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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Quantos livros existem no mundo? Google sabe


Quantos livros já foram publicados na história moderna? Segundo cálculos do Google, o número seria 130 milhões de livros, ou 129.864.880 para ser exato.
O gigante das buscas estimou o dado justamente para saber quantos livros precisa escanear a fim de tornar o Google Books a maior e mais completa biblioteca online.
Para chegar ao número, o Google usou definições de livros de diferentes órgãos, como o do ISBN (International Standard Book Numbers), da Biblioteca do Congresso Americano e do site de buscas de livros WorldCat.
Segundo post publicado no blog Inside Google Books, eles chegaram a definição de um “tome”, que pode ser definido como um volume ou livro grosso. Um “tome” pode possuir milhares de cópias, como um best-seller, ou apenas algumas cópias raras. Edições diferenciadas de uma mesma obra, como capa-dura e papel simples, foram contadas duas vezes.
O número inicial estimado foi de 210 milhões. O primeiro passo do Google foi remover esboços, gravações de áudio, mapas, vídeos com ISBNs, entre outros. Dessa forma, o número caiu para 146 milhões. Na sequência, a empresa removeu 16 milhões de documentos governamentais, chegando aos 129 milhões.
O Google finaliza o post dizendo que o número pode mudar, assim que o sistema de algoritmo que o calculou se tornar mais inteligente. A empresa não informa quando pretende concluir a tarefa.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Como surgiu a logo da Copa de 2014...

Diante de tanta polêmica a respeito, este é apenas para descontrair...
Haja criatividade!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Eleito por 'notáveis', logo da Copa 2014 gera polêmica entre leigos e especialistas

Assim como a escalação de Dunga, o logo da Copa de 2014, que será sediada no Brasil, já nasceu polêmico. Lançado oficialmente em evento realizado na África do Sul na última quinta-feira (8), o desenho tem levantado dúvidas em relação às suas referências e aos critérios de escolha, e virou piada instantânea no Twitter, onde se espalhou a comparação da marca com a silhueta do líder espírita Chico Xavier.
Logo oficial foi apresentado em evento realizado na África do Sul


Internautas comparam o desenho ao retrato de Chico Xavier


Verde, amarelo e vermelho, o logo criado pela agência Africa foi apresentado como uma representação estilizada da taça da Copa do Mundo, encoberta por três mãos que se entrelaçam. A escolha coube a uma equipe de “notáveis”, formada por Ivete Sangalo, Gisele Bündchen, Paulo Coelho, Hans Donner e Oscar Niemeyer, além do presidente da CBF e do Comitê Organizador Local da Copa (COL), Ricardo Teixeira, e do secretário da Fifa, Jérome Valcke.
No vídeo exibido na cerimônia de lançamento, o presidente da CBF e do COL afirmou que o logo “prepara para o Mundial”. “Ao olhar para ele, ninguém vai imaginar outra coisa que não seja a Copa do Mundo no Brasil.”
Outras seis imagens fizeram parte da votação, todas sugeridas por agências de publicidade. A campeã comemora no Facebook: “A agência Africa está em festa. O logo da Copa do Mundo de 2014, q vai acontecer no Brasil, foi criada por nós. Demais. [sic]”.
Patrocinadora oficial do evento, a Adidas confeccionou mais de mil camisetas com a marca estampada, que serão colocadas à venda em sites e lojas.
Designers foram excluídos pela Fifa
A Associação dos Designers Gráficos (ADG), que a princípio faria parte da seleção, publicou em seu site nota em que declara ter sido excluída pela Fifa do processo – “ADG aguarda esclarecimentos da Fifa sobre a marca da Copa 2014”.
Professora do curso de Design da FAU-USP, Priscila Farias conta que quando viu o logo pela primeira vez achou que se tratava de uma brincadeira. Para ela, a ideia de utilizar formas que lembram mãos não é ruim. “Mas as formas estão terrivelmente mal resolvidas, e isso faz com que a figura, como um todo, pareça fraca, transmitindo a sensação de um desenho improvisado e pouco profissional, um tanto infantil e ingênuo, ao mesmo tempo sem a graça de um desenho de criança, ou a espontaneidade de algo genuinamente naif”, diz.
Em sua análise, ela revela: “Uma coisa que me incomoda especialmente é a absoluta falta de controle dos espaços brancos internos. Os números que compõem o ano ficam a meio caminho, entre um tratamento geométrico ou orgânico, e o 2 é tão mal resolvido que parece um Z. Na redução, o 4 fica muito similar ao A de ‘Brasil’, e, no lugar de 2014, lemos ‘ZOIA’.”
Priscila ainda destaca que as letras da palavra Brasil misturam caixas alta e baixa sem critério aparente, fugindo à norma culta (a letra A aparece em caixa alta no meio da palavra, e o L fica entre maiúscula e minúscula). “Mesmo assim, com uma rigidez que não é a das escritas populares – se é que a intenção era simular uma escrita popular ou vernacular –, sugerindo que o design foi resolvido por alguém que não entende muito de tipografia”, observa.
Taça e Jabulani: referências negativas?
Também controversa, a primeira impressão do designer Muti Randolph ao ver o desenho – compartilhada por outros artistas gráficos, como Alexandre Wollner – foi de uma mão levada ao rosto “num gesto de tristeza e vergonha”. “Por perder a Copa de novo em casa?”Randolph diz, que numa rápida reflexão, o logo pode remeter à ideia de “todo mundo metendo a mão na Copa”. “Temo que tenham feito uma marca não muito bem desenhada, mas apropriada a esta interpretação: se tomarmos por medida a falta de transparência e o resultado deste processo, devemos temer por todos os outros desta Copa, da formação da comissão técnica à construção e reforma dos estádios”, considera.
O designer questiona, ainda, o uso da cor vermelha – “Seria influência africana?”. Sobre a fonte de inspiração da marca, Randolph denomina o atual troféu Fifa como “uma aberração grotesca dos anos 70 que substituiu a clássica e linda art déco Jules Rimet”.
Ele recorda que, conquistado definitivamente pelo Brasil em 1970, o troféu foi roubado e nunca mais encontrado (cogita-se que tenha sido derretido). “Se o Brasil ganhar o hexa, alguém bem poderia repetir o feito e transformar as figuras disformes (que já parecem derreter) em barras de ouro. Estariam fazendo um favor à estética”, alfineta.
Já o artista plástico Marcius Galan recorre à Jabulani para traçar seu raciocínio. “Acabamos de passar por uma Copa onde a bola, um objeto com função determinante para o bom andamento dos jogos, era ruim. Isso foi notado nos primeiros treinos e mesmo assim, como já haviam sido fechados os contratos, os jogadores tiveram que se calar.”
Para ele, este é apenas um exemplo “de como o que está em jogo não é o jogo”. “Então eu não esperaria o logo da Copa no Brasil nascendo de uma pesquisa séria. Se é melhor para a campanha que a Gisele eleja o melhor logo, esse será o melhor e ponto. O resto é uma questão de gosto”, constata Galan.
“E, falando de gosto, acho até bonitinho, meio ingênuo, meio retrô. Poderia ter sido muito pior.”
Fonte: http://copadomundo.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/07/13/eleito-por-notaveis-logo-da-copa-2014-levanta-polemica-entre-leigos-e-especialistas.jhtm

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Ações da Coca-Cola para a Copa 2010

Indiscutivelmente eventos grandiosos como a Copa do Mundo ou as Olímpiadas, são oportunidade ímpares para as marcas se promoverem. ACoca-Cola é mestre nisso.
Para divulgar o conceito “Comemore do seu jeito”, a JWT São Paulo criou um painel de 16 metros para a Coca Cola que foi colocado em uma estação de metrô da Vila Mariana. O painel lenticular, que muda a imagem de acordo com o ângulo que você vê, mostra uma grande “OLA” de torcedores.
Muito bacana e inteligentíssimol!
http://www.youtube.com/watch?v=hNQU6Aa15jM
Um outro bom exemplo é essa nova instalação situada em Joanesburgo na África do Sul, desenvolvida pela empresa Animal Farme que usou mais de 2500 caixas (engradados) de Coca-Cola para criar um boneco gigante (chamado Cratefan) de 16,5 metros de altura e cerca de 25 toneladas.


sexta-feira, 11 de junho de 2010

A copa do nosso mundo


Mais do que um texto bacana, essas palavras, na sequência, chamam para a reflexão. Uma brilhante analogia entre as eleições e copa do mundo, eventos no calendário brasileiro muito evidentes e em pauta neste ano de 2010. Reparem vocês que o texto é de 2002, mas não perde em nada a sua essência, se tornando assim atemporal, e sem dúvida, ainda balizado na veracidade das questões que ele coloca e nos chama, de novo, a pensar.
A copa do nosso mundo
Na verdade, a copa do nosso mundo será disputada em outubro, ou melhor, será decidida em outubro, quando alguns milhões de eleitores vão depositar nas urnas os nomes daqueles que estão em campo há muito tempo, jogando bola de todo jeito.
Alguns com classe, com empenho, com garra; outros especializados em bola nas costas, ainda outros que são fantoches de cartolas, enfim, gente de todo tipo, querendo o voto de gente de todo tipo, o que produz resultados rigorosamente assim, de todo tipo...
A copa do nosso mundo, lamentavelmente, não produz nem de longe o interesse da copa disputada nos distantes gramados do Oriente. Mesmo considerando jogo de madrugada, durante a semana, seis horas da manhã, oito e meia, enfim, num horário que tira muito da graça da maioria dos continentes apaixonados pelo jogo da bola, mesmo assim, quem dera que as copas das eleições tivesse pelo menos dez por cento do interesse que a outra desperta.
Do mundial da bola o cidadão torcedor tem muito a dizer. Sabe os juízes que vão mal, que interferem no resultado do jogo com seus erros. Reconhece os craques, diz a escalação dos times, conta a vida dos jogadores, aprende a falar nomes complicados, enfim, rapidamente domina o quadro, o assunto e vai para as esquinas discutir quem é melhor, quais as chances do Brasil, quem pode ser o ganhador, qual será o mais sério adversário. O interesse patrocina isso. Só o interesse ganha esse desempenho, faz de cada um aquele técnico abalizado e competente.
Pois é justamente a falta de interesse que transforma o eloquente, competente e entusiasmado cidadão torcedor no apático, desinteressado e despreparado cidadão eleitor, incapaz de entender as jogadas, conhecer os maus juízes, identificar jogadores bichados, vislumbrar rapidamente os craques, aqueles capazes de marcar os gols do progresso, do desenvolvimento e da justiça social.
Em nome de um certo nojo pela política, produto de escândalos que desfilam a toda hora, o cidadão eleitor afasta-se das arquibancadas, deixa a geral, fica distante, não acompanha, não tenta entender, não quer ver o jogo. E porque não entende, na hora em que é chamado pçara escalar o seu time, escala mal. E porque escala mal, tem novas decepções, tem que engolir o seu grito de gol.
Um dia, quem sabe, vai ser diferente... O cidadão torcedor e o cidadão eleitor serão a mesma pessoa, nas duas copas. Ah, que um dia isso vai acontecer!
Márcio Doti
Diretor de Jornalismo da Rede Itatiaia de Rádio
Maio de 2002

Fonte: http://resenhafeminina.blogspot.com/

quarta-feira, 7 de abril de 2010

McDonald’s lança novos Copos da Coca-Cola


O McDonald’s começa o mês de abril com uma novidade para os amantes de futebol. A partir desta semana, chegam em todos os restaurantes da rede os novos Copos da Coca-Cola com o tema da Copa do Mundo da FIFA na África do Sul.
A campanha, realizada em parceria com a Coca-Cola, reforça a estratégia do McDonald’s de promover ações voltadas à Copa do Mundo da FIFA de 2010. Produzido em vidro transparente, o copo foi inspirado no formato clássico da garrafa do refrigerante e pode ser encontrado nas cores verde, vinho, cristal, roxo, azul e lima. Para ganhar o copo exclusivo, basta o cliente comprar uma McOferta (sanduíche, acompanhamento e bebida) e um McFlurry no mesmo cupom fiscal.
A chegada da promoção Copos da Coca-Cola 2010 tem como objetivo atender as expectativas dos consumidores que sempre buscam novidades e ampliar a experiência em nossos restaurantes. Segundo Roberto Gnypek, Diretor de Planejamento e Marketing da Arcos Dourados, empresa que administra a marca McDonald's na América Latina , a promoção fortalece a parceria entre as duas marcas. “No ano passado, tivemos uma ação com copos da Coca-Cola. O sucesso foi tamanho que o McDonald’s decidiu criar uma nova promoção com copos em um novo design”, explica o diretor.
Além da promoção com os copos da Coca-Cola, na estratégia de Marketing voltada para a Copa do Mundo da FIFA, a marca está promovendo o concurso cultural "Vivendo um Sonho de Craque", que vai escolher cinco crianças , que entrarão de mãos dadas com os jogadores da Seleção Brasileira durante o jogo Brasil x Portugal. As inscrições vão até o próximo dia 13. O concurso já conta com cinco mil participantes e o site da empresa já registrou 134 mil acessos. Para participar, crianças entre 6 e 10 anos devem enviar um vídeo, desenho, texto ou uma foto sobre o tema “Eu vou com o Brasil para a Copa do Mundo da FIFA da África do Sul”. Os trabalhos serão publicados no hotsite www.mcdonalds.com.br/sonhodecraque para a escolha do público. Os cem mais votados vão receber kits exclusivos do McDonald’s. Dentre eles, o pentacampeão Cafu escolherá os cinco melhores trabalhos, seguindo os critérios de criatividade, fidelidade ao tema e originalidade.
Sobre o McDonald’s Brasil
A marca McDonald’s é líder no segmento de alimentação fora de casa e conta com 577 restaurantes e 60 unidades de McCafé. Há 31 anos atuando no Brasil, a rede está presente em 143 cidades, localizadas em 22 estados e no Distrito Federal. Na América Latina, a marca é operada pela empresa Arcos Dourados, de capital latino-americano e detentora da maior franquia McDonald’s no mundo, com 1.700 restaurantes distribuídos em 19 países da região. No Brasil, foram atendidos 1,6 milhão de clientes por dia em 2008, com faturamento de R$ 3,3 bilhões, que representou um crescimento de 22% em relação ao ano anterior. Esses números garantiram a primeira posição em vendas na América Latina e a oitava posição no ranking global da corporação. A empresa é uma das maiores empregadoras privadas do Brasil, com mais de 48 mil funcionários, entre restaurantes próprios e franqueados, e uma das que oferecem mais oportunidades de primeiro emprego. Em 2009, a marca foi eleita, pela 11ª vez, uma das melhores empresas para se trabalhar pelos dois principais indicadores desse quesito no país, os guias Great Place to Work/Revista Época e Guia Você S/A/Exame.
Sistema Coca-Cola Brasil
A Coca-Cola Brasil atua em sete segmentos do setor de bebidas não-alcoólicas - águas, chás, refrigerantes, sucos, energéticos, hidrotônicos e lácteos, com uma linha de mais de 150 produtos, entre sabores regulares e versões de baixa caloria. O Sistema Coca-Cola Brasil, formado pela Coca-Cola Brasil e 16 grupos fabricantes brasileiros, além da Leão Junior e Del Valle, emprega diretamente mais de 44 mil funcionários, gerando indiretamente cerca de 400 mil empregos. Os investimentos do Sistema no Brasil somaram R$ 6 bilhões nos últimos cinco anos e agora, em 2010, serão investidos mais R$ 2 bilhões. A sustentabilidade é um compromisso da Coca-Cola Brasil e se reflete na forma como a empresa e seus fabricantes lidam com as pessoas e com o meio ambiente. O índice de uso de água da Coca-Cola Brasil, por exemplo, é um dos melhores do mundo. São 1,98 litros de água para cada litro de bebida produzido - menos da metade do volume utilizado 12 anos atrás. Na reciclagem, a Coca-Cola Brasil desenvolveu, através do Instituto Coca-Cola Brasil, um programa chamado "Reciclou, Ganhou" que, desde 1996, colabora para que o País seja um dos mais avançados na reciclagem de materiais. Hoje, 91,5% das latas de alumínio e 54,8% das garrafas PET são recicladas. Para saber mais, visite os sites: www.institutococacola.org.br e www.cocacolabrasil.com.br