quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Unesco lança no Brasil guia para rádios comunitárias


A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, lançou no Brasil o guia "Direitos Humanos na Mídia Comunitária - A cidadania vivida no nosso dia a dia". A publicação foi organizada pelo escritório da Unesco em Brasília, em parceria com a ONG Oboré.
O guia eletrônico, de 38 páginas, escrito de forma clara e simples, foi criado especialmente para as rádios comunitárias brasileiras e traz noções básicas de civilização, direitos sociais, culturais e políticos.
Spots
O material serve como ferramenta para líderes comunitários e pode ser usado em rádios, páginas eletrônicas ou até em reuniões de escolas, sindicatos ou igrejas. A publicação está disponível somente pelo site da Unesco e o download é gratuito.
O projeto inclui uma série com dez spots de rádio sobre direitos dos idosos e das pessoas com deficiência; direitos das mulheres; violência familiar e nas escolas e até o que fazer em caso de abordagem policial.
Todos os spots também podem ser baixados no site da Unesco. Segundo a agência da ONU, o guia contém o texto completo da Declaração Universal dos Direitos Humanos e destaca a importância da promoção da cidadania, ética, respeito mútuo e atitudes de não-violência.
Fonte: Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

Da gente que eu gosto

Eu gosto de gente que vibra, que não tem de ser empurrada, que não tem de dizer que faça as coisas, mas que sabe o que tem que fazer e que faz. A gente que cultiva sues sonhos até que esses sonhos se apoderam de sua própria realidade.
Eu gosto de gente com capacidade para assumir as conseqüências de suas ações, de gente que arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, que se permite, abandona os conselhos sensatos deixando as soluções nas mãos de Deus.
Eu gosto de gente que é justa com sua gente e consigo mesma, da gente que agradece o novo dia, as coisas boas que existem em sua vida, que vive cada hora com bom animo dando o melhor de si, agradecido de estar vivo, de poder distribuir sorrisos, de oferecer suas mãos e ajudar generosamente sem esperar nada em troca.
Eu gosto da gente capaz de me criticar construtivamente e de frente, mas sem me lastimar ou me ferir. Da gente que tem tato. Gosto da gente que possui sentido de justiça. A estes chamo de meus amigos.
Eu gosto da gente que sabe a importância da alegria e a pratica. Da gente que por meio de piadas nos ensina a conceber a vida com humor. Da gente que nunca deixa de ser animada.
Eu gosto de gente sincera e franca, capaz de se opor com argumentos razoáveis a qualquer decisão.
Gosto de gente fiel e persistente, que no descansa quando se trata de alcançar objetivos e idéias.
Eu gosto da gente de critério, a que não se envergonha em reconhecer que se equivocou ou que não sabe algo. De gente que, ao aceitar seus erros, se esforça genuinamente por não voltar a cometê-los. De gente que luta contra adversidades. Gosto de gente que busca soluções.
Eu gosto da gente que pensa e medita internamente. De gente que valoriza seus semelhantes, não por um estereotipo social, nem como se apresentam. De gente que não julga, nem deixa que outros julguem. Gosta de gente que tem personalidade.
Eu gosto da gente que é capaz de entender que o maior erro do ser humano é tentar arrancar da cabeça aquilo que não sai do coração.
A sensibilidade, a coragem, a solidariedade, a bondade, o respeito, a tranqüilidade, os valores, a alegria, a humildade, a fé, a felicidade, o tato, a confiança, a esperança, o agradecimento, a sabedoria, os sonhos, o arrependimento, e o amor para com os demais e consigo próprio são coisas fundamentais para se chamar GENTE.
Com gente como essa, me comprometo, para o que seja, pelo resto de minha vida... já que, por tê-los junto de mim, me dou por bem retribuído.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber reviver.
A glória não consiste em não cair nunca, mas em levantar-se todas as vezes que seja necessário.
E ISSO É ALGO QUE MUITO POUCA GENTE TEM O PRIVILEGIO DE PODER EXPERIMENTAR.
Bem aventurados aqueles que já conseguiram receber com a mesma naturalidade o ganhar e o perder, o acerto e o erro, o triunfo e a derrota...

Mario Benedetti

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O Bolo

Meu irmão e eu chegávamos sempre em casa com muita fome, ao regressar da escola.
Um dia, como eu pedisse de comer, minha mãe pôs-nos diante de meio bolo, na mesa da cozinha.
Colocando uma faca ao lado do bolo, disse:
- Um de vocês vai cortar o bolo, mas o outro vai poder escolher, em primeiro lugar, o seu pedaço.
Meu irmão, querendo fazer-se de esperto, deitou logo mão da faca e ia, evidentemente, cortar o bolo em dois pedaços desiguais.
Mas, de repente, parou. Olhando primeiramente para nossa mãe e, depois, para mim, cortou o bolo exatamente no meio.
E esperou que eu me servisse. Qualquer pedaço que eu escolhesse daria no mesmo: nenhum de nós sairia prejudicado.
E comemos, alegremente, as porções idênticas.
Desde então, fosse o que fosse que houvesse a repartir - pão com manteiga, doces, pastéis, bolos ou balas -, tudo era sempre dividido conscienciosamente em partes iguais.
Isso nos ensinou um respeito, que nunca conheceu arrefecimento, para com os direitos daqueles com quem tínhamos que compartilhar alguma coisa.

Charges Brasília






segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O nó

Havia um homem que vivia sempre sereno e atraía a atenção de todos que paravam para conversar com ele.
Todos, pois, estavam curiosos para saber qual era o motivo de sua constante alegria e bondade.
Um dia, o rei o procurou e falou-lhe:
- Você sempre está alegre. Será que nunca fica preocupado com alguma coisa? Não se preocupa com o seu destino? Será que nunca pensa nos pecados dos quais Deus vai lhe pedir conta? Afinal, nesta vida, todos somos pecadores!
Ao que o homem respondeu:
- Vossa Majestade tem toda a razão em dizer que a gente deve dar conta do mal que faz. Eu, por mim, penso e ajo assim: imagino que a gente está amarrado a Deus com uma corda.
- Como assim? - perguntou o rei.
- Quando a gente peca, corta essa corda. Mas quando a gente se arrepende e pede perdão, o que Deus faz? Ele pega as duas pontas da corda e faz um nó para reatá-la.
Desse jeito a corda fica mais curta e a gente fica mais perto de Deus.
Os anos passam e a gente, apesar do esforço, continua falhando, mas Deus vai fazendo mais nós na corda e a gente acaba chegando cada vez mais perto dele...
Então, por que devo me preocupar ou me entristecer?
O Rei ficou muito admirado com a sabedoria do homem e entendeu a situação daqueles que, embora pecadores, conhecem e amam a Deus.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Designs de Madeira

Com o aumento da preocupação dos consumidores com o que consomem e com o meio-ambiente, as empresas tiveram que entrar no mundo da Sustentabilidade e veem-se obrigadas a produzir e inventar novos produtos social e ecologicamente corretos. Por mais que as empresas busquem comunicar que já estão rodando nesses novos modelos, elas ainda tem muito trabalho pela frente. É importante que o consumidor saiba quando uma empresa realmente se esforça para entregar um novo modelo baseado nos três pilares da sustentabilidae (econômico, social e ambiental) daquelas que apenas se utilizam de verbas publicitárias gigantescas para estampar anúncios na televisão e em outros meiios.
Nesse post, encontramos alguns incríveis exemplos de design de madeira que mesmo que sejam brilhantes e pareçam trazer algo natural, tiveram que em algum momento derrubar uma árvore para a sua execução.





















Leia mais: http://muitolegalblog.blogspot.com/2009/11/designs-de-madeira.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+muitolegal+%28muitolegal+blog+%3A%3A+sua+overdose+di%C3%A1ria+de+inspira%C3%A7%C3%A3o%29#ixzz0YQowcDLL

A Pilastra

Um homem visitou um místico famoso, porque queria saber como se livrar de suas crenças e preconceitos.
Em vez de lhe responder, o místico andou em direção à uma pilastra e a abraçou, enquanto gritava: - Socorro, salve-me desta pilastra!
Ela está me prendendo!
Salve-me desta pilastra!
O homem que fizera a pergunta, pensou que o místico era maluco.
A gritaria atraiu um monte de gente. Sem conseguir acreditar no que via, o homem perguntou: - Por que está fazendo isso? Eu vim para lhe fazer uma pergunta importante. Pensei que fosse sábio, mas acho que é louco. O senhor está segurando a pilastra e pode soltá-la na hora que quiser. Ela não o está prendendo.
O místico largou a pilastra e disse: - Então já tem a resposta à sua pergunta. Não são suas crenças e preconceitos que te seguram. Você os agarra firmemente e não os solta. Para se livrar deles, basta largá-los na hora que quiser.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Silêncio... Estão Dormindo!












"A visão de uma criança adormecida nos acalma. Faz-nos meditar. O olhar se detém. Acaricia vagarosamente. O olhar se torna, então, uma experiência poética de felicidade. Sentimos que a criança que vemos dormindo no berço, dorme também na nossa alma. E a alma fica tranqüila, como a criança. É por isso que, mesmo depois de apagada a luz, ida a imagem física, vai conosco a imagem poética como uma experiência de ternura."

A Pedra

O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, David matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Cicatriz

Um menino tinha uma cicatriz no rosto e as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado; na realidade, quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido a cicatriz ser muito feia.
Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio.
O professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula e o primeiro a sair. Desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhasse para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria; sabia que os alunos não olhariam mais para trás.
Levada ao conhecimento do menino a decisão, ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:
Que ele comparecesse na frente dos alunos em sala de aula para dizer o porquê daquela CICATRIZ.
A turma concordou e, no dia, o menino entrou em sala, dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe, turma, eu entendo vocês; na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri: Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa passava roupa para fora; eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo. O menino continuou:
Além de mim, havia mais 3 irmãozinhos: um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.
Silêncio total em sala. ...
Foi aí que, não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira, começou a pegar fogo; minha mãe correu até o quarto em que estávamos, pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça e as paredes que eram de madeiras pegavam fogo e estava muito quente....
Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.
Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chama as pessoas que estavam ali não a deixaram buscar minha irmãzinha. Eu via minha mãe gritar: 'minha filhinha esta lá dentro!
Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...
Foi aí que decidi...
Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar. Saí entre as pessoas e quando perceberam, eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava.
Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...
Neste momento, vi caindo alguma coisa; então me joguei em cima dela para protegê-la e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...
A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada; então o menino continuou:
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha, beija porque sabe que é marca de AMOR.

Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ.
Não falo da CICATRIZ visível, mas da cicatriz que não se vê, estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.
Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.
Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele pulou em cima da gente, protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES...
Essas também são marcas de AMOR.
JESUS te ama, não por quem você é, mas sim pelo que você é, e pra Ele você é a pessoa mais importante deste mundo
"Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados." I Pedro 2:24