essas palavras, na sequência, chamam para a reflexão. Uma brilhante analogia entre as eleições e copa do mundo, eventos no calendário brasileiro muito evidentes e em pauta neste ano de 2010. Reparem vocês que o texto é de 2002, mas não perde em nada a sua essência, se tornando assim atemporal, e sem dúvida, ainda balizado na veracidade das questões que ele coloca e nos chama, de novo, a pensar.
A copa do nosso mundo
Na verdade, a copa do nosso mundo será disputada em outubro, ou melhor, será decidida em outubro, quando alguns milhões de eleitores vão depositar nas urnas os nomes daqueles que estão em campo há muito tempo, jogando bola de todo jeito.
Alguns com classe, com empenho, com garra; outros especializados em bola nas costas, ainda outros que são fantoches de cartolas, enfim, gente de todo tipo, querendo o voto de gente de todo tipo, o que produz resultados rigorosamente assim, de todo tipo...
A copa do nosso mundo, lamentavelmente, não produz nem de longe o interesse da copa disputada nos distantes gramados do Oriente. Mesmo considerando jogo de madrugada, durante a semana, seis horas da manhã, oito e meia, enfim, num horário que tira muito da graça da maioria dos continentes apaixonados pelo jogo da bola, mesmo assim, quem dera que as copas das eleições tivesse pelo menos dez por cento do interesse que a outra desperta.
Do mundial da bola o cidadão torcedor tem muito a dizer. Sabe os juízes que vão mal, que interferem no resultado do jogo com seus erros. Reconhece os craques, diz a escalação dos times, conta a vida dos jogadores, aprende a falar nomes complicados, enfim, rapidamente domina o quadro, o assunto e vai para as esquinas discutir quem é melhor, quais as chances do Brasil, quem pode ser o ganhador, qual será o mais sério adversário. O interesse patrocina isso. Só o interesse ganha esse desempenho, faz de cada um aquele técnico abalizado e competente.
Pois é justamente a falta de interesse que transforma o eloquente, competente e entusiasmado cidadão torcedor no apático, desinteressado e despreparado cidadão eleitor, incapaz de entender as jogadas, conhecer os maus juízes, identificar jogadores bichados, vislumbrar rapidamente os craques, aqueles capazes de marcar os gols do progresso, do desenvolvimento e da justiça social.
Em nome de um certo nojo pela política, produto de escândalos que desfilam a toda hora, o cidadão eleitor afasta-se das arquibancadas, deixa a geral, fica distante, não acompanha, não tenta entender, não quer ver o jogo. E porque não entende, na hora em que é chamado pçara escalar o seu time, escala mal. E porque escala mal, tem novas decepções, tem que engolir o seu grito de gol.
Um dia, quem sabe, vai ser diferente... O cidadão torcedor e o cidadão eleitor serão a mesma pessoa, nas duas copas. Ah, que um dia isso vai acontecer!
Márcio Doti
Diretor de Jornalismo da Rede Itatiaia de Rádio
Maio de 2002

Fonte: http://resenhafeminina.blogspot.com/

Pato Fu prepara lançamento de CD gravado com instrumentos de brinquedo


Os mineiros do Pato Fu estão com o próximo disco da banda pronto, mas quem está esperando um tradicional pop/rock anos 90 vai ter uma surpresa.
O novo álbum da banda se chama "Música de Brinquedo", e o nome não é a por acaso. Todas as canções foram gravadas com instrumentos de brinquedo ou miniaturas.
Cornetas de plástico, xilofones, cavaquinhos, flauta doce e até outros de nomes menos comuns, como o kazoo e o glockenspiel, foram utilizados para dar uma sonoridade infantil a clássicos como "Primavera", de Tim Maia.

Os brinquedos usados
Quem espera música inédita do Pato Fu vai ter que aguardar um pouco mais. Todas as faixas do "Música de Brinquedo" são versões de músicas famosas. O guitarrista e produtor John Ulhoa explicou o motivo da escolha:
"...de fato temos um tanto de material que poderia ser justamente o ponto de partida para um novo álbum de inéditas (não, não estamos em crise criativa, antes que alguém pergunte…). Mas esses arranjos de brinquedo teriam um efeito muito mais potente se aplicados a canções conhecidas.", disse John no site oficial da banda.
Veja o vídeo de como foi a gravação da música "Primavera" com os instrumentos de brinquedo.
Fonte: http://www.cifraclubnews.com.br/noticias/22146-pato-fu-prepara-lancamento-de-cd-gravado-com-instrumentos-de-brinquedo.html

quarta-feira, 9 de junho de 2010

As idades dos homens explicadas com aviões

O Homem até os 20 anos: Avião de Papel
Apenas voos rápidos, de curto alcance e duração.

Dos 20 aos 30: Avião de Caça Militar
Sempre a postos, 7 dias por semana. Ataca qualquer objetivo.
Capaz de executar várias missões, mesmo quando separadas por curtos intervalos de tempo..

Dos 30 aos 40: Aeronave Comercial de voos regionais
Mantém horários regulares.
Destinos bastante conhecidos e rotineiros.
Os voos nem sempre saem no horário previsto, o que demanda mudanças e adaptações que irritam a clientela.

Dos 40 aos 50: Aeronave Comercial de voos internacionais
Opera em horário de luxo. Destinos de alto nível. Voos longos, com raros sobressaltos.
A clientela chega com grande expectativa; ao final, sai cansada, mas satisfeita.

Dos 50 aos 60: Aeronave de Carga
Preparação intensa e muito trabalho antes da descolagem.
Uma vez no ar, manobra lentamente e proporciona menor conforto durante a viagem.
A clientela é composta maioritariamente por malas e bagulhos diversos.

Dos 60 aos 70: Asa Delta
Exige excelentes condições externas para alçar voo.
Dá um trabalho enorme para decolar e, depois, evita manobras bruscas para não cair antes da hora.
Após a aterragem, desmonta e guarda o equipamento.

Dos 70 aos 80: Planador
Só voa eventualmente e com auxílio.
Repertório de manobras extremamente limitado.
Uma vez no chão, precisa de ajuda até para voltar ao hangar.

Depois dos 80: Aeromodelo.
Só enfeite.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Posso Errar?

Há pouco tempo fui obrigada a lavar meus cabelos com o xampu “errado”. Foi num hotel, onde cheguei pouco antes de fazer uma palestra e, depois de ver que tinha deixado meu xampu em casa, descobri que não havia farmácia nem shopping num raio de 10 quilômetros . A única opção era usar o dois-em-um (xampu com efeito condicionador) do kit do hotel. Opção? Maneira de dizer. Meus cabelos, superoleosos, grudam só de ouvir a palavra “condicionador”. Mas fui em frente. Apliquei o produto cautelosamente, enxaguei, fiz a escova de praxe e... surpresa! Os cabelos ficaram soltos e brilhantes — tudo aquilo que meus nove vidros de xampu “certo” que deixei em casa costumam prometer para nem sempre cumprir. Foi aí que me dei conta do quanto a gente se esforça para fazer a coisa certa, comprar o produto certo, usar a roupa certa, dizer a coisa certa — e a pergunta que não quer calar é: certa pra quem? Ou: certa por quê?
O homem certo, por exemplo: existe ficção maior do que essa? Minha amiga se casou com um exemplar da espécie depois de namorá-lo sete anos. Levou um mês para descobrir que estava com o marido errado. Ele foi “certo” até colocar a aliança. O que faz surgir outra pergunta: certo até quando? Porque o certo de hoje pode se transformar no equívoco monumental de amanhã. Ou o contrário: existem homens que chegam com aquele jeito de “nada a ver”, vão ficando e, quando você se assusta, está casada - e feliz — com um deles.
E as roupas? Quantos sábados você já passou num shopping procurando o vestido certo e os sapatos certos para aquele casamento chiquérrimo e, na hora de sair para a festa, você se olha no espelho e tem a sensação de que está tudo errado? As vendedoras juraram que era a escolha perfeita, mas talvez você se sentisse melhor com uma dose menor de perfeição. Eu mesma já fui para várias festas me sentindo fantasiada. Estava com a roupa “certa”, mas o que eu queria mesmo era ter ficado mais parecida comigo mesma, nem que fosse para “errar”.
Outro dia fui dar uma bronca numa amiga que insiste em fumar, apesar dos problemas de saúde, e ela me respondeu: “Eu sei que está errado, mas a gente tem que fazer alguma coisa errada na vida, senão fica tudo muito sem graça. O que eu queria mesmo era trair meu marido, mas isso eu não tenho coragem. Então eu fumo”. Sem entrar no mérito da questão — da traição ou do cigarro —, concordo que viver é, eventualmente,
poder escorregar ou sair do tom.
O mundo está cheio de regras, que vão desde nosso guarda-roupa, passando por cosméticos e dietas, até o que vamos dizer na entrevista de emprego, o vinho que devemos pedir no restaurante, o desempenho sexual que nos torna parceiros interessantes, o restaurante que está na moda, o celular que dá status, a idade que devemos aparentar. Obedecer, ou acertar, sempre é fazer um pacto com o óbvio, renunciar ao inesperado.
O filósofo Mario Sergio Cortella conta que muitas pessoas se surpreendem quando constatam que ele não sabe dirigir e tem sempre alguém que pergunta: “Como assim?! Você não dirige?!”. Com toda a calma, ele responde: “Não, eu não dirijo. Também não boto ovo, não fabrico rádios — tem um punhado de coisas que eu não faço”.
Não temos que fazer tudo que esperam que a gente faça nem acertar sempre no que fazemos. Como diz Sofia, agente de viagens que adora questionar regras: “Não sou obrigada a gostar de comida japonesa, nem a ter manequim 38 e, muito menos, a achar normal uma vida sem carboidratos”. O certo ou o “certo” pode até ser bom. Mas às vezes merecemos aposentar régua e compasso.

Leila Ferreira

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Outdoors 'perdidos' para promover final de Lost - basta achar e ganhar!

Para promover a transmissao da última temporada de Lost pela rede TVNZ, da Nova Zelândia, a agência Colenso BBDO espalhou outdoors do seriado por todo o país, em locais pouco prováveis veja imagens abaixo. Fotos dos outdoors foram publicadas no site da rede de TV e quem adivinhasse a sua localizaçao exata ganhava prêmios.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Quem são, como vivem e o que pensam os jovens da Geração Z?

Nascidos a partir de meados dos anos 90, os ainda meninos e meninas da Geração Z são críticos, característica que pode revelar boas ideias e projetos. Mas também são impacientes e convivem com a constante mudança de opinião diante dos fatos do mundo.
A principal diferença dos "Zs", frente às outras gerações, é a facilidade de operar qualquer advento tecnológico, por mais complexo que ele seja. Esse fator é o que os torna mais avançados em relação à tecnologia e a novos conceitos dos produtos.
No entanto, essa geração – chamada também de Silenciosa – pode ser definida como aquela que tende ao egocentrismo, preocupando-se somente consigo na maioria das vezes.
Em cerca de dois anos, eles já terão invadido o mercado de trabalho. Porém, como lidar com esses novos "cidadãos", sem antes conhecê-los?
Prazer, eu faço parte da Geração Z!
Entre os fatores que influenciam estes jovens, estão o puro conceito de globalização e a velocidade de informações. Para eles, é impossível imaginar um mundo sem internet, telefones celulares, computadores, iPods, videogames, televisores e vídeos em alta definição.
“Suas características são latentes: eles não se preocupam com os outros e fogem do tradicional espírito de equipe. Basta ter algum aparelho que eles já estão satisfeitos”, afirma o consultor de empresas Gilberto Wiesel.
Para ele, a Geração Z não quer conversar verbalmente – uma vez que desenvolveram a linguagem da comunicação via internet -, não vislumbra uma carreira profissional e muito menos despende muito tempo com os estudos. Segundo especialistas mais radicais, explica Wiesel, poderá haver uma “escassez” de médicos e cientistas no mundo pós-2020.
Esses jovens funcionam a curto prazo, pois procuram rápidos resultados e buscam a experimentação precoce das situações, avalia o consultor.
Um consumo diferente
“Eles não se preocupam com marcas, mas sim com os benefícios que elas podem trazer”. A afirmação de Wiesel corresponde às exigências do mundo atual.
Segundo o consultor, esses jovens enfatizam a questão de sustentabilidade, não porque pensam no futuro do planeta, mas sim porque avaliam as condições dos próximos anos para si mesmos.
“Ao receberem um beneficio, esses garotos irão avaliá-lo de maneira diferente, colocando sempre no topo seus interesses pessoais, e não um valor possivelmente agregado”, diz Wiesel.
Diferentemente da Geração Y, imediatamente anterior, a Z não sente-se atraída em resolver problemas com a ajuda dos outros. Preferem a solução por si próprios, sem levar preocupação a terceiros. Para eles, basta a satisfação pessoal, independentemente do que aconteça à sua volta.
Entrada para o mercado
Wiesel sustenta que a Geração Z trará inovação em muitas áreas profissionais. “Essa geração está vindo e as empresas devem estar preparadas para isso. Eles forçarão uma mudança de olhar na área corporativa”.
Associada a essas mudanças, estão as questões de liderança, motivação e, principalmente, do ambiente na organização. Para esses jovens, a hierarquia não é bem vista.
Outra tendência levantada pelo consultor refere-se à predileção em trabalhar de casa. “Predomina a comodidade, o recuo em relação ao trabalho de equipe e principalmente a questão individual, de trabalhar sozinho”, explica Wiesel. "Nesses casos, eles irão render muito mais e trabalhar com muito entusiasmo".
Fato consumado é que em cerca de dois anos o mercado de trabalho já estará respirando as aspirações da Geração Z.

Brasil já tem logo para a Copa 2014

Desenho foi escolhido por grupo de notáveis com Paulo Coelho, Ivete Sangalo, Ricardo Teixeira, Gisele Bündchen e Oscar Niemeyer
A Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil, já tem a sua logomarca. O desenho, nas cores verde, amarelo e vermelho, é inspirado na taça e foi aprovado por um grupo de notáveis que contava, entre outros, com a modelo Gisele Bündchen e a cantora Ivete Sangalo.
A logomarca da Copa do Mundo de 2014 foi escolhida entre sete opções oferecidas

A imagem em preto e branco foi divulgada pelo portal iG na segunda-feira. O GLOBOESPORTE.COM conseguiu, nesta terça, a versão colorida que foi registrada pela Fifa no OHMI (Office of Harmonization for the Internal Market - Escritório de Marcas e Registro de Design da União Europeia) no dia 29 de março.
Várias agências ofereceram propostas e um grupo de notáveis foi reunido para escolher a vencedora entre as sete opções. Participaram da eleição o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, o secretário-executivo da Fifa, Jérôme Valcke, o arquiteto Oscar Niemeyer, o escritor Paulo Coelho, a cantora Ivete Sangalo, a modelo Gisele Bündchen e o designer Hans Donner.
No dia 8 de julho, num teatro na Mandela Square, em Joanesburgo, a Fifa fará o anúncio oficial da logomarca de 2014. O desenho estará nas camisas de todas as seleções que participarão das eliminatórias e da Copa realizada no Brasil.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2010/06/brasil-ja-tem-logo-para-copa-2014.html