Vencedores do Big Brother e Survivor disputam programa ao vivo de dentro de um outdoor
O outdoor virou agora a nova ferramenta dos realitys shows. Em Israel, Eliraz Sadeh (vencedor do “The Big Brother”) e Natan Bashevkin (vencedor do Survivor) competem entre si dentro de um outdoor. Criado pela Yellow Pages, o programa que tem o nome de “The Billboard Master” está sendo captado através de seis câmeras e transmitido em 3 diferentes canais online. Mas quem quiser ver de perto o que acontece, basta ir ao em que acontece o programa.
Cada competidor tem o seu lado dentro do outdoor e tem que realizar tarefas utilizando as diferentes plataformas das quais a Yellow Pages está presente (site, Twitter, Facebook, apps e SMS). O público vota e os competidores vão ganhando ou perdendo espaço no outdoor. Quem se dá bem nas provas, ganha mais espaço, enquanto a área do outro competidor diminui. O jogo acaba quando um competidor não tiver mais lugar pra se movimentar.
Como já era previsto o shopping chegou e as mudanças também!
Faz pouco tempo que fiz uma postagem sobre as mudanças que iriam acontecer com o novo empreendimento na cidade. Dito e feito!
Antes mesmo da inauguração já podemos notar a diferenças nos outdoors, com anúncios de alta qualidade além de uma estrutura bem melhor do que os de madeira caindo aos pedaços que vemos por aí.
Quem pensa que só quem chegou no mercado setelagoano está inovando, está muito enganado. As lojas do centro que irão sentir o peso da concorrência já estão inovando e investindo em comunicação.
Um grande exemplo disso é o Cine Fox, que irá ter sua bilheteria dividida com o cinema do shopping, que já chega com salas com filmes em 3D. O Cine Fox é visto como uma empresa que peca muito em sua comunicação. A empresa espalha faixas de pano pela cidade para anunciar os filmes que estão sendo exibidos, sem nenhuma estrutura, critério ou qualquer tipo de arte, algo totalmente imperceptível! Agora, que já existe a concorrência eles resolveram investir faz pouco tempo, em folhetos. A arte ainda não é uma "Brastemp", mas já é um início.
Confiram abaixo.
De qualquer forma fica a dica para os comerciantes antigos, para se atentarem a comunicação e a sua importância. Quanto ao Cine Fox fica os parabéns pela nova estratégia, ainda que um pouco tarde!
Inaugurado ontem, o tão esperado Shopping Sete Lagoas!
Tive a oportunidade de conferir a inauguração do novo empreendimento, confesso que fui atrás de ações inovadoras das novas lojas que agora fazem parte do comércio setelagoano. Resultado? Decepcionante!
Esperava encontrar lojas buscando a atenção de seu target, e quase nada vi!
As lojas Magazine Luiza e a Hering foram umas das poucas que fizeram algo de "diferente".
Além das duas uma ação muito bacana e que vale a pena ser destacada, foi a ação da Centauro. A mesma distribuiu em frente a UNIFEMM, um lugar bem estratégico, durante o intervalo uma pequena caixinha.
Ao abrir essa caixinha as pessoas se deparam com um monte de fitas coloridas com mensagens de incentivo a prática de esportes.
Para aqueles que são mais curiosos e interessados e abrem toda a caixinha uma surpresa:
A caixinha vale um brinde exclusivo da loja!
O brinde eu ainda não descobri qual é, quando eu trocar conto pra vocês!
Nestlé investe no mercado de bombons, que de acordo com a Nielsen, alcançou cerca de 8% do volume total das vendas de chocolates em 2009.
Suflair mantêm o chocolate aerado, acrescido da crocância do wafer
Não é toda marca que consegue chegar aos 30 anos com aspecto de jovem. Pois esse é o caso de Suflair, chocolate aerado da Nestlé. Para comemorar a presença do produto há três décadas no Brasil, a companhia está lançando a versão bombom "bola", combinando a leve crocância da casquinha de wafer com o chocolate da cobertura, sob o mote de ser diferente em todos os sentidos. O objetivo é aumentar o portfólio de produtos no segmento de bombons bola, que, de acordo com dados da Nielsen, alcançou cerca de 8% do volume total das vendas de chocolates em 2009.
Segundo Luiz Felipe Rego, diretor da unidade de chocolates da Nestlé, a versão aerada é praticamente impossível de ser copiada, devido à fórmula que só a empresa tem. "No primeiro mês de lançamento, sem divulgação, foram vendidas quatro milhões de unidades, número bem maior que o esperado. Agora estamos produzindo em maior quantidade para não faltar bombom nos pontos de venda", conta.
Esse é o motivo pelo qual a Nestlé decidiu esperar para apresentar uma campanha que enfatizasse o bombom de Suflair. Apenas uma ação de merchandising foi realizada durante a final do programa Ídolos, da Record. "A campanha vai privilegiar as ferramentas da internet, já que medimos muitos comentários em redes sociais, logo no primeiro dia em que o bombom chegou ao mercado", explica.
O chocolate teve lançamentos de novas versões nos últimos cinco anos, como Mousse Suflair, Suflair Moça, Suflair Dark, Suflair Sense e Suflair Duo. Nos últimos dois anos, segundo a companhia, a marca Suflair dobrou de tamanho.
O nome Suflair vem da junção de soufle + air, do francês, significando sopro de ar. Segundo a Nestlé, suas características conferem um sabor leve, cheio de ar, como uma musse. No processo de fabricação, a massa do chocolate, enquanto está quente, recebe um jato de gás carbônico, o que confere o aspecto e "borbulhas" no interior, para ser resfriado imediatamente após a sua deposição nos moldes de chocolate maciço com leite.
O produto surgiu em junho de 1980 e seu lançamento aconteceu no parque de diversões Playcenter. As ações publicitárias da época exploravam a leveza do chocolate, sua principal característica. O primeiro comercial foi ao ar em 1981, criado pela Norton Publicidade, com cenas que mostravam jovens degustando o chocolate com cara de surpresa, entremeadas por cenas aéreas que mostravam uma asa delta – então uma novidade no Brasil. No final, a assinatura cantada em tom agudo: "Suuuuflair". Anos depois, outro filme que mostrava o chocolate voando pela sala também deu visibilidade ao produto.
Alguns excertos do texto falado: (…) O que você faz no dia a dia está agregando valor? Você está fazendo algo que de fato está de alguma maneira construindo para termos um país melhor? (…) Importa, sim, como você constrói o seu resultado. Você agregará valor. (…) (Um bom exemplo foi) uma empresa de pesca de camarão predatória. “A gente deve trabalhar com isso ou não?” Eu não entendo nada disso, mas imagino que ao se fazer alguma coisa predatória, com o passar do tempo, não poderá mais fazê-lo. Então, como é que eu vou emprestar dinheiro para essa empresa? “Vamos colocar a empresa para fora?” Não. E se fôssemos lá conversar? E fomos lá conversar. E no fim financiamos um oceanógrafo. Eu não entendo nada desse assunto, mas ele entendia para ver como é que você poderia fazer uma coisa diferente e que fosse sustentável, no sentido de que ela pudesse continuar aquela pesca por um período muito grande. E conseguiu fazer isso. E todos saíram ganhando. A empresa, porque vai ter uma perspectiva de negócio muito melhor, o banco, porque fez uma operação com a empresa, e quem gosta de camarão porque vai poder comer camarão por mais tempo, porque foi mudada totalmente a maneira de se trabalhar. (…) Tudo o que você faz deve ser visto como parte da construção de uma visão maior, de uma imagem, de um trabalho, de um impacto que você causa. (…) Desculpem-me aqui… um “CDF” nada mais é do que trazer para baixo quem tá lá em cima. Para ver se deixa todo mundo medíocre e “vamo-que-vamo”. (…) Tem um filósofo americano, Ralph Emerson, que fala: “Suas atitudes falam tão alto que eu não consigo ouvir o que você diz.” (..) Está nas nossas mãos. O país precisa sim de reforma de: previdência, trabalhista, fiscal, tributária… Mas a mais importante é a reforma de valores. E reforma de valores não é o governo que faz. Somos nós no dia a dia, na nossa atitude diante de um problema, diante de uma dificuldade, diante de uma multa de trânsito, diante de uma multa de um fiscal. Como é que você reage aquilo? O que você faz? O que você dá como exemplo? (…) Mas eu acho que essa ideia de que a sociedade em que nós vivemos não é indissociável de nós. Ela é sim a somatória do que cada um de nós fazemos no dia a dia. Sociedade não existe: ela é simplesmente a somatória do que eu faço, do que ela faz, do que ele faz… Cada um faz uma coisa, e a somatória disso dá a sociedade que somos no Brasil. (…) A gente continua votando, continua pagando imposto. Mas como se fosse uma coisa distinta, nos colocamos confortavelmente na posição de “fica aqui” com uma série de pequenos delitos, e criticando os que estão lá como se fossem coisas dissociadas. (…) … frase de Ghandi… Nós temos que ser a mudança que queremos ver no mundo.
O Design Vintage é visto como antigo, mas alguns designers pensaram diferente e fizeram anúncios de produtos modernos, como Facebook e Nintendo Wii e outros.