sexta-feira, 28 de maio de 2010

O programa humorístico CQC da Band, tem melhorado sua posição frente aos anunciantes.


De acordo com um levantamento do Controle da Concorrência, a atração possui 17% de seu tempo ocupada por anúncios publicitários, passando o rival Pânico na TV, que possui 11%. A atração, que segue sob o comando de Marcelo Tas, se deu bem ao apostar em um formato diferente de merchandising: em vez interromper o programa para divulgar mensagens de anunciantes, ocorrem pequenas vinhetas durante a apresentação. Essas aparições são silenciosas e não passam de 20 segundos, o que não desagrada os telespectadores e tem chamado a atenção do mercado publicitário.
O apresentador Marcelo Tas, em entrevista à coluna Outro Canal, comentou o sucesso do modelo adotado no programa: “a ideia é não aborrecer quem assiste. Em 2008, quando estreamos, ficamos com um único anunciante durante quatro meses. Hoje a fórmula é considerada eficiente”. E é mesmo, hoje o CQC é o segundo produto mais valorizado da Band, e a fila para anunciar no programa já tem seis empresas na espera.
Perfil
O público infantil — a partir do 8 anos — cada vez mais numeroso que acompanha o “CQC” é tema recorrente das reuniões de pauta do programa. Os cuidados para não ofender são muitos. Palavrão, por exemplo, só pode depois da meia-noite.
Ainda sobre os bastidores do “CQC”, a Cuatro Cabezas, produtora argentina detentora do formato, resiste aos quadros criados aqui no Brasil.
Rola uma queda de braço.
Mas o “CQC” do Brasil é o mais bem-sucedido de todos comercialmente, mais ainda do que o original. Os 20 segundos de anúncios dentro do programa deram certo.
Fonte: http://marketingblog.com.br/blog/?p=677

3 comentários:

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