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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Os benefícios do vinho

Doença
Vinho
Dose Diária
Alergias
Médoc
1 copo
Anemia
Graves
4 copos
Arteriosclerose
Moscato
4 copos
Bronquite
Borgonha ou Bordô
(+ açúcar e canela)
3 taças
Constipação
Anjou blanc ou Vouvray
4 copos
Afecções coronárias
Champanhe seco
4 copos
Diarréia
Beaujolais nouveau
4 copos
Febre
Champanhe seco
1 garrafa
Coração
Borgonha, Santenay rouge
2 copos
Gota
Sancerre, Pouilly Fumé
4 copos
Hipertensão
Alsace, Sancerre
4 copos
Transtornos damenopausa
Saint Emilion
4 copos
Depressão nervosa
Médoc
4 copos
Obesidade
Bourgogne
4 copos
Obesidade severa
Rosé de Provence
1 garrafa
Reumatismo
Champanhe
4 copos
Emagrecimento anormal
Côte de Beaune
4 copos
Fígado preguiçoso
Champagne seco
4 copos
Transtornos renais
Cálculos renais
Gros Plant
Chardonnay
4 copos
2 copos

Média de vida humana:
- 59 anos para quem bebe água
- 85 anos para quem bebe vinho
- 87% dos centenários são bebedores de vinho

O Vinho é o leite dos idosos

O vinho é a mais saudável e higiênica das bebidas

Depois que soube dos benefícios do vinho, montei uma farmacinha no chão da cozinha:




quinta-feira, 24 de junho de 2010

Dormir uma sesta

Dormir uma sesta (a soneca do início da tarde) não apenas renova o cérebro como também melhora as habilidades mentais, afirma um estudo divulgado na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), ocorrida no fim de semana em San Diego, Califórnia (EUA).
"O sono tem efeitos reparadores após um prolongado período de vigília, mas também aumenta as capacidades neurocognitivas em comparação com as que existiam antes de dormir", disse Matthew Walker, professor de psicologia da Universidade de Berkeley e coordenador do estudo.
A pesquisa examinou 39 adultos jovens divididos em dois grupos: um deles dormiu a sesta e outro não.
Ao meio-dia, todos os participantes foram submetidos a exercícios mentais destinados principalmente a ativar o hipocampo, uma região do cérebro que ajuda a armazenar informações. Os dois grupos tiveram rendimento similar.
Às 14h, o grupo selecionado para a sesta dormiu por 90 minutos, enquanto os outros permaneceram acordados.
Mais tarde, às 18h, todos os participantes do estudo foram submetidos novamente a uma série de exercícios mentais, nos quais deveriam memorizar informações.
Os que ficaram acordados o dia todo tiveram queda de rendimento na comparação com os exercícios anteriores. Já os participantes que tiraram um cochilo registraram um rendimento consideravelmente melhor e também melhoraram as habilidades.
Os resultados apoiam a hipótese de que o sono é necessário para apagar a memória a curto prazo no cérebro e abrir espaço para novas informações, segundo Walker.