quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Panfletagem é spam

via Bobagento de Fred em 14/09/09

Na última sexta-feira passei por um grupo de carros estacionados na Praça Popular, movimentada região da noite cuiabana. Os vestígios no chão comprovaram algo que cresce há cada final de semana nas capitais brasileiras: a panfletagem cega. Dezenas de anúncios de festas e eventos foram deixados e jogados sobre os carros, sujando o chão e prejudicando a marca exposta.
Ora, senhores. Panfletagem, quando feita assim, não funciona. Opte pela criatividade, evite somente colar a mensagem no vidro. Trabalhe num formato mais interessante ou relevante ao receptor. Cuidado na hora de fazer a distribuição. Respeite sua marca e lembre-se: o público está cada vez mais exigente.

Como seriam os sites se eles fossem pessoas?

Vi no site Reddit essa imagem que mostra como seriam os websites se eles fossem pessoas. O Facebbok é um jovem descolado, o MySpace é um artista blasé, já o Wikipédia é um nerd.






Como essa ilustração saiu de um site gringo, não temos a imagem do Orkut, que faz um sucesso tremendo aqui no Brasil. Como seria a “pessoa Orkut”?
Vamos fazer o seguinte, você diz pra gente como seria o Orkut! Envie um desenho para o email dcolletta.colaborador@edglobo.com.br com sua ilustração anexa. Publicaremos as mais legais no site da Revista Galileu.

Olha a globo aí gente!!!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Big Big - Bolas gigantes

Bem divertida essa ação da Leo Burnett para divulgar o chiclé Big Big. Como o maior benefício é fazer bolas enooooormes, veja o que fizeram nas saídas de escola e banheiros de shoppings:
Click here to view the embedded video.

Depois do jump chicleteiro, tem uma foto de cada instalação:

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Saúde Mental

Fui convidado a fazer uma preleção sobre saúde mental.
Os que me convidaram supuseram que eu, na qualidade de psicanalista, deveria ser um especialista no assunto.
E eu também pensei. Tanto que aceitei.
Mas foi só parar para pensar para me arrepender. Percebi que nada sabia.
Eu me explico.

Comecei o meu pensamento fazendo uma lista das pessoas que, do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante, pessoas cujos livros e obras são alimento para a minha alma: Nietzsche, Fernando Pessoa, Van Gogh, Wittgenstein, Cecília Meireles, Maiakovski.
E logo me assustei.
Nietzsche ficou louco.
Fernando Pessoa era dado à bebida.
Van Gogh matou-se.
Wittgenstein alegrou-se ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia.
Cecília Meireles sofria de uma suave depressão crônica.
Maiakoviski suicidou-se.

Essas eram pessoas lúcidas e profundas que continuarão a ser pão para os vivos muito depois de nós termos sido completamente esquecidos.
Mas será que tinham saúde mental?
Saúde mental, essa condição em que as idéias comportam-se bem, sempre iguais, previsíveis, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado; nem é preciso dar uma volta ao mundo num barco a vela, bastar fazer o que fez a Shirley Valentine (se ainda não viu, ver o filme) ou ter um amor proibido ou, mais perigoso que tudo isso, a coragem de pensar o que nunca pensou.
Pensar é uma coisa muito perigosa...

Não, saúde mental elas não tinham.
Eram lúcidas demais para isso.
Elas sabiam que o mundo é controlado pelos loucos e idosos de gravata.
Sendo donos do poder, os loucos passam a ser os protótipos da saúde mental.
Claro que nenhum dos nomes que citei sobreviveria aos testes psicológicos a que teria de se submeter se fosse pedir emprego numa empresa.
Por outro lado, nunca ouvi falar de político que tivesse estresse ou depressão. Andam sempre fortes em passarelas pelas ruas da cidade, distribuindo sorrisos e certezas.

Sinto que meus pensamentos podem parecer pensamentos de louco e por isso apresso-me aos devidos esclarecimentos.
Nós somos muito parecidos com computadores.
O funcionamento dos computadores, como todo mundo sabe, requer a interação de duas partes.
Uma delas chama-se hardware, literalmente "equipamento duro", e a outra denomina-se software, "equipamento macio".
O hardware é constituído por todas as coisas sólidas com que o aparelho é feito.

O software é constituído por entidades "espirituais" - símbolos que formam os programas e são gravados nos disquetes.

Nós também temos um hardware e um software. O hardware são os nervos do cérebro, os neurônios, tudo aquilo que compõe o sistema nervoso.
O software é constituído por uma série de programas que ficam gravados na memória. Do mesmo jeito como nos computadores, o que fica na memória são símbolos, entidades levíssimas, dir-se-ia mesmo "espirituais", sendo que o programa mais importante é a linguagem.

Um computador pode enlouquecer por defeitos no hardware ou por defeitos no software. Nós também.
Quando o nosso hardware fica louco há que se chamar psiquiatras e neurologistas, que virão com suas poções químicas e bisturis consertar o que se estragou.
Quando o problema está no software, entretanto, poções e bisturis não funcionam.
Não se conserta um programa com chave de fenda.
Porque o software é feito de símbolos, somente símbolos podem entrar dentro dele.

Assim, para se lidar com o software há que se fazer uso dos símbolos.
Por isso, quem trata das perturbações do software humano nunca se vale de recursos físicos para tal. Suas ferramentas são palavras, e eles podem ser poetas, humoristas, palhaços, escritores, gurus, amigos e até mesmo psicanalistas.

Acontece, entretanto, que esse computador que é o corpo humano tem uma peculiaridade que o diferencia dos outros: o seu hardware, o corpo, é sensível às coisas que o seu software produz.
Pois não é isso que acontece conosco?
Ouvimos uma música e choramos.
Lemos os poemas eróticos de Drummond e o corpo fica excitado.

Imagine um aparelho de som.
Imagine que o toca-discos e os acessórios, o hardware, tenham a capacidade de ouvir a música que ele toca e se comover.
Imagine mais, que a beleza é tão grande que o hardware não a comporta e se arrebenta de emoção!
Pois foi isso que aconteceu com aquelas pessoas que citei no princípio: a música que saía de seu software era tão bonita que seu hardware não suportou.

Dados esses pressupostos teóricos, estamos agora em condições de oferecer uma receita que garantirá, àqueles que a seguirem à risca, saúde mental até o fim dos seus dias.
Opte por um software modesto.
Evite as coisas belas e comoventes.
A beleza é perigosa para o hardware.
Cuidado com a música.
Brahms e Mahler são especialmente contra-indicados.
Já o funk pode ser tomado à vontade.

Quanto às leituras, evite aquelas que fazem pensar.
Há uma vasta literatura especializada em impedir o pensamento.
Se há livros do doutor Lair Ribeiro, por que se arriscar a ler Saramago?
Os jornais têm o mesmo efeito.
Devem ser lidos diariamente.
Como eles publicam diariamente sempre a mesma coisa com nomes e caras diferentes, fica garantido que o nosso software pensará sempre coisas iguais.
E, aos domingos, não se esqueça do Silvio Santos e do Gugu Liberato.
Seguindo essa receita você terá uma vida tranqüila, embora banal.
Mas como você cultivou a insensibilidade, você não perceberá o quão banal ela é. E, em vez de ter o fim que tiveram as pessoas que mencionei, você se aposentará para, então, realizar os seus sonhos. Infelizmente, entretanto, quando chegar tal momento, você já terá se esquecido de como eles eram.

Rubem Alves

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Dicas: Como achar qualquer coisa no Google


A internet tem as respostas para todas as perguntas, mas você precisa saber encontrá-las. Esse pequeno manual feito pela Revist Super Interessante dá dicas e macetes para usar o “todo poderoso” Google de forma mais eficaz. Confira.




Ah, e se você tiver outras dicas e quiser compartilhar, fique a vontede para postá-las nos comentários.
Fonte: http://comunicadores.info/2009/08/24/dicas-como-achar-qualquer-coisa-no-google/

“Estamos voltando ao boca a boca", diz assessora da campanha de Obama na internet.

Dizem que se alguém passa muito tempo com seu bicho de estimação acaba se parecendo com ele. Com Rahaf Harfoush acontece um pouco isso. Ela foi uma das estrategistas da campanha online de Barack Obama durante a disputa presidencial. E agora não só esbanja entusiasmo pelo inquilino da Casa Branca, mas também imita sua mecânica gestual. Ouvi-la dissertar sobre as excelências da rede como mecanismo de mobilização faz lembrar os pomposos discursos do presidente norte-americano repletos de "esperança", "compromisso" e "nova ordem", que quando terminam dão vontade a ir a algum lugar e se oferecer para fazer parte do projeto, ainda que não se saiba muito bem onde e para quê.
Harfoush e seus companheiros souberam explorar essa estratégia à perfeição. Mobilizaram milhares de voluntários e fizeram das redes sociais uma arma, batendo primeiro em Hillary Clinton e depois no candidato republicano John McCain. Obama contou com 3,2 milhões de amigos no Facebook, contra os 600 mil de sua rival, 137 mil seguidores no Twitter e 1.824 vídeos foram colocados no YouTube, contra apenas 330 de McCain. "O importante é a estratégia, não a tecnologia. É fácil criar perfis, conseguir amigos no Facebook ou manter blogs. Mas o objetivo era que as pessoas saíssem às ruas e votassem. Se todo esse esforço na rede não se houvesse traduzido em votos não teria valido nada".
Harfoush entrou na campanha graças à sua insistência. Durante um mês inteiro telefonou todos os dias para Chris Hugues, um dos criadores do Facebook, a quem Obama havia confiado a campanha nos "novos meios de comunicação". Hughes - então com insultantes 25 anos, assim como Harfoush - atendeu por fim ao telefone e ela abandonou quase tudo - namorado, apartamento e trabalho - e foi para Chicago trabalhar pelo "Yes, we can". Esta jovem de origem síria e nacionalidade canadense pegou o lema de Obama, virou-o do avesso e publicou o livro "Yes, we did" (algo como "Sim, nós fizemos") no qual conta a estratégia da campanha que agora tenta revender para o mundo dos negócios. "Nem os governos nem as empresas controlam a mensagem. Na internet, as pessoas têm agora o poder de colocar um vídeo no YouTube ou mandar uma mensagem pelo Twitter para denunciar uma repressão, como aconteceu no Irã, ou criticar um produto".
A internet continua associada ao gratuito. Mas também pode se transformar numa poderosa ferramenta de arrecadação. Harfoush explica essa dicotomia com uma impecável ética anglo-protestante. Durante a campanha, formaram-se 35 mil grupos de voluntários que conseguiram 13 milhões de endereços de e-mail de eleitores em potencial aos quais enviaram um bilhão de mensagens, convidando para 200 mil eventos. Essa mobilização conseguiu arrecadar US$ 750 milhões, mais do que o dobro de McCain, através de pequenas doações entre 20 e 50 dólares.
"Uma mãe nos disse que havia pedido US$ 100 emprestados para doar para a campanha porque queria que seu filho tivesse um futuro melhor. Não podíamos desapontá-la". Para evitar isso, os cérebros da campanha idealizaram um conceito: a hiper-segmentação. Nada de mensagens em massa, mas sim personalizar o máximo possível. Por isso, as mensagens se dividiam por local de residência, idade e nível de renda. "Tratava-se de evitar a todo custo o spam".
"As pessoas se guiam pelas opiniões do ambiente que as cerca, de um familiar, de um amigo, de um vizinho, bem mais do que pelas opiniões de um especialista ou de alguém que aparece na televisão. Na realidade, com a internet e as redes sociais, estamos voltando ao boca a boca." Durante a campanha, Obama visitou a sede do Google e disse: "Quero mudar o mundo, como o Google mudou". Curiosamente, Harfoush silencia quando perguntada sobre o papel do Google e sua tendência de se infiltrar em todos os terrenos. E alguém pode se perguntar se talvez, num futuro pr óximo, o Google não será o candidato ideal à presidência dos Estados Unidos.
Por: Ramón Muñoz, Em Madri (Espanha).
Tradução: Eloise De Vylder
Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2009/08/17/ult581u3427.jhtm, em 17/08/2009.

Info Pesquisa aponta crescimento do uso comercial de mídias sociais

Número de empresas cresce 44% de 2007 para 2009
Que as mídias sociais estão em alta, todo mundo já sabe. As principais empresas do mundo estão utilizando redes como Facebook, Twitter, You Tube e LinkedIn para divulgar seus produtos e marcas. De acordo com uma pesquisa realizada com o mercado americano em junho, pela Association of National Advertisers e pela BtoB Magazine, 66% delas usaram algum tipo de mídia social este ano. Em 2007, o número foi de 20%.
Ainda pouco popular do Brasil, o Facebook é o mais utilizado. 74% dos entrevistados responderam que usam o site para fins comerciais. Depois estão You Tube e Twitter, com 65% e por último a rede de negócios LinkedIn, com 60%. Outro dado interessante é de onde virão as fontes de investimento: 55% dizem ter transferido recursos de mídias tradicionais; 48% usaram dinheiro do marketing e 26% criaram um fundo extra para estes investimentos.
Para 2010, as redes sociais perderão espaço para os blogs. 34% dos entrevistados citaram eles como o principal novo canal de mídia. 28% citaram as mídias móveis e somente 23% citaram as mídias sociais.
Fonte: http://consumidormoderno.uol.com.br/canais/marketing/pesquisa-aponta-crescimento-do-uso-comercial-de-midias-sociais
Por Gustavo Pelogia

Novos Eletrônicos: Fujifilm FinePix 3D W1

A nova câmera digital da Fuji inova ao trazer um par de conjuntos de captação para criar fotografias e vídeos tridimensionais.
Primeiro foi o cinema que se rendeu à imagem tridimensional, tentando levar o espectador a mundos reais ou fastásticos e fazê-lo sentir-se dentro da história. Agora, a Fuji lança mais uma face da tecnologia de três dimensões para o grande público.
Com dois sensores de 10 Mp cada e um par de lentes Fujinon com zoom ótico de 3x, a FinePix 3D W1 está impressionando o mundo da fotografia com as novidades trazidas tanto na câmera quanto em termos de tecnologia acessória.
Profundidade desde o princípio

A primeira vista, a FinePix 3D W1 parece muito estranha. O formato “gordinho” da câmera vai contra a tendência de gadgets cada vez menores e mais finos. Apesar da câmera não ser maior em termos de dimensões gerais, a sensação de manuseio é um pouco esquisita. Os conjuntos óticos fazem com que o equipamento lembre – com um pouco de imaginação e boa vontade – um rosto sorridente, mas não é o design o verdadeiro atrativo da FinePix 3D W1.

A principal característica da câmera é, naturalmente, o sistema de imagem tridimensional. Desde o primeiro momento, o visor lenticular já mostra que a coisa é séria. Ao ligar a câmera, um logotipo 3D começa a aparecer na – ou seria através da? – tela. Ah, e um detalhe: isso já acontece sem precisar de nenhum óculos especial.
Para fazer com que o visor da câmera mostre as imagens em três dimensões, a Fuji aprimorou uma tecnologia já conhecida, chamada de superfície lenticular. Aplicando minúsculas lentes cilíndricas por todas as 2,8 polegadas do LCD foi possível criar o efeito estereoscópico a partir das camadas de emissão da imagem. Essas lentes substituem os clássicos óculos azuis e vermelhos normalmente associados com imagens tridimensionais em telas.
Ok, mas como isso funciona?
Os adolescentes das décadas de 1980 e 1990 provavelmente lembram-se dos livros da série “Imagem Mágica”, em que ilustrações tridimensionais causavam espanto – e traumas em quem não consegui vê-las – através do efeito estereoscópico.
Esses livros eram impressos em papel normal, com um pequeno deslocamento de cada componente da imagem 3D, o que exigia algum esforço de quem observava as páginas. Normalmente, era necessário “ficar vesgo” por alguns instantes até que a imagem tridimensional se formasse.
No caso do sistema da FinePix 3D W1, o “óculos” está aplicado por toda a superfície do LCD, fazendo o direcionamento de cada imagem de forma que basta olhar para a tela e a profundidade estará lá.

Esse mesmo sistema lenticular também é utilizado nas duas opções de visualização oferecidas pela Fuji além da câmera. O V1, um porta-retratos digital, e os papéis fotográficos especiais para imprimir as fotos tridimensionais.
Toda a altíssima tecnologia utilizada na câmera é baseada em três peças essenciais. As lentes Fujinon, que exceto formarem um par estereoscópico, são as mesmas utilizadas em todas as câmeras digitais da marca; os sensores CCD e seu processador, que permitem a captação da imagem sem perda alguma de qualidade, uma vez que ambos são do mesmo tamanho dos sensores usados nas câmeras 2D; e o suporte das lentes, que garante o alinhamento exato dos conjuntos óticos para maximizar a representação de profundidade.
É fácil de fazer!
No total, são 13 ajustes automáticos de captura que podem ser usados tanto para imagens 3D como para fotografias bidimensionais. Essas configurações incluem os modos de retrato, paisagem, esporte, foto noturna e assim por diante.
Para quem já tem mais conhecimento de fotografia, a câmera também permite ajustes manuais, com regulagem de exposição por combinação de abertura e velocidade do obturador, além do modo de prioridade de abertura, para controle da profundidade de campo.
Outros dois ajustes importantíssimos se referem exclusivamente ao modo de captura 3D.
Cada foto é diferente das outras, e isso não vai mudar só porque a câmera tem dois conjuntos de captura. Assim, para fotografar um retrato ou uma paisagem, são necessárias adaptações em como a imagem é mostrada nas telas lenticulares ou no papel especial. Para garantir o melhor resultado sempre, a FinePix 3D W1 oferece um sistema de correção de paralaxe. Com ele, é possível aumentar ou diminuir a separação das imagens que compõem o par esteroscópico, otimizando o efeito tridimensional.
A outra adaptação é necessária para fotografias de temas muito próximos à câmera, normalmente encontrados na fotografia macro. Obter imagens tridimensionais de flores, insetos e outros tantos temas com a FinePix 3D W1 é apenas um pouco mais complicado do que obtê-las normalmente.
Para fotografar em macro 3D, a câmera utiliza apenas um dos conjuntos de captura, pois a distância de focalização para macro é mais curta do que o “campo de visão” do par estereoscópico. Portanto, como a imagem tridimensional da câmera é obrigatoriamente composta por um par de imagens feitas de ângulos diferentes, é necessário fotografar o mesmo tema duas vezes, com uma pequena alteração de posição da câmera entre os dois disparos. Para ajudar na composição e no alinhamento das duas imagens, a câmera mostra, entre os disparos, a primeira foto como uma camada semitransparente por cima da visualização normal da tela.
Mas eu só consigo fotos tridimensionais?
Claro que não! Para você não precisar carregar duas câmeras em uma viagem ou passeio, a FinePix 3D W1 também permite tirar fotografias normais, como se fosse qualquer outra câmera da série FinePix.
Só que, como a câmera carrega dois conjuntos de captura completos, e tem processamento para fazer uso de ambos ao mesmo tempo, uma nova maneira de fotografar é possível.

Ao ativar o modo 2D, é possível escolher utilizar os dois sensores independentemente. Isso abre um leque interessante de possibilidades de fotografia.
Por exemplo, uma mesma cena pode ser fotografada através de uma lente configurada como grande angular e com qualquer outra combinação de zoom que a câmera ofereça.

Outras combinações possíveis envolvem a cor – sendo possível fotografar em cores e em preto-e-branco ao mesmo tempo – ou a sensibilidade do filme, permitindo fotos congelando o movimento de um determinado objeto em um dos sensores, e deixando este mesmo movimento borrado na lente ao lado, ou então como “medida de segurança” em situações de dúvida sobre a melhor configuração.
Outra possibilidade é transformar a FinePix 3D W1 numa câmera action sampler. Esse tipo de câmera – normalmente dotada de várias lentes – dispara cada obturador com um pequeno intervalo, praticamente fazendo uma animação quadro-a-quadro de certa ação.
O que mais?
Mesmo as funções mais bacanas e as imagens com a melhor qualidade possível não valem tanto se você tem que se matar para conseguir qualquer resultado. Assim sendo, a FinePix 3D W1 apresenta uma interface simples e amigável.

Os botões são grandes e estão todos dispostos nas laterais do visor LCD, e são iluminados para facilitar a leitura em ambientes escuros. Destes, um botão – no canto esquerdo inferior da câmera – é essencial. É ali que você alterna entre os modos bi- e tridimensional.
No visor, as opções de menu e a interface gráfica da câmera são mostradas em três dimensões também, um lembrete da capacidade impressionante da FinePix 3D W1.
Outra grande vantagem da câmera é ser equipada com o sistema IrSS, uma porta de transmissão infravermelha de alta velocidade. Através dessa porta, é possível compartilhar as imagens e vídeos da câmera com o portarretrato digital V1, e com qualquer outro equipamento – inclusive impressoras – dotadas da tecnologia. Com isso, torna-se desnecessária a retirada frequente do cartão de memória da câmera, protegendo os contatos de leitura.
Detalhes e especificações
A FinePix 3D W1 é uma câmera com dois sensores de 10 Mp e 1 x 2,3 polegadas de tamanho.As lentes Fujinon com limite de abertura 3.7 – 4.2 permitem zoom ótico de 3x e têm distância focal de 6,3-35 (equivalente a uma lente 18,9-105 para formato 35 mm).

Para armazenar imagens e vídeos – tanto tri quanto bidimensionais – o aparelho conta com aproximadamente 42 Mb de memória interna, além de aceitar cartões de memória SD e SDHC até 16 Gb. A conexão da câmera com o computador acontece através da porta USB 2.0 de alta velocidade.
As imagens produzidas pela FinePix 3D W1 são salvas em JPG (foto) e AVI (vídeo) para a regulagem bidimensional e em MPO (foto, com a opção de um JPG anexo) e 3D-AVI (vídeo). Os metadados das imagens são incluídos seguindo o padrão EXIF 2.2, e incluem informações sobre a captura e instruções para impressão das fotografias.
A regulagem de sensibilidade do sensor permite variar o valor de ISO entre 100 e 1600, sendo também possível deixar a seleção de sensibilidade a cargo da câmera.
Os modos de captura possíveis são: luz natural, luz natural com flash, retrato, paisagem, esporte, noturno, noturno (tripé), pôr-do-sol, neve, praia, subaquático, festa e anti-borrão. As velocidades de obturador vão desde três segundos (modo noturno em tripé) até um milésimo de segundo em todos os outros modos de exposição. Nos modos noturnos, o disparo mais rápido ocorre em até 1/500 de segundo.
Em cartões de 16 Gb, a câmera consegue criar até pouco mais de 1000 fotos tridimensionais ou mais de 3000 fotos bidimensionais (ambos em qualidade máxima), ou gravar até 114 minutos de filmes 3D ou 224 minutos de filmes 2D (ambos em qualidade VGA 640 x 320).
Fonte: http://www.baixaki.com.br/info/2630-novos-eletronicos-fujifilm-finepix-3d-w1.htm
Por Luciano De Sampaio Soares

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Manifestação contra aquecimento global derrete 'homens de gelo'

Cerca de mil esculturas foram feitas por artista brasileira em Berlim.
Expostas sob o sol, elas derreteram em meia hora.

Foto: Maya Hitij / AP Photo
Cerca de mil esculturas de gelo feitas pela artista brasileira Nele Azevedo são expostas nesta quarta (2) em Berlim, na Alemanha, em manifestação da organização WWF (World Wide Fund for Nature) (Foto: Maya Hitij / AP Photo)

Foto: Maya Hitij / AP Photo
Expostas sob o sol, as esculturas derreteram em meia hora simbolizando o efeito do aquecimento global (Foto: Maya Hitij / AP Photo)
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1289568-5602,00-MANIFESTACAO+CONTRA+AQUECIMENTO+GLOBAL+DERRETE+HOMENS+DE+GELO.html