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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O dia em que um sorriso parou São Paulo em ação da Brastemp

Simplesmente fantástico esse novo vídeo da Brastemp criado pela DM9DDB.

Depois da fantástica ação em que a marca resolveu inverter o céu com o chão, a Brastemp continua a trazer inspiração para tornar a rotina das pessoas mais leve. Este é o registro de uma ação da Brastemp realizada através de 11 estacões de rádio de São Paulo. As rádios trasmitiram simultaneamente o spot Sorriso, que convidava os motoristas a sorrir para o motorista ao lado.

A nova campanha da Brastemp quer inspirar o consumidor a enxergar a vida fora do óbvio e vivenciar o que realmente é“assiiim… uma Brastemp”.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

As nove respostas de um Sábio

Um sofista se aproximou de Tales de Mileto e tentou confundi-lo com as perguntas mais difíceis.
Mas o sábio de Mileto estava à altura da prova, porque respondeu a todas as perguntas sem a menor vacilação, e com a maior exatidão.
1. O que é mais antigo?– DEUS, porque sempre existiu.
2. O que é mais belo?– O UNIVERSO, porque é a obra de Deus.
3. Qual é a maior de todas as coisas?– O ESPAÇO, porque contém tudo do Criador.
4. O que é mais constante?– A ESPERANÇA, porque permanece no homem, mesmo depois de ter perdido tudo.
5. Qual é a melhor de todas as coisas?– A VIRTUDE, porque sem ela não existiria nada de bom.
6. Qual é a coisa mais rápida de todas?– O PENSAMENTO, porque em menos de um minuto, nos permite voar até o final do Universo.
7. Qual é a mais forte de todas as coisas?– A NECESSIDADE, porque é com ela que o homem enfrenta todos os perigos da vida.
8.O que é o mais fácil de todas as coisas?–Dar CONSELHOS.
Mas quando chegou a nona pergunta, nosso sábio falou um paradoxo.
A pergunta foi esta:
9. O que é o mais difícil? E o Sábio de Mileto replicou:
'Conhecer-se a si mesmo.'

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Já pensou em se tornar um Psicólogo do Consumo?

O Adam Ferrier, psicólogo especializado em consume e um dos sócios da Naked Communications, postou no seu blog algumas dicas bem interessantes pra quem deseja trabalhar na mesma área que ele. Como ele mesmo disse, trata-se de um guia rápido para conseguir um trabalho na área – se é o que você deseja. Vamos lá.
Primeiro, o que faz um psicólogo do Consumo?
Segundo o site de carreiras britânico Prospects, o termo Psicologia do Consumo é utilizado para caracterizar um indivíduo com graduação em psicologia que aplica essa área do conhecimento para assuntos relativos ao consumo. Em suma, é o profissional que ajuda marcas e organizações a aprimorar suas estratégias de marketing, tentando entender a psicologia por detrás das escolhas de consumo.
Voltando ao relato do Adam...
Intuição
Ele contou que quando estava na escola, conversou com um psicólogo pra ver o que deveria fazer da vida. Ele disse ao profissional que tinha interesse em marcas, dinheiro e pessoas. O psicólogo respondeu, na hora, que ele deveria se tornar um psicólogo do consumo. A dica do Adam é que, se você tem curiosidade sobre esses assuntos, a psicologia do consumo é um caminho que você pode gostar e se dar bem.
Educação
Ele conta que, para ser chamado de psicólogo, você deve ser registrado como um. O Adam relatou que isso leva 3 anos de graduação em ciências ou artes, e deve estudar muito pra se qualificar para o quarto ano. Pra nós, é preciso cursar a faculdade de psicologia, que leva de 4 a 5 anos. Com o diploma em mãos, dá pra se credenciar como psicólogo. No Brasil, esse vínculo é feito junto ao Conselho Regional de Psicologia do seu estado. Pra entrar na psicologia do consumo, ele recomenda uma pós-graduação – especialização ou mestrado – com o foco em consumo, em psicologia clínica ou psicologia organizacional. Nas grandes faculdades brasileiras, há cursos do tipo.
Emprego
Pesquisa de mercado, segundo o Adam, é a forma mais segura de começar a carreira. Existem muitas empresas do tipo aqui no Brasil. Sugiro uma busca no site da Abep (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa) pra encontrar opções. A maneira final, recomendada por ele, é se tornar um acadêmico e começar sua própria consultoria – o que traz ótimas oportunidades.
Contudo, apontou o Adam, mesmo que você alcance tudo isso, você pode se encontrar não fazendo o trabalho de um Psicólogo do Consumo ou trabalhando com esse título. Há formas diferentes pelas quais um profissional desses pode operar, além de variados trabalhos, cargos e títulos;
Pra finalizar, ele deixou algumas dicas que considera essenciais pra que busca esse rumo:
• Estude muito na sua graduação. Suas notas e projetos dos que participar serão cruciais para você entrar no mestrado – sem isso, fica bem mais difícil.
• Faça sua tese sobre algum assunto popular, se interesse humano. Faça barulho a respeito dela. A tese do Adam foi sobre ‘a identificação as características que tornam uma pessoa cool, assunto sobre o qual devo falar em breve por aqui. Segundo ele, foi uma pesquisa mais do que interessante: divertida.
• Seja especialista em alfo que tenha sentido e dê alguma contribuição ao mundo da psicologia do consumo.
• Esteja sempre por dentro das novidades em pesquisas e estudos, e embase suas opiniões nessas pesquisas. Você vai conseguir se diferenciar dos profissionais e setores que inventam e criam coisas.
• Tente manter um vínculo com uma instituição acadêmica pelo maior tempo que puder. Elas são uma fonte inestimável de recursos e acesso a pesquisas.
• Cuidado: Psicologia organizacional nada tem a ver com o assunto. É muito diferente da psicologia do consumo.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

7 Dicas para um Twitter Corporativo

Nestes últimos dias, vários sites publicaram que o Twitter, com menos de 4 anos de idade, chegou a incrível marca de 10 bilhões de mensagens, e que deve chegar as 20 bilhões ainda este ano. Mais surpreendente que isso foi o estudo publicado pelo site especializado em mídia, Brand Republic, relatando que 20% destas mensagens contem referência a produtos, serviços e marcas, dado que afirma a importância da presença corporativa na plataforma.
Outra pesquisa interessante foi publicada em janeiro, pela empresa de análise em mídia social Sysomos, segundo ela os Estados Unidos representam 50% dos usuários do Twitter, e o Brasil em segundo lugar representa 8,8% dos usuários do serviço.
Na segunda coluna desta tabela estão listados os países com maior participação na plataforma, podemos notar que mesmo tendo mais usuários brasileiros o Reino Unido tem maior participação em números de tweets. Comparando com a mesma pesquisa publicada no meio do ano passado notamos um aumento de 2% da participação brasileira na plataforma e uma redução de quase 8% da hegemonia norte americana.
Depois de ver todos esses números e de ler os textos sobre Twitter corporativo publicado pela Internet Advertising Bureau do Reino Unido resolvi criar uma lista com 7 dicas:
1 - Não desperdice o espaço do seu background - O twitter permite que você use os espaços ao lado da sua timeline (o fundo da sua página no Twitter). Nela você pode acrescentar outras redes sociais que a empresa participa, um email de contato, telefone, esse espaço deve ser organizado com a identidade visual da empresa, facilitando a identificação. Embora muitas pessoas utilizem outras ferramentas para mandar e receber os tweets em algum momento elas vão acabar entrando na sua pagina no Twitter.
2 - Avatar - A marca e o nome da sua empresa são importantes, mas o twitter (e as mídias sociais) são sobre pessoas. As pessoas quando vão falar com uma marca gostam e precisam saber com quem estão falando, a dica é descreva na Bio quem é o responsável por aquela conta corporativa, assinar mensagens principalmente no primeiro contato com outros usuários. E nem pensar em deixar o avatar padrão O_o antes mesmo de começar a tweetar você deve definir a imagem que representará a sua marca.
3 - Faça conversação - Além de servir para espalhar informações e novidades o Twitter serve também para manter um diálogo entre os públicos e a sua marca. Escute o que seus seguidores têm a dizer e converse com eles. Responda as perguntas, a dúvida de um frequentemente será a dúvida de outros. Demonstre interesse no que seus seguidores falam e o mais importante, não demore mais de um dia para responder. Quando os usuários notarem que podem tirar suas dúvidas e entrar em contato direto com a empresa sem toda a formalidade de SAC... E-mail... estreitará a relação deles com a sua marca e ajuda a afirmar como canal de comunicação.
4- Ofereça conteúdo exclusivo - O que leva uma pessoa a seguir o perfil de um Twitter corporativo e a busca de informações, saber de novidades da empresa em primeira mão, a oferta de conteúdo exclusivo é uma boa fonte para se conseguir seguidores.
5 - Siga quem te segue - Se alguém está te seguindo é porque está interessado na sua marca, o mínimo que você pode fazer é seguí-lo de volta, pois além de servir como uma ferramenta de atendimento ao cliente, habilitando o envio de Direct Message, você estará se aproximando de seu cliente.
6 - Mensurar - Pense em uma forma de medir o seu sucesso, assim você pode saber se está andando pelo caminho certo ou se deve replanejar a sua estratégia dentro da plataforma. O número de seguidores já não é uma boa forma de medir o sucesso no Twitter. Os re-tweets podem ser uma boa forma. Sinal que as pessoas gostaram (ou não) do que leram.
7 - Monitoramento - Sem dúvida a dica mais importante, mesmo que a sua empresas não possua uma vida ativa dentro do Twitter. Você tem a obrigação de fazer o monitoramento. Existem varias ferramentas que facilitam esse serviço, a dica é monitore tudo o que for publicado sobra a sua marca, sobre seus concorrentes, positivo ou negativo, você encontrará informações preciosas.
Sei que existem outros pontos importantes que devemos dar atenção mas acredito que esses são os 7 mais importantes, aguardo os comentários.
Quem tiver interesse em acompanhar o fluxo de tweets produzidas em tempo real pode conferir o Gigatweet.
Fonte: http://tinyurl.com/2e8ogrb

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Como elaborar um projeto

Dicas e orientações para transformar boas idéias em boas práticas. E um roteiro detalhado, em oito passos, para seu projeto
1 Por que elaborar projetos?
O termo projeto carrega o sentido de organizar idéias, pesquisar, analisar a realidade e desenhar uma proposta articulada com intencionalidade.
Os projetos sociais seguem essa lógica. São construções feitas por um grupo de pessoas que deseja transformar boas idéias em boas práticas. Tais projetos podem se transformar em ações exemplares que modificarão a realidade local.
Se, além de se constituírem em ações exemplares, os projetos se integrarem a ações de governo, municipais, estaduais ou da instância federal, poderão se replicar em escala maior, gerando, assim, políticas públicas cujos impactos para a coletividade serão maiores do que os projetos apenas locais.
Nos programas de governo, muitas vezes expostos em períodos de eleição, ouvimos candidatos e governantes dizerem que têm projetos para solucionar o problema do desemprego, da saúde, da educação etc. Em parte, isso é possível. Havendo um bom projeto, com recursos suficientes, bem monitorado e avaliado, vai se chegar aos objetivos preestabelecidos. Mas é preciso que o projeto seja bem elaborado, desde seus passos iniciais.
Nessas situações em que desejamos transformar insatisfação em solução, idéias em ações, boas intenções em propostas efetivas, sem desperdício de tempo e recursos, faz-se necessário elaborar um projeto que descreva o caminho a seguir. Caminho esse que deve ser trilhadocom lógica e paixão.
2 Cuidados e recomendações
Durante o processo de elaboração de projetos, correm-se dois grandes riscos: o da onipotência e o da impotência.
Um grupo pode sentir-se onipotente quando se considera com possibilidade de transformar, sozinho, os problemas sociais existentes em um bairro ou cidade. É o perigo do voluntarismo.
Seu oposto é a impotência. Sabendo ser difícil ou mesmo impossível resolver, isoladamente, os problemas encontrados, o grupo julga não poder fazer nada e desiste de buscar soluções criativas.
Esses dois grandes riscos freqüentemente têm como raiz pelo menos três fatores. O primeiro deles é o diagnóstico superficial sobre o espaço e o contexto nos quais o grupo atua. O segundo reside na análise inconsistente da viabilidade social, política, técnica, financeira, ambiental ou cultural do projeto. O último, a má distribuição de papéis e responsabilidades, de modo a centralizar o poder em uma única pessoa ou a diluí-lo, dificultando a constituição de líderes.
Na prática, existem alguns problemas a ser superados quando se quer estabelecer resultados concretos e custos efetivos em projetos sociais que lidam com processos de melhoria das condições de vida e com a promoção dos direitos humanos. Para superá-los é necessário construir um caminho baseado em resultados ou metas, organizado no tempo planejado, executado e monitorado. Sobretudo, não se deve parar nas boas intenções, mas transformá-las em obras.
3 Sugestões para elaboração de projetos
Criar um projeto supõe dois importantes momentos:
1º Elaboração: O grupo deve realizar um bom diagnóstico sobre o contexto e a situação problemática que pretende enfrentar e analisar o seu potencial para, em seguida, construir o seu caminho. É preciso que todas as pessoas envolvidas participem diretamente na fase de elaboração, buscando criar uma visão ampla do problema a ser enfrentado e soluções criativas para a sua viabilidade.
2º Redação: Este é um momento de exercício de síntese do processo anterior. Nele, é melhor contar com poucas pessoas do grupo. Tudo o que foi produzido anteriormente será agrupado em um roteiro que demonstre, de modo objetivo, o que será realizado.
Oito passos para elaborar um projeto
1º passo: Definir qual grupo elabora o projeto. Determinado o grupo, se verificará com quantas pessoas será possível contar efetivamente para realizá-lo, ou seja, qual o poder real ou o “tamanho das pernas que o grupo tem”.
2º passo: Montar duas listas paralelas. Uma deve listar os problemas que o grupo pretende superar e outra apontar soluções. É imprescindível que os problemas sejam concretos e observáveis. Eles devem ser formulados com clareza. Por exemplo, na lista dos problemas deve constar: “Poucas alternativas de cultura e lazer para jovens da Vila Nova Cachoeirinha”. Na lista das soluções: “Alternativas de cultura e lazer acessíveis para jovens da Vila Nova Cachoeirinha”.
3º passo: Escolher o problema principal. Dentre todos os listados, o grupo deve saber por onde começar, escolhendo o problema principal a partir de vários critérios. Um deles é o impacto negativo que o problema causa para a comunidade ou escola. Outro critério é a capacidade do grupo para resolver o problema. Neste caso, pode ser que o grupo resolva iniciar o projeto justamente por aquele cuja solução seja mais fácil e rápida.
4º passo: Montar uma árvore com o problema escolhido, suas causas e conseqüências. As causas do problema estão no que o origina e o mantém, ou seja, estão em sua raiz. As conseqüências são os danos provocados. Perceber a diferença entre causas e efeitos ajuda o grupo a não gastar recursos financeiros e a não desperdiçar tempo apenas com as conseqüências.
5º passo: Definir objetivos gerais e específicos. Os resultados previstos devem conter indicadores, fatores de risco e um plano de ação,como mostram as descrições seguir:
1. Os objetivos específicos
São eles que representam a finalidade do projeto em questão. São degraus para chegar ao topo da escada, ao objetivo geral. Eles indicam o caminho a ser percorrido.
2. Resultados ou metas
São tangíveis e correspondem aos produtos finais de um conjunto de atividades em um certo período. Quantificam as atividades que serão desenvolvidas, bem como sua intensidade. Qualificam o jeito que pelo qual o projeto será realizado, os valores que o grupo quer imprimir. Exemplo: dez atividades (quantificar as atividades) de manejo sustentável (qualificar o tipo de manejo).
3. Indicadores para o monitoramento dos resultados
São os sinais de que o grupo está perseguindo os resultados a que se propôs.
4. Fatores de risco
São obstáculos com os quais o grupo deverá conviver, sejam eles políticos (um grupo poderoso pode estar contra o projeto), culturais (mentalidade de desperdício de recursos, preconceitos etc.) que fogem ao controle do grupo, mas podem dificultar a realização do projeto. Desenhar ações para minimizar esses fatores de risco.
5. Plano de ação
Descreve o que precisa ser feito para se chegar aos resultados pretendidos. Envolve o conjunto de ações, com os respectivos prazos, as pessoas responsáveis e os recursos necessários.
6º passo: Análise de viabilidade do projeto. Antes de colocar um projeto em prática, é preciso verificar se o grupo pode fazer o que propõe. Para isso é importante levar em consideração seis aspectos: a viabilidade econômica, social, política, técnica, ambiental, de gênero e étnico-cultural.
Viabilidade econômica
Considere o custo total do projeto. Verifique se a soma dos recursos de que dispõe mais o que poderá captar cobre os custos do projeto.
Viabilidade social
Analise os atores sociais envolvidos, indivíduos ou organizações que terão seus interesses afetados positiva ou negativamente pelo projeto.
Viabilidade política
Certifique-se de quais são as pessoas, os grupos e as instituições que apóiam o projeto. Se houver obstáculos políticos ou legais, preveja ações para superá-los.
Viabilidade técnica
Explicite as técnicas que serão utilizadas e considere se o grupo dispõe dessas tecnologias.
Viabilidade ambiental
Analise se o projeto agride o meio ambiente.
Viabilidade de gênero, étnica e cultural
Analise se há algum padrão cultural que pode dificultar a realização do projeto, seja ele na relação homem com mulher, relações étnico-raciais ou culturais.
7º passo: Cronograma de trabalho. Planeje uma data de início e término do projeto. Defina os meses em que acontecerão as atividades preparatórias, de execução, atividades de monitoramento e de avaliação.
8º passo: Orçamento detalhado das despesas. Calcule o custo da equipe de trabalho, a infra-estrutura e o material necessário. É sempre bom reservar recursos para gastos com despesas imprevistas.

Como fazer a redação do projeto
O projeto poderá ser sintetizado em cinco grandes itens:
1) Abertura
Nesta página devem constar o título do projeto (que expressa sua idéia central), o nome e a sigla da instituição proponente, a data e o endereço. E um resumo sobre: objetivo geral, objetivos específicos, resultados previstos, atividades, indicadores, beneficiários e custos.
2) Justificativa
Ressaltará a importância do projeto. Informará os problemas que o projeto resolverá no contexto em que está situado. Relacionará o problema aos âmbitos nacional, estadual e local. Demonstrará como as políticas públicas tratam esse problema. Caracterizará os beneficiários diretos e indiretos e grupos que têm interesses em relação ao projeto.
3) Metodologia e lógica da intervenção
Detalhará o objetivo geral, objetivo específico, resultados esperado, indicadores e o plano de ação. Também inclui a descrição das iniciativas que serão tomadas para monitorar e minimizar os fatores que podem pôr o projeto em risco.
4) Orçamento
5) Anexos
Podem ser considerados textos anexos o diagnóstico, as informações relevantes sobre o contexto em que se realizará o projeto e as informações adicionais sobre os proponentes do projeto.

Extraído do livro ARMANI, Domingos. Como Elaborar Projetos? Guia para Elaboração e Gestão de Projetos Sociais. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2001 (Coleção Amencar)
Internet
“Elaboração participativa de projetos: um guia para jovens”
www.acaoeducativa.org.br
“Onze passos do planejamento estratégico participativo”
www.cdhep.org.br